Notícias Automotivas
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Notícias Automotivas - Carros - Imprudência da polícia no trânsito de São Caetano do Sul
De acordo com o leitor Marco Antônio, diariamente na Av. Guido Aliberti, em São Caetano do Sul, os carros de polícia que transportam os presos, não respeitam sinalização alguma.
Semáforo e faixa de pedestre não são respeitados. Aliás, até andam na contramão. Ele questiona o motivo de tanta imprudência, já que não se trata de um serviço de emergência.
Ele registrou essas imagens na tarde de hoje na cidade do ABC paulista, onde aparecem viaturas do transporte de presos em meio ao trânsito da referida avenida.
Agradecimentos ao leitor Marco Antônio pela informação e imagens.
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Notícias Automotivas - Carros - BMW divulga imagens oficiais do X6 M 2013
A BMW divulgou imagens oficiais do X6 M 2013, modelo que chega com pequenos retoques visuais e com a mesma tecnologia e desempenho conhecidos.
O destaque visual fica para o novo conjunto de faróis com LED e xenônio, bem como lanternas traseiras em LED. O redesenho destas peças chegou em boa hora.
Além disso, novas cores foram adicionadas, bem como novos tipos de acabamento em couro. Muito conforto e esportividade para ninguém colocar defeito.
Aliás, qualquer reclamação (se houver) será rapidamente desfeita quando o poderoso V8 4.4 twin-turbo mostrar toda a força de seus 555 cv e 69 kgfm, sendo este último aparecendo logo aos 1.500 rpm!
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Notícias Automotivas - Carros - Volvo S60 é o segundo carro a ganhar cinco estrelas em todos os testes da NHTSA
Um carro ganhar cinco estrelas em um crash test não é nenhuma novidade, mas muitos deles, aliás, quase todos nunca conseguem obter cinco estrelas em todos os testes realizados, apenas na somatória geral.
No caso da NHTSA, apenas dois carros conseguiram essa façanha depois do aumento no rigor dos testes a partir de 2011.
O primeiro foi o cobiçado Chevrolet Camaro. Sim, exatamente um dos carros que trazem o passado dos perigosos clássicos de rachas e competições para a atualidade.
O outro só poderia ter vindo da Escandinávia, onde uma marca sueca sagrou-se especialista em segurança, a Volvo. O S60 é o segundo carro a conseguir cinco estrelas em todos os testes da NHTSA.
Impacto frontal, lateral, capotamento, etc. Em todos, o Volvo S60 saiu-se muito bem. Surpresa? Não nesse caso. Abaixo, os vídeos da NHTSA mostrando como os outros carros deveriam se comportar em caso de colisões:
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Notícias Automotivas - Carros - BMW na Alemanha: três turbinas somente a partir de 80.800 euros
Na Alemanha, quem quiser agora surpreender os amigos com um esportivo que queima óleo diesel e ainda tem três turbinas embaixo do capô, terá que desembolsar pelo menos €80.800.
Pois é. Esse é o preço inicial da linha M diesel da BMW em sua própria casa. Tanto aqui quanto lá, o consumidor não está acostumado com verdadeiros esportivos movidos por óleo diesel.
Então, a curiosidade de muita gente deverá ser satisfeita a partir de 12 de maio (Série 5) e 16 de junho (X5/X6) no mercado alemão.
Será que anda tudo isso mesmo? Bom, a Autobahn existe para atender os desejos dos amantes da velocidade e, claro, também fazer a ligação entre importantes cidades naquele país…
O sedã M550d parte de €80.800, seguida pela opção familiar Touring que custa €83.750. Para quem quer mais segurança e espaço, o X5 M50d pede €82.300 para sair da loja. E por fim, para quem algo além, o X6 M50d precisa de €85.800 para ter o primeiro dono.
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Notícias Automotivas - Carros - Chrysler 300C 2005 à venda: US$1 milhão! O ex-dono? Barack Obama
Mais uma vez no eBay aparece um anúncio milionário para um automóvel simples. O que fará alguém pagar US$1 milhão por um Chrysler 300C 2005 com 19.000 milhas rodadas?
Pois é, quando o ex-proprietário é o presidente dos Estados Unidos, sempre vai haver alguém que banque essa proposta.
Essa não é a primeira vez que carros de personalidades mundiais são vendidos a peso de ouro, fazendo inveja até para alguns modelos da Rolls-Royce e Bugatti, por exemplo.
No caso do 300C, o dono tem documentos que atestam que o veículo foi adquirido com apenas duas milhas rodados pelo então senador de Illinois Barack Hussein Obama. Quer comprar?
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Notícias Automotivas - Carros - Toyota comemora 400.000 híbridos vendidos na Europa
Um Auris HSD foi o 400.000º híbrido vendido pela Toyota no velho continente desde a chegada da primeira geração do Prius, a partir do ano 2000.
O veículo foi entregue a uma empresa de consultoria da Bélgica e faz parte de uma frota de 20 unidades compradas para atendimento aos clientes.
A Toyota diz que 10% das vendas da marca no mercado europeu são de veículos híbridos. No ano passado, a japonesa vendeu 150.000 híbridos só nos Estados Unidos.
Líder mundial no segmento, por enquanto a Toyota não precisa se preocupar com a concorrência, pois seus números são realmente impressionantes.
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Notícias Automotivas - Carros - Saab: revendedor fecha loja após 44 anos e coloca a culpa na GM
A Shaw Saab era uma concessionária exclusiva da marca sueca a 44 anos no mercado americano. No entanto, com a recente declaração de falência da Saab e conseqüente perda de garantia dos veículos já vendidos desde então, a concessionária de Fred Shaw não teve alternativa e fechou as portas.
