BMW Série 1 2012 tem confirmados pacotes aerodinâmico e de performance para Frankfurt
Notícias Automotivas - Carros - BMW Série 1 2012 tem confirmados pacotes aerodinâmico e de performance para Frankfurt
A BMW confirmou o lançamento de pacotes de acessórios esportivos e de aumento de desempenho para a Série 1 2012, conforme havíamos falado anteriormente.
O Série 1 2012 agora terá disponível um kit esportivo feito pela M Sport, trazendo spoilers integrados aos para-choques, suspensão rebaixada, rodas esportivas, faixas decorativas na carroceria, saias laterais e difusor traseiro.
Por dentro, volante de três raios com fundo branco e acabamento em Alcântara, pedais esportivos e alavanca de câmbio em fibra de carbono. No visual geral, rodas aro 18 ou 19 podem ser inseridas.
Duas linhas de acessórios também serão lançadas para a Série 1 2012, sendo batizadas de Urban Line e Sport Line, compreendendo vários itens, tais como suporte para bicicleta, bolsas específicas, tapetes personalizados, entre outros.
Mais potência no 3.0
Junto com esses pacotes, a BMW estende as novidades para a Série 3, mais precisamente o 335i. Este – junto com os novos 135i Coupé 2012 e 135i Cabriolet 2012 – ganharão um pacote de performance para seus blocos seis em linha 3.0.
Com isso, a potência original de 306 cv sobe para 326 cv, enquanto o torque pula de 43,7 para 45,7 kgfm. Haverá ainda um segundo kit com radiador de alumínio e ventoinha mais potente.
X5 M e X6 M
Os dois principais SUV da BMW também ganham novos acessórios para a linha 2012, como rodas esportivas aro 21, detalhes externos em fibra de carbono, novas saias laterais, grade preta, spoilers traseiros pretos e defletor de ar maior. Por dentro, a dupla off-road da BMW ganha volante em couro Alcântara com novo formato.
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Hyundai revê metas globais para 2011
Notícias Automotivas - Carros - Hyundai revê metas globais para 2011
Anteriormente a coreana Hyundai esperava uma venda de cerca de 3,9 milhões de veículos em 2011, porém alguns fatores contribuíram para que a “empresa mais lucrativa da Coréia”, reavaliasse a atual situação.
Um dos fatores foi o excelente faturamento de R$ 14 bilhões só nos 6 primeiros meses do ano. Além disso, ela tem crescido e imposto seu nome tanto no mercado europeu como no mercado americano. Outro trunfo da marca é aproveitar as dificuldades das japonesas por causa dos tsunamis, e crescer cerca de 17,5% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado.
Na verdade, o que podemos ressaltar como fator predominante para frear um crescimento ainda maior, é de a montadora possuir capacidade de produção limitada. Mesmo assim com um preço inferior em relação às outras marcas, as expectativas são muito boas para a coreana, que pretende também aplicar expandir-se ainda mais em países como, por exemplo, Brasil, Rússia, Índia e China.
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VÍDEO: Need For Speed The Run – Porsche 911 2012 Trailer
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VÍDEO: Entrevista com Cledorvino Belini, a respeito da fábrica da Fiat em Pernambuco
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VÍDEO: Ultrapassando 326 km/h com o Audi R8 GT
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Nissan Rogue 2012 chega ao mercado americano a partir de US$22.340
Notícias Automotivas - Carros - Nissan Rogue 2012 chega ao mercado americano a partir de US$22.340
O Nissan Rogue 2012 chega ao mercado americano tal como muitos lançamentos acontecem aqui no Brasil, sem novidades.
O crossover japonês chega com preços a partir de US$22.340 e disponível nas versões S, SV, Special Edition, Premium e SL.
Com tração dianteira ou integral, o Rogue 2012 pode oferecer vários itens, tais como sistema de navegação e entretenimento com tela de LCD de 4,3 polegadas, Bluetooth, câmera de ré, sistema de monitoramento 360º, faróis de xenônio, áudio Bose, partida remota, entre outros.
