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Volkswagen Jetta Hybrid será revelado no Salão de Detroit

Volkswagen Jetta Hybrid será revelado no Salão de Detroit

Notícias Automotivas - Carros - Volkswagen Jetta Hybrid será revelado no Salão de Detroit

jetta hybrid Volkswagen Jetta Hybrid será revelado no Salão de Detroit

A versão híbrida do Jetta 2012 deve aparecer no Salão de Detroit em janeiro. O modelo terá motor 1.4 TSI, motor elétrico e baterias de lítio.

Mas pensando no custo de desenvolvimento dessa versão, o motor 1.4 TSI deve utilizar um supercharger no lugar do turbocompressor tradicional. Em parte, o motor elétrico compensaria o torque menor proporcionado pelo supercharger.

Já em relação ao Jetta Coupe, a VW desistiu da idéia, pois a fábrica de Puebla fará Jetta, Jetta Sportwagen, Beetle, Beetle Convertible e Golf, não havendo mais espaço para outro modelo na linha de montagem.

[Fonte: Left Lane News]


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Chevrolet Camaro ZL1: GM espera que metade das vendas seja da versão automática

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 Chevrolet Camaro ZL1: GM espera que metade das vendas seja da versão automática

O Chevrolet Camaro ZL1 é a nova sensação do esportivo americano, e a GM quer focar toda a atenção possível no mais potente de todos os Camaros já feitos até hoje.

A GM espera que pelo menos metade das vendas do Camaro ZL1 seja da versão automática, pois o apetite por transmissão manual no modelo deverá ser grande.

Ela acredita que consumidores mais velhos vão desistir de ter um terceiro pedal com o tempo, alegando que também muitos jovens preferem os modelos automáticos.

Outras versões do Camaro não possuem um apelo tão grande por câmbio manual, sendo que 30% das vendas do SS e 35% do V6 não usam caixas automáticas.

O ZL1 terá a transmissão automática Hydra-Matic H6L90 com seis velocidades, a mesma do Cadillac CTS-V.

[Fonte: Left Lane News]


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Peugeot 408 Sport começa a ser vendido na Argentina por R$63.000

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peugeot 408 sport Peugeot 408 Sport começa a ser vendido na Argentina por R$63.000

Enquanto a Peugeot lança o 308 Sedan na China, na Argentina ela foca suas atenções no 408 Sport, versão mais potente do (agora grande) sedã francês.

O modelo usa um bloco 1.6 Turbo com 163 cv e 24,3 kgfm, utilizando ainda transmissão automática Tiptronic com seis marchas.

Por lá, o Peugeot 408 Sport custa o equivalente a R$63.000, oferecendo ainda garantia de 3 anos. O 408 Sport chega à máxima de 213 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 9.2 segundos.

O consumo fica em 12,6 km/litro quando em velocidade de 130 km/h. A emissão de CO2 é de 150 g/km.

Como diferencial, o Peugeot 408 Sport traz rodas aro 17, acabamento interno em couro e pintura exclusiva cinza Moondust. ABS, ESP, seis airbags, navegador, entre outros fazem parte do pacote.

[Fonte: Cars Magazine]


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VÍDEO: Lexus LF-A em Nurburgring

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Aston Martin: vendas do Cygnet estariam fracas pela demora na entrega

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Novos atrasos da Alfa Romeo nos EUA desanimam ainda mais as concessionárias Fiat

Notícias Automotivas - Carros - Novos atrasos da Alfa Romeo nos EUA desanimam ainda mais as concessionárias Fiat

ALfa Romeo MiTo Maserati 1 Novos atrasos da Alfa Romeo nos EUA desanimam ainda mais as concessionárias Fiat

O retorno da Alfa Romeo aos EUA é uma daquelas histórias que não acabam nunca. E o último dos atrasos nessa volta está fazendo com que muitas concessionárias Fiat pensem duas vezes antes de investir em vender também os modelos da Alfa.