Em um comunicado de despedida, Fred Shaw diz que o negócio existia a 44 anos e tinha sido fundado por seu pai, mas agora não havia mais como sustentá-lo.
Shaw faz duras críticas à GM, que teria colaborado de forma direta para a falência da Saab, ao negar a venda da montadora sueca ao grupo chinês Youngman-Lotus.
Fred Shaw também relata que a GM vai dar garantia dos carros que foram vendidos e ainda estão na garantia de sua gestão, mas isto será feito apenas em dois concessionários em todo o território americano.
Por fim, Shaw conta que existe uma mobilização de apoio de alguns senadores americanos no intuito de reverter a situação da Saab no país e obrigar a GM a dar garantia para os veículos que foram vendidos após a aquisição por parte da SWAN.
Por fim, ele lamenta com profundo pesar o fechamento de um negócio de 44 anos. Agora o prédio será vendido para um grupo de concessionários, que vai abrir uma loja Lexus no lugar.
Galeria de fotos do Saab 9-5 na Shaw Saab:
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Notícias Automotivas - Carros - Porsche Panamera: Project Kahn personalizado cupê alemão
A Project Kahn decidiu acelerar o visual do Porsche Panamera. A preparação não toca no motor boxer, mas altera parâmetros de suspensão e dirigibilidade.
O pacote visual traz novos pára-choques com LED, saias laterais, spoilers, aerofólio traseiro, detalhes em alumínio, vidros filmados, entre outros.
A suspensão foi rebaixada, mas um sistema de elevação automática foi instalado para facilitar a condução em certos pisos.
As rodas aro 22 podem ter a cor escolhida pelo proprietário, mas as pinças de freio são exclusivamente vermelhas.
O interior teve o acabamento refeito, sendo que um maior número de peças passou a ser revestida em couro. Novas opções de acabamento em couro são disponibilizadas.
Galeria de fotos do Porsche Panamera Project Kahn:
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Notícias Automotivas - Carros - EUA: Obama incentiva o uso de gás natural em veículos
O presidente americano Barack Obama defendeu o uso de gás natural em veículos no país. Ao inaugurar um centro de abastecimento de GNV da UPS, Obama afirmou que o país é a "Arábia Saudita do gás".
A declaração é devido à estudos que mostram que as reservas americanas de gás natural podem durar cerca de 100 anos.
Obama quer que carros, caminhões e ônibus utilizem o gás como alternativa ao petróleo, bem como também casas, indústrias, entre outros.
Para o transporte de mercadorias, agora existe uma rodovia com pontos de abastecimento de gás natural veicular em toda a extensão, ligando Long Beach na Califórnia à Salt Lake City, no estado de Utah.
[Fonte: Estadão]
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Silverado/GMC Sierra 2014 é flagrada em testes nos EUA
Embora esperadas para 2014, a nova geração das picapes Chevrolet Silverado e GMC Sierra já está sendo testada na América do Norte.
Pouco se sabe sobre as novas picapes, mas rumores dão como certo a introdução de novos blocos V8 de alumínio e injeção direta de combustível.
Ainda é cogitado o uso do V6 3.6 SIDI no lugar do velho V6 4.3 Vortec, aquele que já foi usado na Blazer e S10. No caso do novo V6, a potência entregue deve chegar aos 322 cv.
Graças à reformação total do chassi e carroceria, as novas Chevrolet Silverado e GMC Sierra deverão ser 225 kg mais leves que os modelos atuais, reduzindo assim o consumo de combustível.
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Notícias Automotivas - Carros - JAC J2 já desembarca no Uruguai por 13.990 dólares
A JAC Motors já está oferecendo o subcompacto J2 no mercado uruguaio com preço sugerido de US$13.990 ou R$24.400.
O modelo é o menor da gama da JAC e é oferecido em versão única aos uruguaios. No entanto, ao contrário daqui, o modelo vendido na bacia do Prata tem motor 1.0 16V de 67 cv e 8,6 kgfm.
Como a maioria dos carros chineses, o J2 oferece muitos itens de série, como ar condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, CD/MP3, rodas de liga leve aro 14, freios com ABS e EDB, airbag duplo, entre outros.
No Brasil, o J2 terá acabamento interno diferenciado e detalhes técnicos adaptados para as características do país. Além disso, o motor utilizado será o 1.4 16V de 108 cv presente nos modelos J3 e J3 Turin.
[Fonte: Autoblog Uruguay]
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Cobalt é flagrado com adesivos na identificação – versão 1.8 automática?
Ele já foi lançado, mas ainda falta um componente em sua linha definitiva. O Chevrolet Cobalt terá em breve uma versão 1.8 Flex com transmissão automática de seis marchas.
A versão foi apresentada no lançamento do Chevrolet Cobalt, mas ainda não foi confirmada a data de sua chegada ao mercado.
Na imagem acima, feita pelo colaborador Felipe Augustus, um exemplar do Cobalt está rodando com adesivos na identificação do modelo.
Supostamente, o exemplar de teste deve ser a versão 1.8 automática. Esta chegará com o tradicional 1.8 Flexpower e transmissão automática com seis marchas, que terá opção de mudanças manual na própria alavanca e não no seletor de marchas, como é comum.
Agradecimentos ao Felipe pela imagem.
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Notícias Automotivas - Carros - Clio V6: leitor decide criar sua própria versão do esportivo europeu (vídeo)
Sou apaixonado por carros esportivos desde criança. Sempre ficava olhando as máquinas européias e como todo apaixonado por carro, tinha o desejo de ter um. Infelizmente o preço dessas máquinas é para poucos bolsos, e o meu definitivamente não está neste seleto grupo.
Então o que fazer? Contas para lá, contas para cá e algumas pesquisas, cheguei à conclusão que eu teria duas escolhas: réplicas ou um semi-esportivo.