O Nissan Rogue 2012 é disponível apenas com motor 2.5 16V de 170 cv e 24,1 kgfm. A transmissão automática é do tipo CVT.
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BYD F3DM chega ao mercado chileno
Notícias Automotivas - Carros - BYD F3DM chega ao mercado chileno
A BYD está investindo pesado no mercado chileno. A marca chinesa vai atuar em dois segmentos com veículos híbridos e elétricos.
O principal destaque é o F3DM, o sedã baseado no Toyota Corolla anterior que possui sistema Dual Mode de propulsão.
Híbrido, o F3DM tem motor 1.0 16V de 68 cv, acoplado a um motor elétrico e abastecido através de baterias de fosfato de ferro.
Como operação nos modos elétrico e híbrido, o F3DM pode percorrer 100 km só com a energia das baterias e mais 300 km utilizando o motor 1.0 a gasolina. A velocidade máxima é de 160 km/h.
A BYD firmou uma parceria com a concessionária de energia Chilectra, e vai introduzir 200 ônibus elétricos – que usam baterias de fosfato de ferro – K9 no transporte público de Santiago. A Chilectra pretende criar pontos de recarga no país.
[Fonte: Auto Cosmos]
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Eterniti Hemera – primeiras fotos oficiais do Cayenne anabolizado
Notícias Automotivas - Carros - Eterniti Hemera – primeiras fotos oficiais do Cayenne anabolizado
Apesar de ser baseado no Porsche Cayenne e aparentar uma versão anabolizada do SUV alemão, o Eterniti Hemera será construído no Reino Unido e não apenas adaptado.
Ele será feito todo à mão, e seu visual mostrada a mesma agressividade de pacotes esportivos de personalização, infelizmente.
A falta de originalidade será compensada em parte pelos itens oferecidos pelo Hemera, como bancos traseiros individuais e com ajustes elétricos, iPad, geladeira para bebidas, entre outros.
O Hemera terá 620 cv e alcançará 288 km/h, indo de 0 a 100 km/h em pouco mais de 4 segundos. O preço no Reino Unido deve ficar em torno de £150.000. Compensa?
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Corvette ZR1 e Grand Sport serão vendidos no México
Notícias Automotivas - Carros - Corvette ZR1 e Grand Sport serão vendidos no México
Muitos modelos americanos não são vendidos oficialmente no mercado mexicano, e dois modelos do Corvette são exemplos disso: ZR1 e Grand Sport. Essas duas versões acabam de serem anunciadas pela GM mexicana. Até agora, apenas a versão Coupe era vendida.
O Chevrolet Corvette ZR1 tem bloco V8 6.2 com 638 cv (contra 430 cv do Coupe) e cavalares 83,2 kgfm! A transmissão automática tem seis marchas e a suspensão fornece até 1G nas curvas, quase como carros de competição.
Rodas aro 19 na frente e 20 atrás dão conta do recado, bem como freios Brembo de carbono-cerâmica dão conta do recado. Os pneus Michelin Pilot 2 são feitos exclusivamente para o ZR1.
Grand Sport
O conhecido Corvette Grand Sport oferece motor V8 6.2 com 430 cv e 58,4 kgfm, oferecendo estilo e desempenho em um belo e rápido conversível.
Ele traz rodas aro 18 na frente e 19 atrás, tomadas de ar reforçadas e freios com discos ventilados especiais.
A GM ainda não informou os preços da nova dupla de ícones americanos na terra dos astecas, mas com certeza chegarão com preços parecidos com os dos EUA.
[Fonte: Portal Automotriz]
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Chevrolet divulga o motor antes do carro
Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet divulga o motor antes do carro
Nos últimos anos observamos a envelhecida linha de propulsores GM no Brasil ficando cada vez mais para trás da concorrência, mas isso está para mudar em breve, começando com o lançamento do Cruze.