Tudo começou com um anúncio na semana passada, feito pelo CEO da Alfa Romeo, Harald Wester, informando de que dos quatro modelos que a Alfa Romeo venderia nos EUA, três sofrerão um atraso e o último será cancelado.

É claro que nenhuma das 130 concessionárias da Fiat nos EUA recebeu promessas de poder vender carros da Alfa logo, mas em agosto do ano passado o CEO da Fiat e da Chrysler, Sergio Marchionne, disse a estes concessionários que eles muito provavelmente venderiam também carros da marca. Isso os animou.

E essas lojas precisam mesmo de novas ofertas, pois hoje apenas vendem o Fiat 500, em versões cupê e conversível. O dono de uma concessionária, Carl Galeana, da Fiat of Lakeside, em Detroit, comentou que investiu muito dinheiro na loja e que o fez com esperança de vender mais do que apenas Fiat.

Os Alfa Romeo chegariam aos EUA no fim de 2012, mas agora a data marcada é 2014, nada menos que daqui a três anos. Quantas lojas conseguirão continuar vendendo apenas modelos da Fiat daqui até lá?


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Renault deverá reviver a marca Alpine com um modelo esportivo

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Alpine A610 Renault deverá reviver a marca Alpine com um modelo esportivo

A gerente de produto da Renault, Beatrice Foucher, comentou com jornalistas no Salão de Frankfurt que a plataforma comum entre os novos Megan e Laguna, que serão lançados em 2013 e 2014, gerará também um modelo esportivo, que poderá ser lançado sob o nome da marca Alpine.

A Alpine foi fundada em 1955 por Jean Redele, que usou um Renault 4CV para montar cupês com carroceria de fibra de carbono. Seu primeiro modelo foi chamado de A106. Nos anos 60, a Alpine começou uma relação mais achegada com a Renault, até 1994, quando deixou de produzir seu último modelo, o A610 da foto acima.

A Renault é dona do nome, e pode lançar a Alpine novamente se quiser. O tal esportivo que virá nos próximos anos não deverá ser chamado de Laguna Coupe, poderia ser um Alpine ou até mesmo um modelo especial Alpine dentro da linha RenaultSport.


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Caminhão cheio de concreto tomba em cima de carro e motorista escapa por pouco

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VÍDEO: Avaliação NA – Chevrolet Agile – Comportamento na cidade

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Saiba mais sobre o setor de transporte rodoviário no Brasil, que carrega 66% de nossas cargas

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volvo metano diesel Saiba mais sobre o setor de transporte rodoviário no Brasil, que carrega 66% de nossas cargas

O setor de caminhões, incluindo os pesados e superpesados, está a todo vapor no Brasil. Houve crescimento de 42% no primeiro semestre de 2011 em comparação com o mesmo período do ano passado e novas marcas estão querendo entrar no mercado.

Isto acontece devido ao crescimento da economia e das obras de infraestrutura visando à Copa e às Olimpíadas, por exemplo. Também pudera: sem trens, portos ou hidrovias suficientes, por algum lugar as mercadorias, ferramentas e materiais de contrução tem que escoar…

Para isso, mais e mais caminhões trafegam por nossas precárias estradas. Cada um com pelo menos 27 toneladas de carga e com peso bruto total (caminhão+carga) de 40 toneladas. Nas Rodovias Federais, as BR, transitam sobre crateras. Nas rodovias privatizadas pagam caros pedágios.

Vendo pelo lado dos caminhoneiros, já que tenho primos, tios e amigos nesta profissão – e eu mesmo já fiz longas viagens de caminhão -, fiquei sabendo que os fretes estão defasados e praticamente não sofrem reajustes há mais de meia década. Estancaram em cerca de R$ 150,00 por tonelada. Podendo ir a R$ 180,00 em época de safra de grãos. Como se vê, o custo do transporte não é linear. E existem os agenciadores, que cobram sua comissão por arranjar carga para o caminhoneiro transportar.

