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Notícias Automotivas - Carros - Por um mundo automotivo cheio de cores
O verão é a estação mais quente e colorida do ano. E com a chegada dele, roupas ficam mais coloridas e descontraídas, muita gente quer pegar uma corzinha e até as frutas da estação deixam a mesa mais viva e mais colorida. E os carros continuam a exibir em suas carrocerias preto e prata – e mais recentemente, branco.
Salvo raras exceções no trânsito, ainda podemos observar que as três cores acima reinam absolutas. E tons de cinza (que tecnicamente é uma mistura de preto e branco) juntam-se ao trio Preto, Prata – que também é um cinza – e Branco.
Algumas pesquisas encomendadas pela indústria e também um pouco de observação pessoal nos permitem observar que a preferência de cor muda um pouco nas diversas regiões brasileiras. Lembro-me ter visto carros mais coloridos no Nordeste e no Centro Oeste em comparação com Sudeste, mais precisamente São Paulo e Rio de Janeiro.
Algumas coincidências pesam contra a escolha de uma cor. Por exemplo, branco em São Paulo é a cor dos táxis. Portanto modelos médios e grandes e minivans brancos são garantia de alguns acenos de pessoas menos atentas pensando que seu carro é um táxi. Já aconteceu comigo.
As montadoras já estão tonalizando seus brancos, uns meio azulados outros perolados e assim por diante. Kia Cadenza oferece um branco pérola perolizado. Existe branco metálico, todavia não lembro de ter visto aqui no Brasil. O que impera por aqui é o branco liso. A Volks chegou a oferecer na década de 1990 os modelos Gol, Santana e Quantum em tom branco perolizado. E por falar em Santana, que foi um carro que vendeu muito, eu me recordo de ter visto somente uns dois em tom vermelho vivo (pintura lisa) durante toda minha vida.
Alguns Vectra da primeira geração ofereceram vermelho vivo também. O Cruze deveria oferecer. Fica lindo nesta cor. Ainda na linha Chevrolet, Corsa e Celta em amarelo ficam bonitos. Mas são raridade. Desconfio que todos eles foram parte de uma série chamada Piquet e foram sorteados pelo Faustão e pela Bombril (ou seria Assolam?).
A propósito, ao meu ver, em muitos casos a cor faz o carro. Porsche amarelo, Ferrari vermelha e Jaguar verde oliva são ícones. A pintura saia-e-blusa de Kombi, D20, Monza Classic e Opala Diplomata fizeram história. E denotavam um capricho de uma era menos robotizada no processo de pintura.
Bem como as finas faixas brancas ou pretas que marcaram a linha de cintura de Opala e Landau, por exemplo. Outros tons não ajudaram muito o pobre do carro. Exemplo? Aquele marrom café duco que a Volks disponibilizou para Brasília, Fusca e Passat nos anos 70. Fuscão Preto só mesmo na música.
Esta mesmice é culpa de quem? Das montadoras ou do consumidor? Creio que mais do consumidor que, talvez devido a sucessivas décadas de crise econômica, passou a ver cada vez mais o carro como um patrimônio e ficou com medo de ousar na cor para não perder dinheiro na revenda.
Houve sim tentativas dos fabricantes em diversificar a palheta de cores nas duas últimas décadas. A Fiat lançou o Palio e a Ford o Fiesta nacional, ambas em 1996, oferendo verde "marca-texto" e laranja metálicos. A Fiat ofereceu Tempra roxo, azul metálico e vermelho "Ferrari" liso.
A Volks disponibilizou Gol bola vermelho Vitória. Curiosa cor que desbotava e deixava o carro Pink após alguns anos. E continuou a tentativa no Polo nacional, com seus tons azul, roxo e dourado. Trouxe alguns Seat Ibiza amarelo liso. Depois disso, a ousadia acabou ficando apenas para aventureiros como CrossFox e Gol Rallye, esportivados e esportivos como Golf Sport e GTI e séries alusivas à Copa do Mundo.
Ainda no quesito "A culpa é de quem?", o consumidor, apesar de algumas tentativas da indústria, parecia não ter olhos para nada que não fosse preto e prata e algum cinza médio e escuro. Por dentro, a lógica das cores sóbrias continuou. Sumiram painéis e estofados marrom, vinho, azul e bege. E ficaram preto e cinza. Cromados também foram desprezados nos anos 1990 e 2000.