O interessante é a estratégia de marketing usada pela General Motors. Durante a prova de Stock Car no último domingo, dia 4, foi ao ar o comercial de TV que apresenta os atributos do Ecotec 6, motor do sedã. Ou seja, apresentaram o motor antes do carro.
O narrador do comercial comenta que o novo motor Ecotec 6, com câmbio manual de seis marchas ou automático de seis marchas, entregará mais performance e economia.
Caso queira conferir o comercial, acesse o link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=kcJ_Cv7xfpw
Para o Brasil, o Ecotec 6 1.8 16V, foi adaptado para aceitar tanto álcool como gasolina. E com os 144 cv e duplo comando de válvulas promete oferecer maior torque e mais potência, juntamente com menor consumo e emissão de poluentes.
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Mercedes-Benz Classe A 2012 em formato compacto
Notícias Automotivas - Carros - Mercedes-Benz Classe A 2012 em formato compacto
Será smart forfour ou Classe A 2012 em formato compacto? O futuro competidor da Mercedes-Benz no segmento de compactos Premium poderia ser uma das duas opções.
Como já sabemos que a Daimler trabalha no desenvolvimento de um modelo maior da smart, o sucessor do antigo forfour, então a idéia de um Classe A 2012 de tamanho menor se desfaz.
Mesmo assim, para aguçar a curiosidade e competir no Photoshop Contest 31 da Car Spy Shots, o designer Theophilus Chin criou uma versão menor do futuro Classe A, baseado no recém lançado Classe B.
O visual geral não é ruim, mas ele não aparenta ser uma opção mais jovem e atraente diante do Audi A1 ou MINI Cooper, por exemplo. Daria certo? Acreditamos que não.
[Fonte: Theophilus Chin]
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Os 35 anos do Golf GTI – parte 1
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Nissan Sentra Unique: série especial terá apenas 300 exemplares. Preço: R$69.990
Notícias Automotivas - Carros - Nissan Sentra Unique: série especial terá apenas 300 exemplares. Preço: R$69.990
O Nissan Sentra Unique é uma série especial do sedã japonês com apenas 300 exemplares oferecidos pelo preço unitário de R$69.990.
O modelo é baseado na versão SL e tem como principal destaque acabamento interno em couro bege, tantos nos bancos como nas portas.
Além disso, o Nissan Sentra Unique traz ainda faróis e lanternas escurecidas, ponteira cromada e tapete acarpetado com o logotipo Unique.
Como se trata da versão SL, o Nissan Sentra Unique traz vários itens de conforto e segurança de série, tais como rodas aro 16, volante multifuncional, seis airbags, ABS, câmera de ré, sistema de áudio Rockford Fosgate com tela de 4,3 polegadas, teto solar elétrico, entre outros.
O motor 2.0 16V VVT Flex entrega 143 cv e 20,3 kgfm, independente do combustível. A transmissão automática é a CVT Xtronic. Abaixo, preços da linha Sentra 2012:
Sentra 2.0 Flex MT – R$52.990
Sentra 2.0 Flex CVT – R$58.290
Sentra 2.0 S Flex CVT – R$62.290
Sentra 2.0 SL Flex CVT – R$69.990
Sentra 2.0 Flex Unique CVT – R$69.990
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Sindicatos querem IPI menor para carro
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Honda Civic Typer R Mugen 2.2 – esportivo japonês só para a Europa
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Perto de ser substituído pela nova geração, o Honda Civic europeu ganha uma versão bastante esportiva para sua despedida.
Trata-se do Honda Civic Type R Mugen 2.2. Este hatch oferece bastante esportividade e desempenho, já que foi preparado praticamente para as pistas.
Seu motor 2.0 foi ampliado para 2.2 litros, entregando através de um turbo compressor, 260 cv e 25 kgfm.