Comecei com as réplicas, procurei algumas de Porsche com 70 mil reais na mão. Mas aí vem o desanimo. Espera um pouco: 70 mil reais por um carro com caixa de Fusca, suspensão de Fusca, pedais de Fusca e motor de Gol, sendo tão confortável quanto uma carroça? Não deu.
Próxima replica: uma Ferrari F430. Visitei a fábrica todo empolgado. Olhei para aquilo e me veio uma tristeza maior que a do Porsche. O carro era com motor dianteiro construído em cima de um Peugeot 406 e uma sensação horrível que tinha algo errado. Ela é parecida, mas da para ver que não fica legal, e Ferrari com motor na frente? Não dá.
Olhei uma F355. Essa já era mais animadora, porém os detalhes matam qualquer entusiasta. Além disso, para ter uma Ferrari (mesmo sendo réplica) precisa ter uma casa muito legal, se não quem observa já vai perceber que há algo errado. Meu perfil também não estava dentro desse parâmetro.
Aí veio na mente um Audi TT,não é um verdadeiro esportivo, mas já era alguma coisa. Com 80 mil reais compra-se um usado em bom estado. No final, desisti porque é um carro que todo tem. É só procurar e tem um monte à venda.
Aí um belo dia eu vi na internet um vídeo de um Clio V6, amor a primeira vista. É essa maquina que eu quero, agora é só achar um para comprar e dar um jeito de pagar. Depois de alguns cliques, descobri que o carro é raro até na Europa e no Brasil se tem notícias de dois carros que foram usados pela montadora para demonstração. Era bom de mais pra ser verdade.
Aí me veio uma idéia idiota na cabeça. Porque eu não compro as pecas do V6 na Europa e monto com base num Clio nacional? E aí começaram meus problemas, pois eu acreditei na minha idéia…
E lá foi o Heldaí pesquisar por toda internet onde achar peças. Resultado: somente na Europa, e principalmente França e Inglaterra. E aí novamente começaram os problemas com esses detalhes (as peças) depois de muitos meses.
Com muito dinheiro e trabalho consegui todo o exterior do Clio V6. Parecia tudo ótimo, mas só tinha um detalhe: eu não tinha o carro. Mas a essa altura era a parte mais fácil. Comecei a procurar e depois de um tempo consegui um Clio duas portas 2005 prata completo com motor 1.6.
E quem está na chuva é para se molhar, consegue uma peça do interior aqui, um volante Renault Sport de couro ali, bancos Renault Sport em couro, console e cintos. Pequenos detalhes, mas que fazem a diferença no visual. Por dentro ele ficou muito bonito com os comandos dos vidros elétricos instalados nas portas como o Clio europeu.
No total foram quase dois anos para achar todas as peças. Ainda bem que o pessoal que contratei para fazer o carro era muito competente. O trabalho ficou a cargo da turma da Divisa Autocenter de Porto União/SC.
Para início de conversa, as pecas do exterior do Clio V6 não davam certo no Clio nacional. Como assim? Não é tudo Clio? Clio sim, mas o V6 tem construção totalmente diferente, suspensão, motor, chassi, etc. O entre eixos é 8 cm maior que o do Clio nacional.
Mas com muito trabalho, o chassi teve seu entre eixo aumentado, a largura também passou a ser igual ao do europeu e os componentes adquiridos foram adaptados até ficarem 100% corretos. Foram centenas de horas de trabalho. Foi feito um trabalho duro para adaptar as rodas aro 18 com pneus 205/40 na frente e 235/40 atrás.
Foram quase mil horas de trabalho no carrinho. Meus cabelos estavam começando a ficar brancos e meu ânimo estava se esvaindo junto com o dinheiro, mas quando tudo foi se encaixando e tomando forma, aí todo mundo se animou. O pessoal da oficina, eu e todo mundo que sabia do projeto.
Hoje está aí a máquina. Um carro esportivo extremamente raro, muito bonito e que ficou 100%. Não tem para Porsche, Camaro, Mustang ou Audi TT. Onde ele passa desperta a atenção de todo mundo.
Talvez alguém se pergunte: mas como o motor ficou nessa história toda? Bem, não coloquei o motor traseiro 3.0 como do europeu, mas o 1.6 16V já está recebendo os últimos retoques na mecânica para ultrapassar os 255 cv.
Ele ganhou uma turbina, bielas novas, injeção nova e comandos de válvulas especiais. A motorização ainda não esta 100%, mas ele já desfila por aí com míseros 180 cv. Em breve os novos componentes importados chegam para deixar o carrinho mais nervoso.
E quanto custou a brincadeira? Quando me perguntam isso, eu digo que foi todo o meu dinheiro e mais um monte. Beirou os 100 mil reais, mas quando as pessoas olham para a máquina, percebem que valeu cada centavo. O ronco é muito bonito, ele é lindo, muito estável e ágil. Não é porque sou o dono dele, mas ele é de cair o queixo.
Heldaí Felix dos Santos – União da Vitória/PR.
Galeria de fotos do Renault Clio V6 de Heldaí:
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Notícias Automotivas - Carros - Mula de testes do Peugeot 301
Enquanto aqui no Brasil o Peugeot 308 se prepara para ser lançado, em fevereiro, na Europa o sucessor dele se aproxima. Mais uma vez uma mula do Peugeot 301 é flagrada, e desta vez foi durante testes rigorosos no inverno da Suécia.
Por que 301? Aparentemente, a Peugeot não quer usar o número 309, que ainda está na mente de muita gente como sendo um carro de má qualidade. O 309 antigo foi cancelado na Europa em 1993 e feito na Índia até 1997, e tinha um problema de vazamento de água através das lanternas que apodrecia a área abaixo do banco traseiro.