Por outro lado, veio a onda Tuning, depois do ano 2000. E quem quisesse ver cores mais alegres, fossem elas lisas ou metálicas, poderia ir a encontros e salões e apreciar cores como lilás, pink, amarelo e laranja por fora (destaque para as pinturas "candy" que lembram textura de balas e pirulitos e as "camaleão" que conforme ângulo e luz mudam de tom por completo).
Por dentro a ousadia continuava, com tons caramelo, vermelho, branco e amarelo, entre outros. Nos customizados, ao contrário dos originais de fábrica, a ousadia é bem-vinda. O ano de 2010 foi interessante no que se refere a novas cores.
O Novo Uno trouxe de volta cores vivas. Destaque para seu amarelo citrus (ué, não é verde?) e seu azul splash. São cinco opções de cores lisas, ou básicas. O que é interessante, pois vale lembrar que uma cor metálica adiciona cerca de R$ 1000,00 ao preço final do carro. Neste mesmo ano o Kia Soul reforçou o vermelho e trouxe algumas unidades de um verde metálico, tipo verde-limão.
O mesmo fez a GM com Agile e em seguida com a Montana. Apostou nos verdes. Mas pelo visto eram cores de lançamento. Lembra-se do laranja metálico do Vectra GT? Também era cor de lançamento. Não fazia parte do catálogo.
A BMW e a Kia resgataram o marrom metálico. E o New Fiesta, também em 2010, trouxe cores alegres. E as manteve em 2011 e 2012. Novo Kia Picanto também veio alegrinho em 2011. Que assim seja: cores alegres e vivas para o nosso país tropical.
Onde não falta calor, mas os consumidores fogem de cores quentes e de carros conversíveis, cujos preços fora do verão despencam no mercado de usados. E quando novos, as vezes não emplacam. Alguém lembra do VW Eos e Golf Cabrio?
E daqui pra frente, caro leitor? Será que o mundo automotivo voltará a ser mais colorido? Mudam as pessoas, mudam os comportamentos, surgem novos consumidores (GLS, por exemplo)…mas as cores dos carros parecem estar num certo descompasso com as tendências da vida e da moda, não é mesmo? Você está disposto a abrir mão do seu pratinha básico e experimentar novas cores no seu carro?
Um abraço multicolorido a todos!
Por Gerson Brusco Gonzalez
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Notícias Automotivas - Carros - Avaliação completa do Fiat Bravo T-Jet
Na essência, versões esportivas de carros de passeio servem para valorizar a imagem de agressividade e luxo de um modelo. Em suma, funcionam melhor no marketing do que nas vendas. Para o Fiat Bravo T-Jet, essa teoria esbarra na representatividade do hatch médio.
Lançado por aqui em 2010, ele ainda não deslanchou nas vendas e mantém a média de mil unidades mensais. Ou seja, a configuração T-Jet oferece uma imagem mais agresssiva para um carro que tem pouca imagem nas ruas. Talvez até antecipando isso, a marca italiana mudou a estratégia de preços da versão em relação ao Punto T-Jet, hatch que recebe o mesmo conjunto dinâmico.
No médio, a versão T-Jet custa R$ 68.950. São R$ 5.470 a mais que a Absolute manual – a diferença diminui para R$ 2.470 quando se equipa o Absolute com o câmbio Dualogic –, a que vem logo abaixo. No Punto T-Jet, o preço de R$ 63.630 é R$ 14.130 maior que a versão imediatamente inferior.
Isso significa que, no Bravo, a T-Jet consegue fisgar alguns clientes que chegam nas revendas com um dinheiro a mais no bolso e que buscam mais exclusividade. No modelo menor, a imensa discrepância de valores inibe tal mobilidade.
Como era de se esperar, isso influencia diretamente o share de vendas. O Bravo T-Jet representa 10% do mix de vendas do modelo. É uma percentagem alta quando comparado com outras versões esportivas de modelos de passeio, que costumam rodear os 5%. Com as contas feitas, são cerca de 100 unidades do T-Jet que saem das concessionárias por mês.
O desempenho faz a diferença a favor do Bravo T-Jet, resultado do bom conjunto dinâmico instalado pela Fiat no médio. O motor é o 1.4 T-Jet que oferece 152 cv de potência a 5.500 rpm e 21,1 kgfm de torque entre 2.250 e 4.500 rotações e bebe só gasolina.