Para manter o Civic Type R Mugen 2.2 no chão, foram introduzidos apêndices aerodinâmicos, freios redimensionados, suspensão rebaixada, rodas esportivas, aerofólio traseiro, etc.
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Avaliação completa do Ford Focus Titanium
Notícias Automotivas - Carros - Avaliação completa do Ford Focus Titanium
A linha 2012 do Focus chegou em março com uma redefinição do mix da linha do médio – o fim da versão Ghia e a introdução da Titanium. Na teoria, era para uma substituir a outra. Mas não foi exatamente o que aconteceu. A Ford acrescentou novos equipamentos à versão GLX, que se aproximou do posto antes ocupado pela Ghia, sem opcionais.
Enquanto isso, a Titanium chegou para ocupar apenas o lugar da Ghia completa, como topo de linha do Focus e vitrine de luxo e de equipamentos. E cobra por isso, como qualquer carro que tenha o requinte como atrativo. A Titanium parte de salgados R$ 79.210 na configuração sedã, quase os mesmos R$ 83.660 do médio-grande Fusion 2.5. De quebra, alivia a Ford do pagamento de royalties ao estúdio italiano de design Carozzeria Ghia SpA, que dava o nome ao antigo modelo.
Mas, pelo menos, dá ao cliente uma lista de equipamentos recheada. Além do que a Ghia já tinha – como teto solar, botão de partida, direção hidráulica com três níveis de ajuste, ar-condicionado digital dual zone, ABS, airbag duplo, banco de couro com ajustes elétricos para o motorista e rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth –, a Titanium adiciona faróis autodirecionais, novas rodas de liga leve de 16 polegadas, sensor de chuva e porta-luvas refrigerado. O único opcional é a pintura. A metálica sai por R$ 975 e a perolizada por R$ 1.245.
Com as mudanças dentro da linha do Focus, as vendas sofreram variações. A média mensal de vendas do Focus sedã até março foi de 580 carros. De abril até agosto, o veículo teve média de 650 unidades mensais. Já o hatch comercializou no mesmo período uma média de 2.150 unidades. O que significa que o bom desempenho do dois volumes torna o Focus o terceiro médio mais vendido do Brasil, atrás Toyota Corolla e do Hyundai i30. No lançamento do modelo, em 2008, a marca esperava que 70% dos Focus vendidos no Brasil fossem sedãs.
Parte desta reversão de expectativas pode ser explicada pelo visual controverso do sedã. A frente é bonita, com faróis com formato irregular e a grade trapezoidal envolta por frisos cromados alinhados com o design Kinetic. A lateral é discreta. O destaque vai para as belas rodas de 16 polegadas, exclusivas desta versão. Mas a traseira parece não combinar com o resto. As lanternas em formato triangular são muito comuns – ainda mais quando comparadas com as do Focus hatch, bem mais ousadas.
Além disso, o Focus sedã, por ser uma adaptação do hatch, conta com portas pequenas na traseira e um entre-eixos acanhado quando comparado à concorrência – 2,64 metros contra 2,70 m do Peugeot 408 e do Renault Fluence.
No trem de força, nenhuma novidade. O motor é o Duratec 2.0 16V com bloco e cabeçote feitos de alumínio que desenvolve 148 cv a 6.250 rpm e 19,47 kgfm de torque 5.250 giros. Como é uma versão que busca o requinte, a Titanium é equipada apenas com a transmissão automática de quatro velocidades com opção de trocas manuais. Apesar de ser um carro ainda relativamente novo no Brasil, o Focus já está em sua terceira geração na Europa – aqui está na segunda. Ainda não há confirmação, mas é possível que este novo Focus seja vendido no Brasil em 2014.
Ponto a ponto
Desempenho – O motor 2.0 Duratec é um dos trunfos do Focus. Com 148 cv de potência e 19,47 kgfm de torque, ele move o sedã médio da Ford com desenvoltura e leva o modelo de zero a 100 km/h em marca proxima aos 11 segundos. Entretanto, a transmissão automática de quatro marchas parece limitar demais a esportividade do Focus. Nota 8.