Ficar parado dá prejuízo, pois em geral os caminhões são financiados e as prestações estão lá todo mês por vários anos! Um cavalo mecânico Mercedes, Volvo, Iveco ou Scania zero Km pode custar até R$ 426.000,00. Uma carreta nova, que vem sem os pneus, custa por volta de R$ 100.000,00 pelo menos. E ainda têm os pneus propriamente ditos – numa carreta podem ser necessários de 12 a 24 se for bitrem, a um custo de R$ 1.500,00 cada um.

Com basse nesses números, é possível observar que se o transportador cobrar barato pelo frete, não dá para custear as despesas. Se cobrar caro, não carrega. Devido a corte de custos, muitos caminhões não têm seguro, pois são altíssimos. O que é preocupante para quem os dirige, pois motores a Diesel de alta potência e torque são visados por ladrões pois podem virar gerador ou, juntamente com chassis, serem utilizados para fazer arado em plantações. As carrocerias são descartadas nesses casos.

Além disso, carreteiros que não são donos do caminhão trabalham comissionados. Em geral, 12% a 15% brutos, ou seja, despesas de alimentação, remédios e possíveis estadias saem deste valor. Não há ticket refeição ou cesta básica. Medicina, em geral é automedicação. Aqui o fator sobrevivência pesa e, desse modo, o motorista decide aceitar fretes baratos na esperança que vários destes compensem o baixo preço cobrado.

E então os arrebites, remédios para emagrecer que acabam sendo tomados para espantar o sono entram na história. Claro que os reflexos não são os mesmos de um motorista descansado. E para alguns, há efeitos colaterais como pânico ou alucinações.

Mas se os caminhoneiros são, por assim dizer, a voz da estrada, uma vez que vivem sendo parados pela Polícia Rodoviária e mesmo entrevistados pela imprensa, por que a situação deles e das estradas não muda?

Bem, no que se refere às estradas, há dependência de governo. E neste é possível confiar? Lembremos que Dilma trocou praticamente todo o efetivo do Ministério dos Transportes, em todos os escalões. No que se refere aos próprios caminhoneiros e empresas transportadoras, dá-se a impressão de que não são uma classe unida o suficiente. Há sindicatos, mas não tão atuantes quanto o de metalúrgicos e bancários, por exemplo.

Nada tem conseguido evitar roubos de carga e dos próprios caminhões. Muitas das vezes, os próprios empresários facilitam o roubo de carga para receber o seguro. E também parte da carga "roubada". Devido ao fato de muitos caminhões serem rastreados, em roubos desse tipo geralmente o motorista é sequestrado e só é liberado após a quadrilha ver que o roubo foi bem sucedido.

Ok, o cenário é este aí acima. Mas pelo menos a produtividade do setor de transporte rodoviário, que transporta cerca de 66% (ou dois terços) das riquezas nacionais, é alta? O que vocês acham? Acertaram os que disseram "não". Motivos? Já citados acima, mas vamos relembrá-los:

- péssimas estradas, que causam altos índices de acidentes e desperdício, pois muitos produtos como soja e açúcar, por exemplo, são transportados in natura (sem beneficiamento) até o ponto onde são beneficiados ou ensacados. Boa parte desta mercadoria vaza pelas frestas da caçamba ou é levada pelo vento;

- Altos custos de manutenção dos caminhões, incluindo seguro, pneus, peças etc. E aqui vem um dilema. Se são velhos, dão muita manutenção. Se são novos custam caro;

Outros fatores não mencionados:

- A própria dependência do país no setor rodoviário. Para efeito de comparação, nos EUA, país de tamanho similar ao do Brasil, apenas 26% das cargas são transportadas por rodovias. Estima-se que a produtividade americana seja cinco vezes maior que a nossa. Ou seja, falta de opção não permite que haja concorrência entre setores (ferrovias e trens, por exemplo). E se um deles falhar, há atraso, mas as mercadorias ainda chegam ao consumidor uma vez que o transporte é dividido entre os vários meios de transporte de carga;

- Custo ambiental – devido ao Diesel com muito enxofre e ao grande número de caminhões, a emissão de monóxido de carbono e material particulado é muito grande. O dobro dos EUA. Pneus velhos aos montes também agravam o custo ambiental.