Com a função Overbooster ativada, o torque sobe para 23,0 kgfm em um pico nas 3 mil rotações e a curva da potência é ligeiramente modificada. O câmbio também é novo. É um manual com seis velocidades feito na Itália, muito mais preciso que os outros da marca italiana no Brasil.
Por ser uma versão topo de linha, o Bravo T-Jet também já vem bem completinho. Destaque para os itens de segurança: airbag duplo, ABS, controle de estabilidade e de tração são de série. Ele ainda vem com ar-condicionado dual zone, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, rodas de liga leve de 17 polegadas e banco do motorista com regulagem de altura.
Já a lista de opcionais é quase tão extensa quanto. Estão lá airbags laterais, de cortina e para o joelho do motorista, GPS com tela de 6,5 polegadas, teto solar, bancos revestidos parcialmente em couro, entre outros. Equipado como estava o modelo testado, o preço sobe para R$ 85.937. Aí, não existe bom desempenho nem visual bonito que ajudem a acelerar as vendas.
Ponto a ponto
Desempenho – É o maior apelo desta versão do Bravo. E o médio se dá muito bem nesse quesito. Os 152 cv do motor e principalmente o torque de 21,1 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm deixam o hatch bem esperto. E quando o Overbooster é ativado e o torque sobe para 23 kgfm – a potência se mantém, mas chega em rotações menores –, o T-Jet atinge o seu melhor desempenho. Com ele ativado, o zero a 100 km/h fica na faixa dos 9 segundos. Outro ponto positivo do Bravo T-Jet é o câmbio manual de seis marchas. Importado da Itália, é o melhor câmbio que a marca italiana oferece no Brasil, com engates curtos e precisos. Nota 9.
Estabilidade – O Bravo é um carro bom de curvas. E a versão T-Jet melhora tudo isso. Com uma suspensão mais rígida, o hatch da Fiat apoia muito bem no chão, mantendo boa aderência em quase toda situação. Nessa versão, o carro ainda dispõe de controle de estabilidade, para corrigir a trajetória em caso de exageros. Nas retas, até a faixa dos 160 km/h, o carro se mostrou muito preciso. Nota 9.
Interatividade – Os comandos são muito intuitivos e facilitam a vida a bordo do Bravo. O banco do motorista e a coluna de direção têm ajustes verticais e horizontais, o que facilita a tarefa de achar a melhor posição de dirigir. O câmbio tem engates precisos, mas ligeiramente ásperos. Já o rádio, até tem boas funções, mas o seu funcionamento é confuso demais. Além disso, a direção elétrica parece neutralizar muito as ações do motorista. Um pecado quando a proposta é ser um esportivo. Nota 7.
Consumo – O Bravo T-Jet marcou uma média de 8,7 km/l de gasolina em circuito misto. O Inmetro ainda não tem medições da versão específica. Nota 6.
Tecnologia – O motor com turbo rende ótima potência para um propulsor de apenas 1.4 litro. A plataforma é uma evolução da que era usada no antigo Stilo, portanto, mais moderna. Destaque também para a lista de equipamentos, bem completa, com airbag duplo, ABS e controle de estabilidade de série. Nota 8.
Conforto – A suspensão mais rigida nessa versão faz com que o rodar do Bravo T-Jet não seja dos mais suaves. As pancadas são passadas para o interior sem muita cerimônia e chacoalham a cabine. A roda de 17 polegadas, calçadas com pneus de perfil baixo, ajudam nessa rigidez. O espaço interno é apenas decente. Quatro adultos e uma criança viajam com boa dose de conforto. Nota 6.
Habitabilidade – O interior do Bravo é espaçoso e entrar e sair do carro não é um grande problema. Atrás, o caimento do teto traz alguma dificuldade para os ocupantes maiores. Existe uma boa oferta de porta-objetos na cabine. O porta-malas leva 400 litros, mas tem a boca muito estreita, o que dificulta o seu uso. Nota 7.
Acabamento – Grande parte do painel é revestida por um material de ótima qualidade, emborrachado e que tenta lembrar o visual da fibra de carbono. O console central ganha um plástico rígido de boa qualidade e bem encaixado. A versão T-Jet adiciona detalhes interessantes por dentro, como as costuras vermelhas e as pedaleiras esportivas. Nota 8.
Design – O Bravo já é um carro muito bonito. Com linhas harmoniosas e suaves, é um hatch médio que se impõe e chama a atenção pelo visual. A configuração esportiva aumenta esse efeito. As rodas de 17 polegadas e o imenso teto solar que estava na versão testada são bons argumentos a favor do hatch e deixam o desenho bem mais agressivo. Nota 8.