O sucessor do 308 terá uma nova plataforma, com entre-eixos ligeiramente menor, só que com eixos mais largos. Assim como aconteceu com o 208, o 301 deverá ser mais leve e também mais ágil. Sua plataforma será compartilhada com Citroen C4 e DS4.
A gama de motores será gasolina e diesel, e também será compartilhada com os dois modelos da Citroen. O design do Peugeot 301 será uma mistura de 208 com SR1 Concept. O modelo será apresentado no ano que vem.
Fotos CarPix / Direitos de reprodução Notícias Automotivas
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet: Sucessor do Agile chega em 2016. Mas modelo receberá reestilização em 2013
Desenvolvido em plena crise financeira da matriz (nos Estados Unidos) da Chevrolet, o Agile sempre foi alvo de críticas. Por se tratar de um modelo criado para ser um automóvel de baixo custo de produção, devido à escassez de "grana" da marca em 2008, o hatch compartilha diversos componentes com outros carros antigos da marca.
Os botões dos vidros elétricos, por exemplo, são os mesmos do Astra, assim como as aletas atrás do volante (que regula o computador de bordo, piloto automático, setas, lampejador do farol, entre outros). Porém, o principal alvo de polêmicas – além do visual – é a plataforma do Chevrolet Agile, a mesma do antigo Corsa Wind de 1998, bem defasada, inclusive, até mesmo que a do atual Corsa Hatch, lançado em 2002, e não tem subchassi.
Porém, a Chevrolet irá corrigir todos esses e outros detalhes frágeis do Agile em uma nova geração do modelo, que será substituído por um automóvel global (enquanto o atual é vendido apenas nos países emergentes) a partir de 2015, com produção na planta argentina de Rosário.
De acordo com o presidente da Chevrolet Argentina, Uruguai e Paraguai, Sergio Rocha, o desenvolvimento do novo automóvel irá exigir um investimento de 150 milhões de dólares. A fábrica também terá um terceiro turno a partir de 31 de julho, com 600 novos empregos.
"Esta é uma notícia muito importante para nossa fábrica em Rosário, que se encontra no final do 15o. ano de vida. No entanto, não é hora comemorar ainda. Temos muito o que negociar com sindicatos e fornecedores para tornar a nossa planta mais produtiva. Fazer um carro global é algo que eles querem em muitas plantas da GM no mundo e devemos defender o projeto para outros países interessados, como o México, que ainda é muito competitivo neste setor", disse o executivo.
O lançamento do sucessor do Agile será em meados de 2015, com chegada ao mercado prevista entre o final daquele ano e o início de 2016. Entretanto, antes da chegada do novo modelo, uma reestilização será aplicada no visual do Chevrolet para dar sobrevida ao dois-volumes, previsto para chegar em 2013.
[Fonte: Autoblog Argentina]
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Notícias Automotivas - Carros - Volkswagen lança o cupê Scirocco na Argentina
O Scirocco é o mais novo modelo do portfólio da Volkswagen na Argentina. O cupê esportivo derivado do Golf foi lançado no país vizinho nesta semana, e será vendido por lá com preço de US$ 45 mil para a versão de entrada e US$ 60 mil para o modelo topo de linha, algo em torno de R$ 79 mil e R$ 105 mil, respectivamente.
Uma das atrações da VW no último Salão do Automóvel de Buenos Aires, o Sicorocco é importado da Europa. O modelo vem equipado com o motor 1.4 litro TSi de 160 cv de potência, além do conhecido 2.0 TSi que entrega 211 cv, o mesmo do novo Passat.
A transmissão é automatizada DSG de sete velocidades para o motor menos potente e de seis marchas para a variante mais cara. Em breve, haverá uma caixa manual com seis relações, que será oferecida para ambos os motores. Por aqui, mais uma vez a Volkswagen não mostrou interesse em trazer o Scirocco.
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Notícias Automotivas - Carros - Avaliação completa do Toyota Prius
Nos mercados automotivos mais importantes do mundo, a Toyota é lembrada pelo pioneirismo na venda de veículos "amigos do meio ambiente". Essa fama se deve ao Prius, híbrido lançado em 1997 e que já superou a marca de 2,3 milhões de unidades vendidas em todo o mundo.
Agora, com o mercado brasileiro se tornando prioridade para muitas marcas, chegou a vez do Brasil receber o hatch com dois motores – um elétrico e outro a gasolina. A importação de sua terceira geração, que acaba de sofrer um face-lift, já foi definida pela fabricante japonesa para o segundo semestre. Mas algumas unidades já estão rodando nas ruas brasileiras como forma de marketing e também para testes.
Apesar da confirmação de que o carro será vendido no Brasil, o seu posicionamento de mercado ainda é bem incerto. A Toyota tenta obter junto ao Governo Federal incentivos tributários para a venda de modelos híbridos e elétricos.
A ideia é conseguir algum tipo de isenção no ICMS, IPVA e principalmente no IPI desses veículos mais econômicos e menos poluentes. De olho nessa disputa, além da Toyota, estão Chevrolet, Nissan e Ford e outras marcas que veem no Brasil algum futuro para os seus carros ecológicos.
Do jeito que está, a vida do Prius será bem complicada. Com os impostos "cheios" a que seria submetido hoje, o preço do modelo superaria os R$ 100 mil com facilidade. Com um preço desses, o hatch ficaria inviável. Com as possíveis isenções, o preço poderia baixar para a casa dos R$ 80 mil – ainda assim bastante elevado.
Mas que até conseguiria se justificar pela grande quantidade de tecnologia embarcada, pelo apelo ecológico e pela economia de combustível. De uma maneira ou de outra, a estratégia de vendas do Prius passa diretamente pela sua imagem de carro "verde".