Algo bom nesse cenário desolador? Bem, pelo menos os caminhões melhoraram consideravelmente em termos de conforto e tecnologia! Tem sistema de embreagem com dupla assistência pneumática, que fazem com que seu pedal seja tão leve quanto o de um carro 1.0.

Se isso não basta, o câmbio pode ser automatizado, com 12 marchas à frente e quatro à ré sem pedal e com acionamento por botões. Geladeira e até cama beliche para que dois motoristas descansem com o corpo totalmente esticado. Motorista descansado é motorista mais atento, produtivo e menos irritado.

No campo das tecnologias ambientais também houve progressos nos materiais empregados nos filtros, lonas de freio sem amianto e pneus de compostos biodegradáveis. A adoção de motor com gerenciamento eletrônico e apto a rodar com biodiesel também já dá seus primeiros passos, com vistas a atender à legislação de emissões Proconve P7/Euro 5 de 2012.

O objetivo é andar mais, economizar combustível e poluir menos. A Mercedes chama sua tecnologia ecológica de Blue Tec 5 no seu Actros e a Volvo batizou a sua de SCR, nos FH e FHX.
Achou pouco?

Veja a lista de itens de série de um caminhão Top de Linha: Piloto automático / computador de bordo / teto solar elétrico / bancos pneumáticos / ar condicionado noturno / sensor de chuva com acionamento automático dos faróis / Freio-motor de cabeçote (Top Brake) / Freiios ABS / ASR – controle de tração das rodas / Bloqueio do diferencial / Suspensão traseira pneumática / Espelho retrovisor auxiliar / Sistema ativo de frenagem / Retardador Voith / Sistema de controle de proximidade / Sistema de orientação de faixa de rolagem / motor 6 cilindros de 16 litros / Potência de 750 cv e torque de 360 Kgmf a 1800 RPM

Pois é: já dá até uma invejinha. E saiba que este investimento em conforto e tecnologia tem atraído para trás do volante mulheres e senhoras. Isso mesmo: as caminhoneiras! Animou-se? Vá em frente, amigo. Mas vale lembrar que a vida de aventuras com final sempre feliz como no seriado Carga Pesada, é um pouco romantizada.

Na vida real, o buraco é mais embaixo. Muitos se lembrarão de você apenas se houver uma greve na categoria, como já houve, pois aí vai começar a faltar fralda para o bebê, combustível na bomba ou açúcar pro cafezinho.

O que observo é que ainda assim, parece ruim mas vicia. O que mata um caminhoneiro de angústia é não viajar. Mesmo não sabendo o que vai encontrar pela frente… Pode-se ver uma indicação desse otimismo nas bem humoradas frases de párachoque de caminhão como esta: "Feliz foi Adão, que não teve sogra nem caminhão!".

O que eu particularmente desejo para este setor é um equilíbrio nos meios (modais) de transporte, de modo que ferrovias e hidrovias viessem somar, pois não seriam inimigos, mas aliados de todos.

Consumidores poderiam comprar produtos com preços reduzidos, devido a sistemas mais eficientes. E os próprios caminhoneiros e transportadores fariam viagens mais curtas e mais rentáveis, em raios de até 300 Km. Gastariam menos sua cara"ferramenta" e ganhariam em saúde e qualidade de vida. Será isso possível algum dia? O que você acha, leitor?

Por Gerson Brusco Gonzalez


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Análise de estilo: Hyundai Elantra

Notícias Automotivas - Carros - Análise de estilo: Hyundai Elantra

hyundai elantra analise de estilo 1 Análise de estilo: Hyundai Elantra

Existem carros que quando criados, acabam por ser a referência de toda a linha. Por introduzirem um conceito novo na marca, seus "irmãos" acabam seguindo-os. E geralmente, o primeiro passo é sempre o mais ousado.