Custo/beneficio – Dentro da linha do Bravo, a versão T-Jet até faz algum sentido no ponto de vista financeiro. Afinal, custa R$ 2.470 a mais que a Absolute Dualogic e R$ 5.470 a mais que a variante com câmbio manual. E por isso, adiciona um comportamento bem esportivo, acabamento melhorado e visual inspirado. Além disso, não tem muitos concorrentes na linha dos esportivos – e o principal rival está "dentro de casa". É o Punto T-Jet que, com o mesmo conjunto mecânico, custa R$ 5.320 a menos. Nota 7.
Total – O Fiat Bravo T-Jet somou 75 pontos em 100 possíveis.
Impressões ao dirigir - Evolução em curso
Basicamente, o Bravo é um carro muito agradável de dirigir. Estabilidade elogiável, motorização forte e interior bem acabado fazem dele um dos bons hatches médios do mercado. E quando se adiciona a essa mistura um comportamento mais esportivo, o resultado é bem divertido. Com um conjunto mecânico mais apurado, ele se torna ótimo no uso cotidiano e também em pistas livres.
Como em todo modelo "nervoso" que se preze, o destaque fica sob o capô. Está o elogiável motor T-Jet com 1.4 litro e turbocompressor. Quem faz a conexão dele com as rodas dianteiras é uma transmissão manual de seis marchas importada da Itália.
E o casamento dos dois é muito feliz. Com engates precisos – embora ásperos –, o câmbio extrai o melhor do propulsor. Como a maioria dos turbinados, o torque máximo aparece em baixas rotações e continua pleno até quase a faixa de potência máxima.
O resultado disso são acelerações vigorosas e retomadas animadoras. E fica melhor quando o botão Overbooster é pressionado, já que o torque sobe mais um pouco. Chega até ser divertido tentar sair do sinal com a função ativada e o controle de tração desligado sem cantar pneu.
A versão T-Jet ainda adiciona mais diversão ao Bravo nas curvas. A suspensão é endurecida e fica mais rígida. Com isso, o carro cola no chão, mesmo nas mudanças de direção. A sensação de segurança é ótima. Em retas, o carro também fica "pregado" ao chão. O lado negativo é que a direção é pouco direta pela assistência elétrica um tanto excessiva, que diminui um pouco a comunicação com as rodas.
No interior, as mudanças da versão T-Jet foram mais pontuais. São todas estéticas e servem para dar um apelo extra de esportividade. Caso das costuras dos bancos e do volante pintadas de vermelho, assim como os berrantes cintos de segurança, na mesma cor, enquanto as pedaleiras são de aço escovado. No resto, continua o acabamento que já agrada bastante no Bravo, com materiais de boa textura e bem encaixados.
Ficha técnica – Fiat Bravo T-Jet
Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.368 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando duplo de válvulas no cabeçote. Turbocompressor, intercooler, injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Possui controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 152 cv a 5.500 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 8,7 segundos.
Velocidade máxima: 206 km/h.
Torque máximo: 21,1 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm. Com o Overbooster ligado: 23,0 kgfm a 3 mil rpm.
Diâmetro e curso: 72 mm x 84 mm. Taxa de compressão: 9,8:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com rodas independentes, braços oscilantes e barra estabilizadora. Traseira do tipo eixo de torção, com rodas semi-independentes e barra estabilizadora.
Pneus: 215/45 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,36 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,48 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais de série e laterais, de cortina e de joelho para o motorista como opcional.
Peso: 1.370 kg.
Capacidade do porta-malas: 400 litros.
Tanque de combustível: 58 litros.
Produção: Betim, Minas Gerais.
Lançamento na Europa: 2007.
Lançamento no Brasil: 2010.
Itens de série: Airbag duplo, ar-condicionado dual zone, direção elétrica rádio/MP3/USB/Bluetooth, volante multifuncional, rodas de liga leve de 17 polegadas, ABS, apoios de braço, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, controle de estabilidade e de tração, Hill Holder – que auxilia nas partidas em ladeiras –, ponteira do escapamento cromada, sensor de estacionamento traseiro e trio elétrico.
Preço: R$ 68.950.