Estabilidade – Sem dúvida a melhor característica do Focus. A suspensão traseira independente do tipo Multilink consegue deixar o carro estável em qualquer situação, sempre com uma alta sensação de segurança. Ainda é uma das referências do segmento neste aspecto. Nota 9.
Interatividade – A versão Titanium é bem servida. O banco do motorista tem ajustes elétricos, o que torna a tarefa de achar a melhor posição de dirigir bastante simples. O rádio tem ajustes na coluna de direção enquanto que o volante mutifuncional controla o piloto automático. Todos os outros controles estão ao alcance das mãos e são intuitivos. Nota 8.
Consumo – O Ford Focus Titanium fez uma média combinada de 7 km/l com etanol no tanque. Ficou bem próximo dos 7,7 km/l que a marca declara. O Inmetro não tem medições do Focus com câmbio automático. Nota 7.
Conforto – A excelente suspensão independente também aparece no conforto. Ela filtra as imperfeições do piso com qualidade, sem passar grandes solavancos para o interior. Todos os ocupantes contam com bom espaço para pernas e ombros. Pessoas com mais de 1,75 m na traseira acabam encostando a cabeça no teto. Nota 8.
Tecnologia – Apesar de já estar uma geração à frente na Europa, o Focus ainda é um carro moderno para o mercado nacional, com plataforma de 2004 e motor com bloco e cabeçotes feitos em alumínio. A configuração Titanium adiciona itens interessantes, como os faróis direcionáveis. Nota 8.
Habitabilidade – O Focus dispõe de uma razoável oferta de porta-objetos na cabine. O maior deles serve também de apoio de braço e abriga as entradas auxiliar e USB do rádio. Com 2,64 metros de distância entre-eixos, o sedã médio da Ford não é dos maiores do segmento, mas consegue levar cinco ocupantes sem grandes apertos. Nota 7.
Acabamento – O aspecto geral do interior é bom, com plásticos de boa qualidade. Quase não existem rebarbas aparentes. Mas não se compara com alguns concorrentes, recheados de materiais emborrachados. Nota 7.
Design – Se a versão hatch ainda é uma referência de design no segmento, o mesmo não acontece com o sedã. Visto de perfil, o carro até não compromete graças ao caimento da coluna, mas a traseira não combina com o resto do veículo. As lanternas são muito conservadoras para um carro com a frente tão moderna. Nota 6.
Custo/Benefício – No topo da briga dos sedãs médios, o Focus Titanium tem como rivais Honda Civic EXS, Toyota Corolla Altis, Volkswagen Jetta Highline, Renault Fluence Privilège e Peugeot 408 Griffe. Por R$ 79.210, o sedã da Ford perde apenas para o carro da Renault. Mesmo dotado de uma boa lista de equipamentos de série e de uma plataforma ainda moderna, pagar quase R$ 80 mil em um sedã médio não é algo que possa ser considerado barato. Ainda mais com o maior e mais potente Fusion 2.5 sendo vendido nas mesmas concessionárias a R$ 83.660. Nota 5.
Total – O Ford Focus Titanium sedã somou 73 pontos em 100 possíveis.
Impressões ao dirigir - Embalo sinuoso
Dirigir o Ford Focus sedã é sempre uma experiência prazerosa. O carro tem, sem dúvida, boa dirigibilidade. E o principal responsável por isso é a suspensão traseira independente do tipo Multilink. Ela é rígida sem ser desconfortável e consegue passar um alto grau de segurança nas curvas. Com isso, pode se dizer que pegar uma subida de serra com o sedã médio da Ford é bem divertido. Mesmo nesta versão sedã, em que a traseira é mais pesada e poderia tender a desgarrar, o Focus se mostra colado ao chão nas mudanças de direção.