Foi assim com o Peugeot 206, que por anos influenciou o desenho de toda a Peugeot, a ponto de seu sucessor, o 207 (o verdadeiro, não o produzido aqui no Brasil), ter bebido da mesma fonte. Foi assim com a Ford, quando com o Ka, em 1997, lançou o estilo "New Edge", balizando os outros lançamentos. Há muitos exemplos.

A Hyundai, com seu chefe de design, Thomas Bürkle, passou a usar uma linguagem própria também, batizando-a de "escultura fluída". Se a Ford surgiu com o estilo "Kinetic", que propõe uma impressão de movimento, mesmo com o carro parado, a Hyundai segue o mesmo caminho e vai além. Ela além de movimento, quer passar a impressão de continuidade.

A lembrança que vem em nossa mente é algo orgânico, mas complexo. Não consigo pensar em nada melhor para exemplificar que um rio de águas em velocidade, com depressões e contornos em pedras.

hyundai elantra analise de estilo 2 Análise de estilo: Hyundai Elantra

O Elantra que começa a ser vendido aqui no Brasil foi desenhado por esta influência de "escultura fluída". Não é o primeiro a ser lançado com esta linguagem, como os citados acima, mas parece ser o que melhor a assimilou. Ele não é tão extravagante quanto o Sonata e o Azera, nem tão comedido quanto o Accent. Talvez o tamanho o tenha ajudado, mas é certo que é um carro criado para chocar e ser lembrado por muitos anos.

Na dianteira, as linhas seguem em várias direções e formam um belo conjunto, onde equilíbrio parece ser a palavra chave. Começando pelos faróis, temos uma peça espichada, em forma de folha. Se não inova (tanto) no desenho, mostra que seu interior teve uma atenção ímpar. Temos um refletor envolto por um friso de formato irregular, um refletor acima deste e a luz de direção, todos com ângulos cada vez mais agudos, combinados.

Vale ressaltar que a luz de direção está em seu melhor lugar, na extremidade externa do farol, ao contrário de alguns lançamentos, onde está junto a grade dianteira, prejudicando a visibilidade de outros motoristas, quando o carro não tem repetidor de seta lateral.

Existe uma linha, contínua e variável, que percorre todo o carro, que na dianteira podemos segui-la desde a capota, passando pelo capô, emoldurando a grade superior e inferior, formando um perfil hexagonal que é a característica de alguns dos novos Hyundais (como o ix35 por exemplo). Há outros vincos, mais suaves, é verdade, mas mostram uma dianteira baixa e com o máximo de largura visual.

hyundai elantra analise de estilo 3 Análise de estilo: Hyundai Elantra

Cabe aqui também falar de um detalhe muito interessante no desenho da grade inferior. Ela tem aletas horizontais como vários outros carros, mas nas suas extremidades elas são achatadas, combinando com os vincos que emolduram os faróis de neblina. O Elantra é repleto de detalhes assim, pequenos, mas de muito bom gosto.

"Fluindo" para a lateral, temos uma frente curta e inclinada, com caixas de rodas destacadas. Faróis, capô, tudo com formas esticadas. Nada no desenho é reto, a não ser um vinco que percorre as caixas de rodas. Estes vincos, formando um vértice a frente da roda dianteira e após a roda traseira é achatado, transfere a área inclinada dos para-lamas para um ângulo reto.

Ele foi incluso para variar a luz, mas acima de tudo, para deixar o visual do Elantra com a máxima largura possível. Destoa um pouco, mas o carro é bem desenhado e este pequeno detalhe acaba passando despercebido na maioria das vezes.