Opcionais: Faróis de xenon, teto solar panorâmico, rebatimento elétrico dos retrovisores, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento dianteiro, rádio com tela de 6,5 polegadas com GPS integrado, airbags laterais, de cortina e de joelho para o motorista e bancos revestidos parcialmente em couro.
Preço completo: R$ 85.937.
Por Auto Press
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Notícias Automotivas - Carros - Nürburgring: infográfico mostra os números do famoso circuito alemão
O circuito alemão de Nürburgring é um dos mais famosos do mundo e palco de importantes eventos automobilísticos, testes de carros que serão lançados, ou mesmo daqueles que fazem a cabeça de muita gente nas ruas, entre outros.
Para mostrar alguns dados importantes sobre este famoso tempo da velocidade, a CarBuzz desenvolveu um infográfico com detalhes da pista alemã.
O mapa mostra onde corre a F1 e o total de 20,8 km de pista, além dos nomes das curvas mais famosas, tais como karussel, flugplatz, bergwerk, entre outras.
O gráfico mostra também os locais com maior índice de acidentes fatais, custos para correr, além de dados técnicos do circuito. Bom, assim fica mais fácil conhecer Nürburgring quando não se tem a oportunidade de ir até lá.
[Fonte: Jalopnik]
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Sonic Hatch e Sedan são flagrados no Rio de Janeiro
O Chevrolet Sonic está cada vez mais perto do mercado nacional. As variantes sedã e hatch do novo compacto da GM foram vistas novamente e parcialmente camufladas.
Desta vez foi em Penedo/RJ, onde o leitor Marcus Vinicius registrou a passagem da dupla americana pela cidade fluminense. Os carros já estão tão comuns no dia a dia brasileiro, que já usam placas cinzas comuns.
O Chevrolet Sonic deverá ser equipado aqui com motor 1.6 Flex. Mesmo assim, perguntamos: Seria viável uma versão 1.8 Flex (de preferência o mesmo bloco do Cruze)? Ou a GM radicalizaria optando por um 1.4 Turbo?
Desempenho acima da média do segmento pode ser um bom argumento na hora da venda. Bom, vamos esperar o lançamento.
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Notícias Automotivas - Carros - Toyota Prius 2012: flagramos o híbrido japonês no interior de São Paulo
A Toyota promete ainda este ano apresentar finalmente o híbrido Prius 2012 ao consumidor brasileiro, ainda carente de opções ecológicas no país.
Um exemplar foi flagrado por nós do NA quando estávamos rodando na região de Campinas-SP. O motorista não esboçou resistência e pudemos assim fazer estas imagens.
O Toyota Prius 2012 deverá chegar em pequeno lote, já que terá um preço bastante elevado. Antes de aumento de IPI, especulava-se algo em torno de R$100.000, mas com o aumento do IPI para importado, que não seja argentino ou mexicano, o preço do Prius deverá sofrer uma elevação.
Por enquanto, nenhuma política voltada para carros elétricos ou híbridos foi apresentada de fato ou aprovada pelo governo.
Há muita conversa no planalto, mas nenhuma ação efetiva. Mesmo assim, marcas como Toyota, Mitsubishi, Lifan, Nissan, Renault, entre outras, começam a divulgar suas tecnologias do segmento no Brasil.
Até agora, apenas Ford, Mercedes-Benz, BMW e Porsche iniciaram as vendas de alguns modelos híbridos no mercado nacional. Elétrico mesmo, nenhum de fato.
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Notícias Automotivas - Carros - Volkswagen Amarok Automática será lançada até março
A Volkswagen Amarok Automática deverá chegar aos concessionários no próximo mês ou até o início de março, segundo um concessionário pesquisado pelo leitor Thiago Souza.
Essa transmissão automática é feita pela ZF e possui oito velocidades, o que vai ajudar bastante no desempenho e economia da Volkswagen Amarok.
A Volkswagen já está cobrando dos concessionários os pedidos para a nova versão da Amarok, que deverá ter preço inicial entre R$125.000 e R$130.000.
Agradecimentos do Thiago pela informação.
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Notícias Automotivas - Carros - Programa Mega Fabricas do canal National Geographic HD: fábrica da Ducati
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Notícias Automotivas - Carros - Fiscalização só é corrupta se tem quem pague
Recebemos neste final de semana o relato de um leitor que pediu para ser deixado anônimo. Ele comentou que passou por uma situação muito chata ao receber um pedido de dinheiro para deixá-lo ir. Mas lendo o seu texto, também vimos o outro lado da moeda. Que só existe gente corrupta quando também existe quem os alimente. Leia o caso e depois comente o que achou nos comentários abaixo.
