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Notícias Automotivas - Carros - Hyundai i30 chega à França e tem seus preços considerados caros
A nova geração do sul-coreano Hyundai i30 já está à venda em diversos países do mundo, e daqui alguns meses também chegará ao Brasil. E nesses países inclui a França, aonde o modelo da Hyundai teve sua pré-venda iniciada em uma concessionária no mercado francês. Os modelos serão entregues em março.
Entretanto, o que chamou atenção foi de a imprensa automotiva considerar caro os valores cobrados pela revenda francesa. E como é lançamento, não há descontos e nem promoções, podendo cobrar ágio, como acontece nas lojas da Hyundai CAOA por aqui.
Por lá, o novo i30 será vendido em oito configurações diferentes. De série, em todas as versões, o hatch será muito bem equipado. Haverá controle de estabilidade, freios ABS com EBD, TCS, múltiplos airbags, trio elétrico, ar-condicionado, computador de bordo, controle de cruzeiro (o popular piloto automático) e sistema de som integrado.
Veja abaixo a lista de versões e preços do Hyundai i30 que será vendido na França:
1.4 CVVT (100 cv) Evidence – 16.900 Euros (R$ 38,5 mil)
1.4 CVVT (100 cv) Inventive – 18.200 Euros (R$ 41,5 mil)
1.4 CRDI (90 cv) Inventive BlueDrive – 20.300 Euros (R$ 46,3 mil)
1.6 CRDI (110 cv) Inventive BlueDrive – 20.700 Euros (R$ 47,2 mil)
1.6 CRDI (110 cv) Sensation BlueDrive – 23.100 Euros (R$ 52,7 mil)
1.6 CRDI (110 cv) Business BlueDrive – 23.900 Euros (R$ 54,5 mil)
1.6 CRDI (128 cv) Premium – 25.700 Euros (R$ 58,6 mil)
1.6 CRDI (128 cv) Premium Aut. – 26.500 Euros (R$ 60,4 mil)Considerou caro o preço do Hyundai i30? Se formos tomar base esses preços cobrados pelo modelo na França, já devemos fazer projeções pessimistas para os valores a serem pedidos no hatch médio asiático no Brasil. E mais uma vez um novo carro da Hyundai deverá ser bastante caro no Brasil, assim como acontece com os recém-chegados Veloster e Elantra, sendo que o primeiro é equivocado pelo seu fraco motor 1.6 e o segundo por ser bastante caro e não oferecer freio a disco traseiro e nem mesmo encosto de cabeça e cinto de três pontos para o ocupante traseiro do meio. O novo Azera também ficou caro.
[Fonte: Autoblog ES]
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Notícias Automotivas - Carros - Avaliação NA – Chevrolet Cruze – Faça suas perguntas
O Chevrolet Cruze é aquele sedã que antes do lançamento a maioria dos leitores do NA publicavam apenas comentários negativos, mas que depois de lançado, quando alguns começaram a aparecer nas ruas, a opinião de muitos mudou.
E nada melhor que o ranking de vendas para mostrar que muita gente gostou do Cruze. Mas, por ser um modelo completamente novo, muitas dúvidas aparecem. Queremos que você aproveite os comentários desta matéria para fazer seus questionamentos sobre o Cruze, que assim poderemos avaliar com cuidado as respostas para depois publicar a pura verdade em nossa avaliação.
Quais são suas dúvidas a respeito do Chevrolet Cruze?
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Notícias Automotivas - Carros - Porsche Cayenne atinge 100 mil unidades produzidas e modelo é de um cliente brasileiro
Foi produzida nesta semana a unidade de número de 100 mil do SUV alemão Cayenne, na fábrica da Porsche em Leipzig, na Alemanha. O modelo comemorativo que saiu da linha de produção da marca foi um V8 a gasolina na cor Branco Puro que, no entanto, já está sendo preparado para ser destinado ao Brasil, ao encontro de seu proprietário.
Este marco foi atingido em menos de dois anos de produção após o lançamento da segunda geração do Porsche Cayenne, em março de 2010. A primeira geração do utilitário-esportivo de luxo teve 360 mil unidades, desde 2002 a 2010. Além disso, a Porsche também comemora os 10 anos de sua fábrica de Leipzig.
“Dez anos atrás começou uma história de sucesso da Porsche Leipzig. O que era apenas um descampado verde, hoje é uma das mais modernas fábricas de carro em todo o mundo”, disse Wolfgang Leimgruber, membro do conselho da Porsche AG.
Além do Cayenne, a planta alemã da Porsche também produz o cupê Panamera, que já teve cerca de 70 mil unidades produzidas. Em 2011, foram mais de 93 mil exemplares produzidos em Leipzig, segundo Leimgruber. A partir de 2013, será iniciado o terceiro turno da fábrica, para a produção do SUV compacto de luxo Cajun.
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Notícias Automotivas - Carros - Avaliação completa do Novo Kia Picanto
A segunda geração do Kia Picanto deu um enorme salto em relação à primeira. O subcompacto cresceu e ganhou design assinado pelo badalado Peter Schreyer, responsável pelo Soul e pelo Sportage, com linhas bem mais agressivas.