E nisso, o híbrido da Toyota é quase imbatível. O modelo é conhecido mundialmente – principalmente entre os mais ávidos pelo meio ambiente. Durante o Salão de Tóquio, em dezembro, a marca adiantou que a expectativa é vender 100 unidades ao mês por aqui.
Ou seja, é para ser o que se costuma chamar de "carro de imagem" – algo que aparece muito na mídia, mas sem pretensões de ser um "best seller". Uma expectativa bem distante das mais de 250 mil unidades que o credenciaram como o carro mais vendido do Japão em 2011.
Obviamente, a fama do carro tem muito a ver com o seu trem de força. A parte a gasolina do conjunto híbrido é formado por um motor de 1.8 litro, feito em bloco de alumínio, com comando duplo no cabeçote e comando variável de válvulas na admissão.
Com ciclo Atkinson – ligeiramente diferente do tradicional ciclo Otto –, ele desenvolve 98 cv de potência a 5.200 rpm e 14,5 kgfm a 4 mil rotações. Já o propulsor elétrico é movido por baterias de níquel instaladas sob o piso do porta-malas e conseguem gerar 40 cv. Na potência combinada, são 138 cv.
Até cerca de 50 km/h, é possível manter por algum tempo apenas o modo elétrico. No restante das situações, é o motor a combustão que move as rodas dianteiras, com o auxílio do elétrico para economizar combustível. O câmbio é continuamente variável – o que também contribui para a racionalidade energética. As baterias do motor elétrico podem ser recarregadas através do freio regenerativo ou pelo próprio propulsor a combustão.
A versão testada do Prius era bastante completa. Provavelmente só essa configuração deve ser vendida por aqui, para tentar justificar o inevitável alto preço cobrado pelo veículo. Portanto, o carro já virá equipado com airbags frontais, laterais, de cortina e de joelho para o motorista, ABS, controles de estabilidade e de tração, sistema de som, ar-condicionado automático, direção elétrica e trio elétrico, entre outros equipamentos.
Visualmente, o Brasil vai receber o Prius já com a reestilização apresentada no Salão de Tóquio, em dezembro. Foram poucas mudanças, como novas rodas e lanternas traseiras com nova disposição de luzes. Mas o mais importante continua lá – o desenho incomum, o já famoso nome do carro e a inegável "mística ecológica" que se formou em torno dele. Razões suficientes para qualquer simpatizante da "causa verde" virar o pescoço para acompanhar a passagem do Prius.
Ponto a ponto
Desempenho – Obviamente, a performance dinâmica não é o principal apelo de um híbrido urbano. E isso o Prius mostra em movimento. A entrada do motor elétrico até ajuda a dar mais força ao conjunto, já que ele não precisa de rotações elevadas para fornecer o seu torque máximo. Mesmo assim, o desempenho não chega a ser instigante. É um carro pacato, embora não chegue a ser moroso. E o câmbio CVT ajuda a tornar seu comportamento ainda mais suave. Nota 6.
Estabilidade – Aqui, o Prius se beneficia principalmente dos seus mais de 1.400 kg. Com o baixo centro de gravidade, acaba obtendo boa aderência nas curvas. A suspensão é bem calibrada e ajuda bastante na tarefa de manter o Prius em sua trajetória correta. Nota 8.
Interatividade – Nos comandos vitais, o Prius é bastante "tradicional". Tudo está no lugar onde deveria e não é difícil se adaptar. Mas o painel central é realmente um espetáculo à parte. É até difícil não se distrair observando o gráfico que mostra qual motor está movimentando o carro e o fluxo de energia entre os diversos sistemas. Existe ainda um "head-up display", que projeta informações na parte superior do painel, para que o motorista evite tirar os olhos do caminho. O volante é multifuncional e tem até os comandos do ar-condicionado. A direção elétrica é muito leve, o que ajuda bastante nas manobras. O acionamento do freio de estacionamento é por um pedal, que fica um tanto escondido – um posicionamento mais comum em picapes. E o pedal de freio em si também precisa de adaptação, por ser muito sensível. Nota 8.
Consumo – É um dos óbvios pontos altos de um carro híbrido. Em uso predominantemente urbano, a média foi de 15,3 km/l de gasolina. Não existe no Brasil nenhum carro a gasolina ou flex do mesmo porte que chegue perto desse desempenho. Nota 10.
Conforto – Apesar de, na unidade avaliada, estar um pouco ruidosa, a suspensão do Prius é capaz de passar bastante conforto para o interior. O espaço interno é o esperado de um hatch médio. Quatro adultos e uma criança viajam sem grandes complicações. Um adulto a mais deixaria todos no banco traseiro menos à vontade. Nota 8.
Tecnologia – Outro ponto forte do Prius. A terceira geração apenas aperfeiçoou a proposta do carro, que já era bem interessante. O motor a gasolina de 1.8 litro e ciclo Atkinson e o propulsor elétrico movido pelas baterias de níquel ainda compõem o trem de força do hatch. Todas as versões do Prius vêm com sete airbags, controle de estabilidade, de tração e ABS. Os equipamentos de conforto também são vastos, com sistema de som completo. Nota 9.
Habitalidade – Um singularidade do interior do Prius é o grande espaço vazio sob o console central. Ali, cabe facilmente uma bolsa ou uma mochila. No resto, o médio japonês oferece uma generosa quantidade de porta-objetos. Os acessos são bons e entrar e sair do carro é tarefa fácil. O porta-malas leva corretos 445 litros, mas é raso – culpa das baterias, que estão instaladas sob o estepe. Nota 8.