Cinco horas da manhã. Acabo de chegar de um aniversário de uma amiga após passar por uma situação desconfortável. Eis que venho trafegando na velocidade limite da vida quando sou abordado por uma viatura da polícia militar, do departamento de fiscalização de trânsito da minha cidade. Com armas em punho pediram para todos ocupantes descerem do veículo e erguer as camisetas para mostrar que não portavam nenhuma arma.
Até aí tudo bem, procedimento padrão. Alegaram que estava acima da velocidade da via (sendo que eu vinha controlando, ou será que o velocímetro do meu carro está danificado?). Pediram para fazer o exame do bafômetro. Como eu tinha tomado um copo de cerveja (acredite quem quiser), fiquei receoso de fazê-lo e perder minha carteira de habilitação afinal é meu instrumento para trabalho. Jogue a primeira pedra quem nunca fez isso.
Sei o risco que estava correndo e estava disposto a responder pelo meu ato. Após explicar para os “oficiais” a minha situação e a dependência da carteira para atividades profissionais, eles “amenizaram” a conversa e explicaram que mesmo negando o teste eu estaria sujeito a uma multa de R$971,00 e o proprietário do veículo também (o carro era de um amigo que estava em uma situação inadmissível para condução do veículo), além de “custos operacionais” que totalizariam R$2.000,00.
Disseram, então, que poderíamos chegar a uma conclusão que fosse boa para ambos não se incomodarem, ainda mais essa hora da manhã, pois teriam que se deslocar para delegacia e tudo mais. Perguntei que situação “confortável” seria essa. Então me perguntaram qual era minha oferta em termos monetários.
Perguntei se por R$50,00 seria possível chegar a um acordo, afinal não queria me incomodar também, apesar de ser contra qualquer tipo de corrupção. Em todos meus negócios procuro ser o mais honesto possível. Porém é uma situação que foge do nosso controle. O nervosismo fala mais alto, ainda mais quando se trata de algo tão sério assim. Sabem qual foi a reação deles à minha oferta? Deram risada e disseram: “Vamos te livrar de uma despesa de R$2 mil por R$50,00? Tá de brincadeira né? E ah, anda logo, se não daqui a pouco passa uma viatura e dai a gente vai ter que ir pra delegacia de qualquer jeito.”
Diante dessa pressão, ofereci o dobro, R$100,00, o que aceitaram prontamente. Entrei na viatura para entregar o valor. Diante disso, me devolveram os documentos e disseram: “Uma boa noite pro senhor e cuidado com os semáforos.” Após isso fiquei me perguntando o porquê de tudo isso. Seria baixo o salário dos profissionais que deveriam zelar pela nossa segurança? Será falta de caráter? Ainda procuro uma resposta…
Volto a dizer, sei que apesar de ter controle dos meus reflexos, tinha noção do risco que estava correndo. Mas e se fosse um moleque que tivesse ingerido várias bebidas depois de uma balada? E se ele pagasse essa “taxa”, saísse e logo em seguida matasse uma família? Ou se eu mesmo tivesse ingerido uma quantia maior de bebida?
Sei que o acontecimento serviu por lição. Aprendi errando, infelizmente. Mas acredito que alguns valores na nossa sociedade devem ser revistos pelos controladores das autoridades.
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Notícias Automotivas - Carros - Honda Civic chega na Argentina a partir de R$ 48.500
A Honda iniciou as vendas da nova geração do Civic no mercado brasileiro na última semana. E na última sexta-feira (20), a marca japonesa lançou o novo Civic 2012 na Argentina. Contudo, como já era de se esperar, mais uma vez os vizinhos hermanos levaram vantagem nos preços dos automóveis em comparação com os valores pedidos pelas montadoras no Brasil.
Por lá, o Honda Civic chegará às concessionárias nas versões LXS e EXS, sendo que a versão mais básica será oferecida pelo preço inicial de US$ 27.600, algo em torno de R$ 48.500, no modelo com câmbio manual. Já o EXS manual custará US$ 32.100 e US$ 33.900 para o Civic topo de linha com câmbio automático, cerca de 56.400 e 59.600 quando convertido em reais. O curioso é que o Civic da Argentina é produzido no Brasil.