Sua cabine avançada, frente curta, traseira alta e também curta lembra muito o estilo usado pela Chrysler no Stratus, por exemplo. Chamava-se Cab Forwrad, ou Cabine Avançada. Em toda lateral, vimos uma profusão de vincos, nem sempre com a mesma orientação. Mas é possível observar como no fim todos formam um conjunto muito harmônico.

hyundai elantra analise de estilo 4 Análise de estilo: Hyundai Elantra

O vinco mais marcante é o que começa mais ou menos no terço superior da porta dianteira e segue até dar forma às lanternas traseiras. Um vinco inferior, perto já das soleiras das portas, mais discreto, também pode ser notado. São os dois, em conjunto, que jogam com a luz e sombra e criam a impressão de movimento.

Mas a lateral não é só isso. O desenho das janelas também merece destaque. São apenas duas janelas, mas com os ornamentos que ela ganha, não teriam sido mais bem esculpidas. Aqui é uma forma de mostrar como designers podem compreender bem a redução de custos (lembrem-se que aqui será um sedã médio, mas nos EUA é um simples e barato sedã compacto), mas conseguir superá-los.

Com apenas duas janelas, foi dado ao conjunto todo linhas que estão perfeitamente inseridas no contexto do carro. Notem que existe um pequeno acabamento preto no para-lama, junto ao retrovisor. È neste ponto que as janelas começam (visualmente), em um ângulo bem agudo, segue com molduras também pintadas em preto e termina, com a linha de base ascendente, em um pequeno acabamento preto em formato triangular. Vejam que com apenas quatro elementos, cria-se uma imagem semelhante a uma folha.

Os retrovisores são um capítulo a parte. Mesmo englobando a parte inferior em preto, repetidores de seta e capa na cor do veículo, não é um item meramente colocado lá. Atentem para o discreto vinco nele, que faz a transição entre a base reta das janelas com a grande inclinação do arco das mesmas. E não é só isso, olhando lateralmente ou em três quartos de frente, este vinco faz par com a linha ascendente da base das janelas traseiras.

hyundai elantra analise de estilo 5 Análise de estilo: Hyundai Elantra

Terminando a lateral, já chegando a parte traseira, observamos a combinação de linhas que traz a impressão de fluidez. Se no estilo Kinetic, da Ford, a preocupação é passar movimento, a Hyundai vai mais longe passando movimento e continuidade, fluidez. Reparem na parte traseira e temos três orientações distintas. A superior aponta para cima, com as linhas das janelas, ascendentes.

A do meio, criada pelo vinco na linha de cintura, é também inclinada, mas quase horizontal. A terceira e última é formada por linhas criadas a partir das caixas de rodas e um vinco logo após a metade da lanterna e é claramente orientada para baixo.

Estas três linhas distintas em suas orientações é que criam a impressão de fluidez, algo como um rio onde a água encontra margens mais distantes e se dissipa, por exemplo. As variações de luz aumentam ainda mais esta impressão. O carro todo é muito bem desenhado e bonito, mas esta parte se mostra a mais ousada e também a mais bonita.

Chegando a traseira, curta e alta, vemos que as formas não seguiram a função. Devido ao seu desenho, buscando também uma clara alusão aos cupês, temos uma tampa do porta-malas pequena, que dificulta a colocação de objetos no porta malas. O para-brisa traseiro, grande e avançado, pode ser um tormento para os passageiros do banco de trás, em dias de sol muito forte. Mas isso pode ser resolvido, em parte, com uma persiana.

hyundai elantra analise de estilo 6 Análise de estilo: Hyundai Elantra

As lanternas horizontais e esticadas, adicionam largura visual ao carro. E sua configuração interna segue o tema dos faróis. Outros detalhes da traseira também merecem destaque. A simulação de um extrator de ar no para-choque traseiro, discreto, ajuda na impressão de fluidez das linhas. E a antena tipo "tubarão", acima da capota, talvez nunca tenha encontrado um carro que melhor combine com ela.

O interior, por sua vez, também é moderno, mas um pouco mais parecido com os outros carros da marca. Temos a sugestão de um "H" no volante e no console central, painel com velocímetro e conta-giros em copos separados, tendo o meio preenchidos por visor e luzes espia.