Acabamento – O interior é todo revestido de plásticos rígidos, mas que aparentam modernidade e ótima qualidade. Os encaixes são precisos e não há rebarbas que se possa notar. O design também chama a atenção pelo aspecto moderno e pelo charmoso estilo futurista do painel de luzes esverdeadas. Os bancos e o volante da versão avaliada tinham um belo acabamento aveludado. Nota 8.
Design – É um desenho bem característico, com personalidade, contemporâneo e que agrada bastante. No Brasil, onde ainda é novidade, chama muita atenção. A iluminação azul nas logomarcas dianteira e traseira também reforça o aspecto futurista – e atrai ainda mais olhares. É fácil ver gente parando o que está fazendo para dar uma olhada no modelo japonês. Nota 8.
Custo/benefício – O preço do Prius ainda não está confirmado no Brasil. Especula-se que ele possa variar entre R$ 80 mil e R$ 110 mil, dependendo dos incentivos do governo para os veículos híbridos. Sem nota.
Total – O Toyota Prius somou 73 pontos em 90 possíveis.
Primeiras impressões - Racional Kid
O Prius é o carro que iniciou a campanha do marketing verde entre os automóveis, em 1997. E por isso, é um modelo que chama muita atenção do seu próprio jeito. O visual claramente futurista, com linhas retas e bem esculpidas, a falta de ruído externo em baixas velocidades e o emblema na traseira que denuncia a tecnologia que move o veículo são capazes de fazer o dono de um Prius se sentir uma pessoa bem "visada". E é nisso que a Toyota vai se basear para tentar vender o carro no Brasil. Como o preço provavelmente será alto, a estratégia é vender para quem quer mostrar para todos o quanto o proprietário do carro se importa com o meio ambiente.
E, logo no primeiro contato, o modelo se mostra muito bem alinhado com a sua proposta ecológica. Ao ligar o carro, a falta de ruído impressiona. Se o motorista tiver "pé leve", o modo elétrico, sem barulho do motor, continua até cerca de 50 km/h.
Depois, entra em ação o motor 1.8 litro a combustão. Mas, mesmo assim, a impressão é que a Toyota optou por criar um carro que não dê vontade de acelerar – mas sim vontade de poupar combustível. Os dados mostram um zero a 100 km/h feito em 11 segundos. Um número até interessante.
Mas, em movimento, a impressão maior é de tranquilidade a bordo do Prius. Para conseguir um desempenho mais instigante é preciso pisar muito fundo no acelerador – o que não parece combinar com os gráficos no painel, que denunciam de forma graficamente elegante qualquer comportamento perdulário e poluente.
Em situações de uso normal, o Prius é suave e não inspira muita esportividade – tal como a proposta do híbrido sugere. A impressão que se passa é que um carro a combustão com os mesmos 138 cv andaria bem mais.
De maneira até contrastante, o comportamento do carro em curvas merece elogios. Mesmo quando se exige bastante, o modelo gruda as rodas no chão e mostra ótima aderência. Grande parte disso é responsabilidade do peso do carro e de suas dimensões um tanto exageradas para um hatch médio.
Em casos extremos, controle de estabilidade e de tração entram em ação para ajudar o motorista. O freio necessita de adaptações por parte de quem dirige. Ele é muito sensível e é preciso dimensionar muito bem as pisadas no freio para evitar trancos muito fortes.
Por dentro, o Prius mostra bem a sua modernidade. O desenho é inspirado e com boa funcionalidade. Existe um grande espaço na parte inferior do console central, que pode abrigar muitos objetos. Há também o "head-up display", equipamento muito útil que projeta a velocidade do carro na parte inferior do parabrisas, bem na frente do motorista – que não precisa desviar o olhar par pista para se manter informado.
Na parte central do console fica uma generosa tela, que reúne o velocímetro, computador de bordo e os inegavelmente lúdicos gráficos que mostram o funcionamento do trem de força. É divertido tentar descobrir como e qual motor está movendo as rodas do carro. Um item perfeito para estimular o motorista do Prius a dirigir de forma mais "civilizada" e provar a sua preocupação sustentável.
Ficha técnica - Toyota Prius
Motores: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.798 cm3, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo de válvulas no cabeçote com variação na abertura das válvulas na admissão. Injeção eletrônica de combustível. Propulsor elétrico com 40 cv (650 V) abastecido por 28 módulos de baterias de níquel instaladas sob o piso do porta-malas.
Transmissão: Automático do tipo CVT, de variação contínua, com uma marcha a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima do motor a combustão: 98 cv a 5.200 rpm.
Potência máxima do gerador elétrico: 40 cv.
Potência máxima com ambos propulsores: 138 cv.
Torque máximo do motor a combustão: 14,5 kgfm a 4 mil rpm.
Torque máximo do gerador elétrico: 21,1 kgfm.
Diâmetro e curso: 80,5 mm X 88,3 mm. Taxa de compressão: 13.0:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira semi-independente por eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 215/45 R17.
Freios: Dianteiros a discos ventilados e traseiros a discos rígidos. Oferece ABS e EBD.
Carroceria: Fastback com quatro portas e cinco lugares. Com 4,46 metros de comprimento, 1,74 m de largura, 1,49 m de altura e 2,70 m de entre-eixos. Oferece sete airbags: dois frontais, dois laterais dianteiros, dois do tipo cortina e um para o joelho do motorista.
Peso: 1.379 kg.
Capacidade do porta-malas: 445 litros.
Tanque de combustível: 45 litros.
Produção: Nagóia, Japão.
Por Auto Press
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Notícias Automotivas - Carros - Avaliação Volkswagen SpaceCross
Depois de onze anos de folgada liderança no mercado de peruas compactas de aspecto off-road, a Palio Adventure – lançada em 1999 e que "inventou" o segmento – finalmente viu alguém piscar os faróis em sua traseira em setembro do ano passado.