Ambas as versões terão os mesmos equipamentos do exemplar brasileiro. Haverá de série airbag duplo, freios com ABS e EBD, trio elétrico, sensor de estacionamento com câmera, volante multifuncional, ar-condicionado, isofix e sistema de som. A EXS inclui airbags laterais, teto solar e navegador GPS. No entanto, o controle de tração e de estabilidade não serão oferecidos nem na versão topo de linha, itens que equipam o Honda por aqui.
O motor que equipará o modelo será o mesmo do Civic brasileiro, o 1.8 litro 16v i-VETEC de 140 cavalos de potência, porém, movido a gasolina.
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Notícias Automotivas - Carros - Flagra: Nova Audi RS6 Avant
Das áreas mais remotas e frias da Suécia acabam de chegar estas imagens, de uma Audi RS6 Avant em testes. Através do parachoque dianteiro mais agressivo, visto anteriormente em outras mulas de teste e também pelos paralamas alargados, vemos que realmente é um protótipo pré-produção da nova RS6 Avant.
As rodas são do Audi A8, e por trás delas temos freios de cerâmica. O modelo deverá usar o mesmo motor 4.0 TFSI biturbo dos S6 e S8. Este propulsor também é usado no Bentley Continental GT V8. A potência na perua deverá ser de mais de 500 cavalos.
Apesar de termos vários detalhes já finalizados nesta perua fotografada, algumas coisas ainda mudarão até o lançamento. As entradas de ar dianteiras deverão mudar de formato.
Fotos CarPix / Direitos de reprodução Notícias Automotivas
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Notícias Automotivas - Carros - Foi reclamar com o motorista que estava atrás e provocou um acidente
Tem gente que não gosta quando alguém está rodando logo atrás em distância bastante curta. Da mesma forma, existem alguns "expertos" em direção que gostam de andar colado no carro da frente, pressionando para conseguir passagem.
Na Rússia, um motorista estava trafegando por uma movimentada rodovia quando se sentiu ameaçado pela distância do carro que vinha logo atrás, que inclusive portava uma câmera de bordo.
Então, já perdendo a cabeça, o condutor decidiu parar o carro na pista da esquerda para tirar satisfação com o outro motorista. Quando já estava saindo, outro veículo tenta desviar e atinge os dois veículos. Enfim, parou na hora errada e no lugar errado…
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Corsa Hatch volta a ter airbag duplo como opcional
A GM voltou a oferecer airbag duplo para o Chevrolet Corsa Hatch, que continua mantendo-se no mercado depois de quase 10 anos de mercado.
Por causa do aumento gradual na oferta de carros com airbag duplo e ABS de série, que as montadoras terão que cumprir até 2014, a GM voltou a disponibilizar o equipamento para o Corsa Hatch Maxx 1.4, única versão disponível.
O airbag duplo chega em conjunto com o ar condicionado, que também volta a ser oferecido. Os dois itens custam R$3.000 sobre o preço sugerido de R$31.655. O motor 1.4 Econo.Flex entrega até 105 cv (no etanol). A versão Sedan continua "pelada".
Outro que passou a oferecer airbag duplo é a Meriva Maxx 1.4. Neste caso, o equipamento vem de série e antes era disponível apenas para a versão Premium 1.8. No entanto, na versão topo de linha o item é opcional junto com os freios ABS.
Agradecimentos ao leitor João Pedro Pavanin pela dica.
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Notícias Automotivas - Carros - VÍDEO: Mais um balé automotivo na neve
Adiante para 1:05…
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Notícias Automotivas - Carros - Mega Upload: polícia faz download da coleção de Kim “Dotcom” Schmitz
Para quem ainda não sabe, o conhecido Mega Upload foi fechado por acusação de pirataria virtual com prejuízos da ordem de US$500 milhões.
Seu proprietário, Kim "Dotcom" Schmitz, foi preso no dia 19 (quinta-feira) e teve seus bens seqüestrados pelas autoridades da Nova Zelândia a pedido da justiça americana. Além de uma suntuosa mansão e outros pertences, Kim tinha também uma coleção de carros de luxo.