O motor também é bastante competente. Ele consegue mover o Focus com boa agilidade, principalmente nas estradas. O fato de ter torque e potência máximas a rotações muito elevadas faz com que o carro seja menos “esperto” na cidade. O câmbio automático tem trocas suaves, mas conta com relações muito longas por ter apenas quatro marchas. Às vezes é preciso optar pelas mudanças sequenciais, feitas na própria alavanca da transmissão.
O espaço interno é bom e consegue levar até cinco ocupantes sem maiores apertos – exceto os maiores de 1,75 m, que podem raspar a cabeça no teto quando sentados no banco traseiro. O conforto a bordo também é melhorado pela suspensão muito bem acertada. Como todo carro norte-americano, o acabamento não ganha tanta atenção no desenvolvimento do veículo. Não que ele seja de má qualidade, mas por quase R$ 80 mil, merecia melhorar.
Como versão topo de linha, o Titanium cumpre bem o seu papel. As rodas de 16 polegadas são bonitas e o farol autodirecionável é um daqueles equipamentos que faz inveja no vizinho. Infelizmente para a Ford, o resto da carroceria não provoca a mesma sensação. O Focus aparentemente sofre de uma “síndrome de Peugeot 307″. Tal qual o carro francês, é elogiado como hatch e muito criticado na variante três volumes. Prova de que somente um belo conjunto dinâmico não faz um carro vender bem no Brasil.
Ficha Técnica - Ford Focus Titanium
Motor: Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.999 cm³, quatro cilindros em linha, duplo comando no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas na admissão. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático com quatro marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 143 cv com gasolina e 148 cv com etanol a 6.250 rpm.
Aceleração 0 a 100 km/h: 11 segundos.
Velocidade máxima: 194 km/h
Torque máximo: 18 kgfm com gasolina a 4.250 rpm e 19,47 kgfm com etanol a 5.250 rpm.
Diâmetro e curso: 87,5 mm X 83,1 mm. Taxa de compressão: 10,8:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora. Traseira independente em braços múltiplos, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Freios: Discos ventilados na frente e discos sólidos atrás. ABS, EBD e controle de frenagem em curvas.
Pneus: 205/55 R16 em rodas de liga leve.
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. 4,48 metros de comprimento, 1,84 metro de largura, 1,50 metro de altura e 2,64 metros de distância entre-eixos. Airbag duplo frontal de série.
Peso: 1.347 kg em ordem de marcha, com 400 kg de carga útil.
Capacidade do porta-malas: 526 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: General Pacheco, Argentina.
Lançamento mundial: 2004.
Lançamento no Brasil: 2008.
Equipamentos de série: Ar-condicionado digital dual zone, acendimento automático dos faróis, airbag duplo, ABS, ajuste de altura e profundidade da coluna de direção, ajuste elétrico do banco do motorista, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth com comandos na coluna de direção, botão de partida, computador de bordo, direção eletro-hidráulica, retrovisor interno eletrocrômico, faróis de neblina, faróis autodirecionáveis, cruise control, trio elétrico e teto solar elétrico.
Preço inicial: R$ 79.210.
Opcionais: Pintura metálica ou perolizada.
Preço da unidade avaliada: R$ 80.185
Por Auto Press
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Gentileza e falta dela: o trânsito sofrido dos grandes centros
Notícias Automotivas - Carros - Gentileza e falta dela: o trânsito sofrido dos grandes centros
Quem mora nas grandes cidades já percebeu que sair de casa de carro tem sido uma verdadeira odisseia. Em Belo Horizonte, por exemplo, a situação beira o absurdo, o que se replica nas outras capitais do país. Independente do horário, pequenos trajetos são feitos em muito tempo em meio às buzinas, cruzamentos fechados, trança-trança de motos e pedestres e completa falta de gentileza. Aliás, onde anda a gentileza no trânsito?