Foi quando a Volkswagen entrou na briga com a Space Cross, um modelo com as mesmas propostas estéticas que deram fama ao carro da Fiat. A fabricante alemã chegou a tentar a sorte com algumas versões da antiquada Parati, que acabou fazendo sucesso apenas entre os frotistas. E outras marcas também lançaram peruas com adereços lameiros, mas sempre à sombra da Palio Adventure.
A nova station tem ido bem nas lojas e representa em média 25% das vendas das peruas da linha – na primeira quinzena de janeiro, foram 792 SpaceFox e 257 Space Cross. A proporção é muito maior que a que ocorre entre o hatch Fox e sua versão aventureira CrossFox, que hoje ronda os 15%. Uma justificativa pode ser a diferença no preço, que é percentualmente menor entre as stations.
A Space Cross repete um conjunto mecânico bem conhecido. O 1.6 8V flex rende 104 cv e 15,6 kgfm de torque quando abastecido com etanol. O câmbio manual de cinco marchas também é o mesmo. Há ainda a opção pelo sistema automatizado i-Motion, que acrescenta R$ 2.725 ao preço inicial.
O modelo é equipado de série com ar-condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, airbag duplo frontal e freios com ABS. Os únicos opcionais são os bancos em couro, sistema de som com comandos no volante e regulagem do volante em altura e profundidade.
O visual ficou muito bem acertado dentro da proposta de evocar elementos da estética off-road – mesmo que o carro não possua tração integral nem outros equipamentos que efetivamente ajudem a enfrentar trilhas, além da suspensão mais elevada em relação à SpaceFox original.
Apliques em plástico preto na carroceria tornaram a station mais viril, sem exageros como um estepe pendurado na tampa traseira ou quebra-matos pronunciados na frente. Por dentro, apenas uma inscrição nos bancos dianteiros e na manopla de câmbio identificam a versão.
O lançamento da Space Cross, em setembro de 2011, revelou-se crucial para a SpaceFox encostar na rival Palio Weekend na tabela dos mais vendidos. Em 2011, as versões da perua da Volkswagen somadas venderam 22.148 carros, ante 22.853 da station da Fiat. E, na primeira quinzena de janeiro, a station da marca alemã já ultrapassou a rival – que está envelhecida e deve ganhar uma nova geração em breve, como já ocorreu com o hatch Palio.
Apesar de os R$ 58.735 cobrados pela versão básica da Space Cross – que pode ultrapassar os R$ 61 mil com os opcionais – ficarem quase R$ 10 mil acima da intermediária SpaceFox Trend equipada à altura, as vendas da versão continuam embaladas.
Mas as decisões do consumidor brasileiro de automóveis sempre foram muito além da simples lógica dos números. E é exatamente no "valor psicológico agregado" transmitido pela estética aventureira que os modelos desse segmento definem suas vendas – e também os seus preços.
Ponto a ponto
Desempenho – O conhecido motor 1.6 entrega boa dose de força logo em baixas rotações e empurra a Space Cross sem muito embaraço. O carro ganha velocidade fácil graças ao ótimo câmbio manual de cinco marchas que tem engates precisos e rápidos, além do escalonamento correto que aproveita bem os 104 cv a 5.250 rpm. Pelo menos os bons 15,6 kgfm de torque aparecem logo nas 2.500 rpm, o que reduz a necessidade de trocas de marcha e torna a station muito agradável na cidade. Nota 8.
Estabilidade – O aumento da altura da suspensão não afetou o bom comportamento na Space Cross. O acerto mais firme passa confiança nas curvas de alta velocidade e ainda é robusta para encarar o normalmente mau cuidado asfalto brasileiro. As eventuais saídas de frente são facilmente contornáveis e a frente só começa a flutuar em velocidades acima dos 140 km/h. O rodar é sólido e bem assentado, mesmo com o centro de gravidade mais alto da versão aventureira. Nota 8.
Interatividade – O interior é bem resolvido, e todos os comandos estão convenientemente posicionados e são de fácil uso. O rádio é completo e inclui entradas USB, auxiliar, para cartão SD e bluetooth capaz de reproduzir músicas do telefone. O câmbio é dos melhores, com engates precisos e curtos. O sensor de estacionamento ajuda na hora de encaixar a station em vagas mais apertadas. Nota 8.
Consumo – A Space Cross marcou uma média de 7,1 km/l de etanol em circuito misto. O InMetro ainda não tem medições da versão específica. Nota 6.
Tecnologia – O modelo é simples. O i-System ajuda muito o motorista a monitorar o funcionamento do carro, mas o motor já tem quase uma década de estrada. A plataforma é relativamente recente, do Fox de 2003, que é uma versão encurtada da base do Polo de 2002. No aspecto de segurança, vem com airbag duplo frontal e freios ABS de série. Nota 7.
Conforto – Apesar do acerto mais "durinho" da suspensão, para compensar a altura do carro, a Space Cross transmite pouco as imperfeições do solo para o interior e se mostra confortável. Os bancos têm espuma mais densa, como de praxe na Volkswagen, que tornam as viagens longas menos cansativas. O espaço interno é destaque, cinco adultos conseguem se acomodar na station sem dificuldades. O teto alto libera espaço para a cabeça de todos. Nota 8.
Habitabilidade – As portas grandes e com bom ângulo de abertura facilitam o entra e sai dos passageiros. Assim como o vão baixo de abertura do porta-malas, ótimo para colocar objetos mais pesados sem muito esforço. Há muitos porta-objetos espalhados pelo interior, inclusive espaços específicos nas portas dianteiras para acomodar garrafas de até 1,5 litro. Nota 7.