Os carros de Kim, além de potentes e velozes, portavam placas inusitadas, tais como "GOD", "GOOD", "KIM.COM", "MAFIA", "HACKER", entre outras. Abaixo, você pode conferir os modelos apreendidos e também suas respectivas placas:
Maserati GranCabrio 2010
Mercedes-Benz E500 Coupe 2009
Mercedes-Benz CLK DTM 2005 – Placa: “GOOD”
Mercedes-Benz CLK DTM AMG 5.5L Kompressor 2004 – Placa: “EVIL”
Mercedes-Benz S65 AMG L 2010 – Placa: “CEO”
Rolls-Royce Phantom Coupe 2008 – Placa: “GOD”
Mercedes-Benz E63 AMG, 2010 – Placa: “STONED”
Mini Cooper S 2010 – Placas: “V” e “T” (dois exemplares)
Mercedes-Benz ML63 AMG 2010 – Placa: “GUILTY”
Mercedes-Benz CL65 AMG 2007 – Placa: “KIM.COM”
Mercedes-Benz ML63 AMG 2009 – Placa: “MAFIA”
Mercedes-Benz ML63 AMG 2011
Toyota Vellfire: 2010 – Placa: “WOW”
Mercedes-Benz G55 AMG 2011 – Placa: “POLICE”
Toyota Hilux 2011
Harley Davidson
Mercedes-Benz CL63 AMG 2010 – Placa: “HACKER”
Mercedes-Benz A170 2005
Mercedes-Benz ML500 2005
Cadillac El Dorado 1957
Sea-Doo GTX Jet Ski 2010
Cadillac Series 62 Conversível 1959
Mercedes-Benz CLK DTM 2006
Lamborghini LM002 1989[Fonte: Portal 108/Gizmodo/eCarro]
Agradecimentos ao leitor Rômulo Romero pela dica.
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Notícias Automotivas - Carros - Honda: R$1 bilhão até 2014 – Brio pode estar incluído no pacote
A Honda vai investir R$1 bilhão no Brasil até 2014. O dinheiro será investido no aumento do índice de nacionalização dos componentes, que atualmente está em 73%.
Este aumento – pressionado pelo governo – também vai ajudar a Honda em momentos de crise, como no terremoto de 11 de março de 2011.
Depois do evento catastrófico no Japão, a unidade brasileira passou a ter problemas com fornecimento de peças, demitiu funcionários e reduziu a produção pela metade.
Além disso, o valor de R$1 bilhão será aplicado na renovação da linha de produtos e em um novo produto, que se acredita ser o subcompacto Brio.
Embora a Honda negue de pé junto, a oportunidade de vender o Brio no Brasil não pode ser descartada, visto que será um modelo bem mais barato do que qualquer produto atualmente oferecido pela marca, e vai explorar um segmento domina o mercado nacional.
[Fonte: Automotive Business]
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Notícias Automotivas - Carros - Peugeot 308: carreta é flagrada com algumas unidades em Curitiba
O Peugeot 308 já está sendo distribuído no Brasil, já que é produzido na Argentina. O novo hatch médio francês chegará para reforçar a presença da marca no segmento.
Várias unidades do Peugeot 308 foram vistas em uma carreta pelo leitor Daniel Imroth, que flagrou os veículos na BR-277 em Curitiba/PR.
Todos os exemplares portavam rodas de liga leve aro 17, transmissão automática e acabamento interno em couro, sendo provavelmente a versão topo de linha.
O modelo deverá chegar aqui com motores 1.6 Flex e 2.0 Flex, com opção de câmbio automático e outros itens de conforto e segurança. Mais para frente, o Peugeot 308 poderá ganhar aqui a versão GTI com motor 1.6 THP.
Galeria de fotos do Peugeot 308 em Curitiba:
Agradecimentos ao Daniel pelas imagens.
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet S10 2012 com cabine estendida é flagrada no Vale do Paraíba
Conforme relatamos em nosso último flagrante da picape Chevrolet S10 2012, a versão com cabine estendida foi importada da Tailândia para ser testada no Brasil. Agora outro exemplar apareceu.
A futura S10 2012 com cabine estendida foi flagrada pelo leito Roberto A. Martins em um restaurante da rodovia Carvalho Pinto, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.
O modelo também portava direção do lado direito, além de equipamentos de telemetria e sacos de areia para simular carga.
Note em uma das imagens um adesivo com a identificação de importação temporária por causa das características do veículo, que não correspondem aos dos veículos brasileiros.
Disponível nas versões com cabine simples, dupla e estendida, a Chevrolet S10 2012 terá ainda opções de tração 4×2 ou 4×4, motores a gasolina e diesel e possivelmente opção de transmissão automática.
Agradecimentos ao Roberto pelas imagens e informações.
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Rua Bernardino Salles, 265, Pouso Alegre, MG 37550-000, BRAZIL
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