Aqui cabe uma crítica quanto ao posicionamento baixo das saídas de ar centrais. Muito baixas, ficam com o desempenho comprometido. A do lado do motorista ainda fica encoberta pelo volante. Isso pode ser um tormento quando ligamos o ar condicionado. Quem tem um Palio/Siena ou Strada sabe bem do que estou falando.

É um carro, enfim, de grande beleza. Não é uma beleza conseguida por linhas simples, longe disto. É sim, uma beleza esculpida, mais complexa e que nos exige mais ao admirá-la. E isso a torna instigante. Não sei se o Elantra será considerado um clássico um dia, mas certamente será lembrado por seu equilíbrio e ousadia.

Por Durval dos Santos Neto


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VÍDEO: Mustang Shelby GT 500 (Eleanor)

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Vídeo do engarrafamento gigante da Imigrantes

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Fábrica da JAC, um sonho a médio/longo prazo

Notícias Automotivas - Carros - Fábrica da JAC, um sonho a médio/longo prazo

jac j3 2012 2 Fábrica da JAC, um sonho a médio/longo prazo

A partir das medidas anunciadas pelo governo, de aumento de 30% do IPI para carros importados, a JAC reavalia sua decisão de construir uma fábrica no País. Com um cenário jurídico indeciso, é difícil entrar no 'clube do Bolinha das montadoras', disse Habib. Segundo ele, ninguém mais pode entrar nesse clube aqui no Brasil.

Habib ainda diz que não é difícil destinar 0,5% do faturamento à pesquisa e desenvolvimento, difícil é começar a produzir com 65% de peças nacionais. Assim, Habib espera ganhar prazos maiores em Brasília para aumentar o conteúdo local dos carros da JAC.

Fonte: Automotive Business


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Vai ser greve pra todo lado

Notícias Automotivas - Carros - Vai ser greve pra todo lado

hyundai coreia greve Vai ser greve pra todo lado

Os metalúrgicos paulistas de Campinas, São José dos Campos e respectivas regiões não aceitaram a maioria das propostas feitas pelas empresas na semana passada. As ofertas foram equivalentes 0,5% de ganho real. Por isso haverá novas greve nessas regiões.

Na Benteler os trabalhadores aprovaram o reajuste de 10,5%, no entanto, em Campinas a Mercedes-Benz continua em greve. Ainda nessa semana deve haver greve no setor de autopeças, em empresas como Agritec, Bosch, Eaton, KS (pistões), Magneti Marelli, Mann Hummel, Valeo e Wabco, entre outras.

Nas empresas CAF e a Amsted Maxion, os funcionários também estão em greve. Estima-se que 3.700 trabalhadores no setor ferroviário da região estão parados. Também é estimado que 24 fábricas tenham feito paralização na região de São José dos Campos.

Fonte: Automotive Business


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BC: novas regras para apoiar o consumidor

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fox 2011 BC: novas regras para apoiar o consumidor

Para ajudar o consumidor na hora da escolha entre as opções de consórcio o Banco Central adotou novas regras para facilitar a comparação de custos e de outras condições nas operações de consórcio.

O objetivo dessas novas medidas é obrigar as administradoras de consórcio a divulgar os custos da participação em grupos de consórcios em taxa percentual, calculada sobre o valor do crédito.

Para isso, o cliente precisa contemplar pelo menos a taxa de administração, a taxa de fundo de reserva, constituído para cobrir despesas de responsabilidade do grupo de consórcio, se houver, e o percentual correspondente ao seguro contra inadimplência, se houver.

Além dessas novas medidas, a administradora de consórcio fica proibida de cobrar tarifa pela emissão de boletos de cobrança, carnês e assemelhados para pagamento de obrigações financeiras decorrentes de operações de consórcio.