Acabamento – Para um carro de quase R$ 60 mil, o acabamento poderia ser mais sofisticado. A abundância de plástico rígido deixa a sensação de que o carro é simples demais. Ao menos, o couro opcional que reveste os bancos é agradável ao toque e transparece qualidade. A Space Cross adiciona pedaleiras em alumínio e inscrições alusivas à versão no encosto dos bancos dianteiros e na manopla de câmbio. Nota 7.
Design – O desenho agradável da SpaceFox manteve o bom gosto na versão aventureira. A marca alemã conseguiu um conjunto interessante com os apliques em plástico preto nas laterais e para-choques, além das rodas pintadas de cinza. As mudanças externas deram ao carro um ar mais "atlético". Talvez o interior merecesse outras alterações para acentuar a atmosfera "cross". Nota 9.
Custo/beneficio – O carro custa excessivos R$ 58.735 na versão básica, que inclui airbag duplo e freios ABS, além do tradicional pacote com ar-condicionado, trio elétrico e direção hidráulica. Com todos os opcionais – bancos em couro, sistema de som com comandos no volante e ajuste de altura e profundidade do mesmo – chega aos R$ 61.905. Com o câmbio automatizado i-Motion, pode ir a R$ 64.450. Os preços são em média R$ 10 mil mais caros que uma SpaceFox equivalente, difíceis de justificar com apenas pelos adereços lameiros.
A maior rival, a Palio Adventure 1.8 16V é mais potente, apesar de mais antiga, e parte dos R$ 54.580 com dotação semelhante de equipamentos. A Citroën Aircross também é mais barata – sai por R$ 54.350 na versão básica, que não possui nem rodas de liga-leve. Fora do segmento, a título de comparação, o Volkswagen Jetta – um sedã médio mais potente, equipado e bem acabado –começa em R$ 65.755. Pouca coisa a mais que a Space Cross "top". Nota 5.
Total – O Volkswagen Space Cross somou 73 pontos em 100 possíveis.
Impressões ao dirigir - Jeito robusto de ser
Se externamente a Space Cross se diferencia bastante da versão "civil", por dentro, é difícil dizer qual é qual. O que não necessariamente é um ponto negativo. Estão lá a boa ergonomia herdada do compacto Fox, e o mesmo acabamento correto.
Não é um carro de pretensões luxuosas, e muito menos esportivas, mas consegue reunir um bom conjunto à versatilidade de uma station pequena. É fácil achar uma posição confortável para dirigir – embora o banco do motorista devesse descer mais do que a regulagem atual permite – e todos os comandos estão sempre à mão.
O conhecido conjunto mecânico – 1.6 8V com 104 cv – dá à Space Cross boa agilidade no trânsito urbano, muito ajudada pelo câmbio manual de engates precisos e rápidos. Além disso, é bem escalonado e consegue extrair o melhor do motor na maior parte das situações, com arrancadas e retomadas decididas.
O zero a 100 km/h em 11,5 segundos fica dentro do desejável para o segmento. A quinta marcha mais longa silencia o propulsor em velocidades de cruzeiro – o que também ajuda no consumo. É um carro agradável de dirigir, com boa visibilidade para todos os lados e espaço interno condizente.
A suspensão ligeiramente elevada não mudou o comportamento dinâmico do modelo, que se mantém estável e previsível mesmo quando provocado. As curvas podem ser feitas de forma razoavelmente arrojada, sem que a perua aderne demais ou perca a compostura.
As imperfeições do asfalto são bem absorvidas, mesmo com o acerto mais firme do conjunto suspensivo. Os pneus maiores, de medida 205/55 montados em rodas aro 15, seguram bem o carro e dão a robustez necessária para encarar trilhas leves sem dar a impressão de que o carro vai desmontar. Além de visualmente terem caído muito bem na versão aventureira.
Ficha técnica - Volkswagen Space Cross 1.6
Motor: 1.6 a gasolina e a etanol, dianteiro, transversal, com quatro cilindros em linha e oito válvulas. Injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual, cinco marchas à frente e uma atrás. Tração dianteira.
Potência máxima: Gasolina 101 cv à 5.250 rpm e etanol 104 cv à 5.250 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 11,5 segundos.
Velocidade máxima: 177 km/h.
Torque máximo: Gasolina 15,4 kgfm à 2.500 rpm e etanol 15,6 kgfm à 2.500 rpm.
Diâmetro e curso: 76,5 mm X 86,9 mm Taxa de compressão: 12,1:1.
Suspensão: Dianteira independente, tipo McPherson, com braços triangulares transversais, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e pressurizados e barra estabilizadora diâmetro 20 mm. Traseira interdependente com braços longitudinais, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos e pressurizados.
Pneus: 205/55 R15.
Freios: Dianteiros por discos ventilados e traseiros a tambor. ABS de série.
Carroceria: Station wagon em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,18 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,59 m de altura e 2,48 m de distância entre-eixos. Oferece airbag duplo de série.
Peso: 1.184 kg com 446 de carga útil
Capacidade do porta-malas: 430 litros
Tanque de combustível: 50 litros.
Produção: General Pacheco, Argentina.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série da versão testada: Ar-condicionado, direção hidráulica, ABS, airbag duplo, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro com ajuste longitudinal, sensor de estacionamento, de luminosidade e de chuva, rodas de liga leve de 15 polegadas, brake-light, rack de teto longitudinal, retrovisores elétricos, vidros elétricos e computador de bordo.
Preço básico: R$ 58.735.
Itens opcionais: Banco de couro, freios ABS, volante multifuncional, pintura metálica e rádio CD player com USB e bluetooth.
Preço da unidade avaliada: R$ 61.905.
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