O Brasil vive um boom de vendas recordes de veículos, mesmo custando os olhos da cara, e milhares de pessoas ganham as ruas em seus bólidos, o que é muito válido, afinal temos o direito de realizar nossos desejos e de nos locomover com mais conforto e segurança. Mas se as autoridades de trânsito não conseguem organizar as vias para receber cada vez mais motoristas o caos se instala. É público e notório que o investimento em infra-estrutura viária não anda na mesma proporção do número de carros que ganham as ruas anualmente.
Voltando ao exemplo da capital mineira, a cidade tem recebido um grande investimento na readequação de suas vias públicas. O complexo da Linha Verde, que liga o centro da capital à região do Aeroporto Internacional de Confins e à novíssima Cidade Administrativa, deu um fôlego novo ao trânsito caótico de vias como Antônio Carlos e Cristiano Machado. Ganhou corredores exclusivos para ônibus e táxis e muitos viadutos para evitar cruzamentos demorados.
O alargamento de faixas na Avenida do Contorno, na região da rodoviária, também pretende desafogar um dos maiores gargalos da cidade. A Savassi, na região centro-sul, passa por uma revitalização completa, com inversão de ruas, criação de alças de acesso e locais específicos para pedestres. Em meio a esse turbilhão de pó, máquinas e buracos – que tem como pano de fundo a recepção para a Copa vindoura – os motoristas insistem em viver em seus casulos, sem se importar com quem está ao lado. O estresse é visível.
Quando todos querem chegar ao mesmo tempo em casa o quanto antes e o trânsito empaca não há fiscal da BHTrans (órgão regulador do trânsito na capital) que dê jeito. E infelizmente a falta de educação impera. Em cruzamentos sem semáforo, ou em saídas de vagas de estacionamento, o motorista tem que contar com a sorte e a audácia de embicar o carro para conseguir passar, pois são poucos os que se lembram de dar passagem.
E os apressadinhos que fecham cruzamentos, criando uma reação em cadeia de buzinas e xingamentos? Das conversões proibidas e paradas em fila dupla nem se fala. Outros mais abusados não têm paciência com a massa de veículos 1,0 litro que se esgoelam nas ladeiras vertiginosas de bairros como Santo Antônio ou Buritis. Enfim, é um show de falta de civilidade que aponta o descompromisso do motorista brasileiro com o trânsito à sua volta.
As soluções apontadas pelos especialistas são muitas. A mais interessante, porém mais difícil de sair do papel, é o metrô. Em cidades maiores, como São Paulo, já pensam em cobrar pedágio em determinados espaços ou mesmo restringir o acesso aos automóveis. O problema em proibir a aproximação dos motoristas reside no fato de que o governo não oferece uma contrapartida, como transporte público de qualidade.
Uma amiga professora de BH disse que se pudesse sair de casa, pegar um metrô ou quem sabe um ônibus expresso e atravessar os cerca de 18 km que separam sua casa do trabalho de forma rápida e segura deixaria o carro em casa tranquilamente. Mas na atual conjuntura quem tem paciência para passar mais de uma hora (em horário de pico) dentro de um ônibus muitas vezes lotado?
Portanto a maior arma que os motoristas têm atualmente é a paciência. Dar passagem de vez em quando, ir um pouco mais devagar, respeitar o espaço público, tudo isso contribui para um trânsito mais civilizado. A correria e o estresse não justificam chegar em casa dois ou cinco minutos mais rápido, que é, no frigir dos ovos, o que se consegue com tanta irresponsabilidade. Enquanto não se investe em transporte público rápido, seguro e eficiente, que cubra toda a cidade, o motorista que se acha livre por ter seu próprio veículo continuará sendo refém de sua própria liberdade.
Por Thiago Mariz
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Conectividade automotiva torna o carro mais vulnerável
Notícias Automotivas - Carros - Conectividade automotiva torna o carro mais vulnerável
Com um esforço de tornar o carro mais confortável, seguro e com o consumidor conectado à internet, pesquisas (realizadas por McAfee, Wind River e Escrypt) apontam que componentes de segurança essenciais de um automóvel podem ser invadidos por hackers, caso o acesso físico a esses itens eletrônicos esteja disponível.