Também, a administradora de consórcio terá de usar redação clara, objetiva e adequada nos contratos de participação em grupos de consórcios, bem como em informativos e demais documentos emitidos pelas administradoras de consórcios.

Assim, o cliente terá o entendimento do conteúdo e a identificação de prazos, valores, encargos, multas, datas, locais e demais condições dos grupos de consórcios.


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Não estou tentando arrancar teu couro enquanto conserto seu carro

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logo jalopnik Não estou tentando arrancar teu couro enquanto conserto seu carro

Leia no Jalopnik: Se há um negócio mais associado ao medo de um golpe que a compra de um carro, é o seu conserto. O mecânico Jeremy Waters explica porque as pessoas precisam confiar mais – pelo menos em sua oficina.


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BMW e Mercedes montam carros no México – luxo alemão mais barato?

Notícias Automotivas - Carros - BMW e Mercedes montam carros no México – luxo alemão mais barato?

mercedes mexico BMW e Mercedes montam carros no México   luxo alemão mais barato?

Muito se fala na queda de vendas de carros de luxo no país devido ao aumento de 30% no IPI para carros importados.

No entanto, nem todas as marcas do segmento de luxo poderão reclamar. Do trio alemão de luxo, pelo menos BMW e Mercedes-Benz possuem produtos montados no México.

A BMW de México – como chama a empresa por lá – monta diversos modelos na terra dos Astecas, como as Séries 3, 5 e 7, além do X5, por exemplo. Essa operação é do tipo CKD, e aparentemente não atende aos requisitos exigidos pelo governo.

Já a Mercedes-Benz possui quatro fábricas no país, sendo uma de caminhões e ônibus, uma de veículos utilitários, uma para a fabricação de modelos como Classe C e E, e uma unidade para montagem CKD de modelos como CLS, CL, entre outros.

Como a Mercedes-Benz possui fábricas no Brasil, com a medida do governo, trazer carros de luxo da Europa vai ficar bastante inviável. Diante disso, o México poderia ser uma fonte viável, já que pelo menos as Classes C e E poderiam chegar aqui sem o IPI maior.

Mas, aí surge uma situação muito interessante. Vamos supor que a Mercedes-Benz realmente aposte nessa operação – como faz as quatro grandes – e traga alguns modelos de lá.

O interessante aí é que mesmo pagando 35% de Imposto de Importação, o Mercedes-Benz Classe C ficou em 10º na primeira quinzena de setembro, logo a frente do Vectra e do 408. No acumulado do ano, o já emplacou mais de 4 mil unidades.

Vindo do México, o Mercedes-Benz Classe C chegaria sem o II e IPI maior, ficando teoricamente mais barato no mercado nacional.

Ou seja, ao invés do importado ficar mais caro, nesse caso ficaria até mesmo mais barato! Já imaginou um Classe C custando entre R$90.000 e R$95.000? Pois é, para o governo seria um tiro que saiu pela culatra.


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Toyota Prius enfim chegará ao mercado brasileiro – híbrido desembarca em 2012

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prius plug in Toyota Prius enfim chegará ao mercado brasileiro   híbrido desembarca em 2012

O híbrido mais vendido do mundo deverá ser vendido no mercado brasileiro a partir de 2012. O Toyota Prius 2012 será lançado em breve no país.

O Prius é equipado com um motor a gasolina de ciclo Atkinson, motor elétrico, transmissão eletrônica do tipo CVT e baterias de níquel-cádmio ou íons de lítio (Plug-In). O modelo deve ser apresentado em alguns eventos no país e provavelmente disponibilizado para avaliação.

Temos conhecimento de algumas do Prius que já chegaram ao país, sendo estas provavelmente disponibilizadas para tais eventos no país. Preço? Agora isso é uma incógnita.

Algum tempo atrás, a previsão ficava em torno de R$100.000, mas com o recente aumento do IPI para carros importados, provavelmente esse valor ficará maior, atrapalhando a estratégia da Toyota de torná-lo mais viável.

[Fonte: IG]


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