Componentes de segurança tais como: airbags, rádios, bancos elétricos, travas, controles eletrônicos de estabilidade e sistemas de comunicação interna do veículo e outros podem ser acessados por hackers.
Um dos exemplos de acesso que os hackers podem ter é por meio de sistemas elétricos. Além de invadir os dispositivos, é possível rastrear um veículo e comprometer a privacidade de passageiros por meio de tags de RFID, utilizando leitores de longa distância a aproximadamente 40 metros.
De acordo com o vice-presidente da McAfee, maior será a possibilidade de ameaças, ataques e manipulações mal-intencionadas enquanto mais funções forem integradas à tecnologia digital de automóveis.
Note quantas ações podem ser manipuladas por meio dos sistemas de um automóvel:
- destravamento e partida remotos do automóvel por meio de telefone celular;
- desativação remota do automóvel;
- rastreamento de localidade, atividades e rotinas do motorista;
- roubo de dados pessoais de um sistema Bluetooth;
- interrupção de sistemas de navegação;
- desabilitação de assistência de emergência.
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Queda nas vendas dos nacionais perante importados
Notícias Automotivas - Carros - Queda nas vendas dos nacionais perante importados
Enquanto as vendas dos automóveis de passeio cresceram 5,2% de janeiro a agosto deste ano (carros que atualmente representam 73% das vendas), as vendas dos nacionais caíram 1,6%, e os importados cresceram 43,2%.
O motivo: consumidores à procura de modelos mais equipados e com motorização mais potente, já que esse tipo de carro não é feito localmente. Por isso, as quatro grandes montadoras resolveram parar a produção dos populares este mês.
A expectativa de recuperação para as nacionais está na nova política do Plano Brasil Maior, que prevê a redução de impostos (IPI) para fabricantes que investirem mais em inovação tecnológica e nacionalização. No entanto, como já foi falado, há um conflito de interesses entre as próprias montadoras.
Fonte: Automotive Business
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Chevrolet Cruze: primeiras impressões
Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Cruze: primeiras impressões
Um leitor do NA, que pediu para não ser identificado, deu uma olhada no Cruze em concessionária da marca, tanto na versão LT quanto na LTZ. Segundo ele, existe uma diferença gritante entre o visual das duas.
Ambas são bem bonitas. Com isto, o Cruze aparenta ser um automóvel de dimensões grandes – imponente, mas com um visual que consegue mesclar o robusto e o esportivo (principalmente na LTZ).
A grande discrepância de ambas as versões do Cruze são as rodas: no LT (da primeira foto), mesmo sendo de aro 17, elas têm a impressão de serem “rodas de um popular”, segundo o leitor. Os pneus têm perfis baixos, lembrando muito os do Peugeot 408 Griffe. Com certeza, “não absorverão muito bem as imperfeições das nossas vias”.
O acabamento interno é bom. Há bom toque, arremates corretos e detalhes interessantes, como se pode ver no painel pelas fotos. Nitidamente, é o mesmo automovel visto nos EUA. Por este lado parece que a GMB conseguiu um automovel moderno, bem acabado e com melhor aparência do que a atual concorrência. O problema, como já sabemos, é a faixa de preço desses sedãs médios de hoje em dia – estão muito caros.
Segundo o vendedor, talvez o melhor ponto do Cruze continue bom: o consumo. Como vários dos leitores do NA são fãs de automóveis monocombustíveis, ficamos meio ressabiados e céticos quanto à possibilidade do consumo do Cruze se manter bom.
Os preços, segundo o vendedor (sentem-se): LT manual 64 mil reais; automática, 69 mil reais. LTZ: 79 mil reais. Os carros ainda não estão disponíveis para test-drive.
A grande mancada, segundo o leitor: faróis de parabolas únicas. Poderia, ao menos, “ser duplo refletor com um projetor no LTZ”.
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