Além disso, incorporou versões mais equipadas, com teto solar, e aumentou a oferta da versão com câmbio automático, que já responde por 53% das vendas desde a estréia dessa geração no Brasil, em agosto de 2011. O que não estava nos planos da Kia era o aumento em 30% do IPI – o Imposto sobre Produtos Industrializados – para modelos importados.
A "canetada" do Governo Federal elevou os preços do carrinho em R$ 5 mil. A versão mais simples, com câmbio manual, saltou dos R$ 34.900 para R$ 39.900, enquanto a automática, mais equipada, chega a R$ 49.900. Ou seja: colocou o subcompacto coreano na linha de tiro do também simpático e charmoso Fiat 500, que tem estrutura de concessionárias e de distribuição de peças bem superiores.
Esse confronto direto e a irredutibilidade da Kia em "absorver" uma parte que fosse da alta nos custos mais altos esfriaram as relações no modelo com o mercado. O hatch de apenas 3,6 metros ganhou conteúdo digno de segmentos superiores e mais tecnologia.
O motor inteiramente novo, 1.0 12V com três cilindros e comando de válvulas variável, se tornou flex para rodar no país, e rende até 80 cv a 6.200 rpm com etanol no tanque e suficientes 10,2 kgfm a 4.500 rpm. O carro não tem pretensões esportivas – e sua performance deixa claro que seu ambiente preferido é a cidade. Respeitada essa vocação, o câmbio automático lhe cai bem.
O Picanto é o mais recente modelo da marca a ser inteiramente redesenhado para ganhar os traços que alavancaram as vendas da Kia ao redor do mundo. O hatch ganhou contornos ousados, como a lanterna traseira em formato de bumerangue e a linha de cintura ascendente.
A mudança radical espantou de vez o ar "fofinho" que os faróis redondos do antecessor davam ao carro. A frente ficou agressiva, com faróis grandes e a grade estreitada no centro, característica da fabricante coreana. O visual agrada bastante, e é um dos maiores trunfos da nova geração. A linha de cintura ascendente e o perfil mais agressivo mudaram a imagem do carrinho.
O interior também foi renovado e ficou mais espaçoso. O espaço é suficiente para quatro passageiros de estatura mediana. O porta-malas, na linha de subcompactos, comporta 200 litros. A lista de equipamentos de série é extensa, com ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, repetidores laterais de seta nos retrovisores, que podem ser rebatidos eletricamente, som com entradas USB e auxiliar – mas que ainda deve o Bluetooth – e com comandos no volante, além de airbags frontais e freios com ABS – este incorporado logo após o lançamento.
Esse pacote aliado ao câmbio automático hoje custa R$ 44.900 e certamente é o que representa a maior parte dos 53% dos Picanto vendidos com câmbio automático. Ainda que a versão mais equipada, com leds nos faróis e lanternas traseiras, seis airbags e teto solar seja muito interessante.
O Picanto ainda se ressente do repentino aumento de preços. O reposicionamento do carro no mercado foi diretamente refletido nas vendas, que caíram de 1.404 unidades em setembro de 2011 – o primeiro mês completo de comercialização do modelo – para míseras 317 unidades em outubro.
Desde então, o número sobe gradativamente, mas ainda muito longe do patamar inicial e das expectativas da Kia. No último quadrimestre do ano passado, a projeção era vender 6 mil unidades – 1.500 por mês –, mas só metade disso ganhou as ruas.
Para 2012, a Kia imagina uma queda de 15% – algo perto de 1.200 veículos por mês, mas nem 300 deles saíram das concessionárias da marca na primeira quinzena de janeiro. São exatamente esses números que servem de inspiração para a Kia cogitar a construção de sua primeira fábrica no Brasil.
Instantâneas
# O Picanto foi lançado em 2004 na Coreia do Sul com motores 1.0 e 1.1 litro. Ambos chegaram ao Brasil em 2006, com o câmbio automático sempre atrelado ao de maior capacidade
# Na Coreia do Sul, o Picanto é conhecido como Kia Morning.
# O modelo compartilha plataforma com o Hyundai i10.
# Os europeus aguardam a chegada de uma versão com motor quatro cilindros de 1.25 litro turbinado e cerca de 120 cv.
# Desde setembro de 2011, a Europa também possui uma versão três portas do Picanto, com apelo mais esportivo. Por lá, o modelo é vendido a versão manual com motor 1.0 de 69 cv e na automática com propulsor 1.2 de 85 cv.
Ponto a ponto
Desempenho – O pequeno motor três cilindros empurra bem o Picanto, sem fazer muito barulho em regimes normais. O novo propulsor rende mais que o antigo – 80 cv com etanol – e se mostrou adequado à proposta do carrinho. Há boa dose de força em baixas rotações, mas a transmissão automática se encarrega de "amansar" bastante o rendimento. As quatro marchas do câmbio automatico provocam um escalonamento muito aberto, com grande queda de rotação em cada troca. De qualquer forma, o Picante consegue manter a toada às custas de reduções. Nota 7.
Estabilidade – A suspensão rígida sofre com os buracos, mas dá ao carro uma ótima estabilidade. A concentração de peso na frente é muito perceptível, mas o comportamento é neutro, apenas com previsíveis saídas de frente facilmente contornáveis. Apenas acima dos 140 km/h o Picanto começa a flutuar e indicar que está próximo de seu limite. Nas frenagens, a frente mergulha pouco. Nota 8.
Interatividade – O carrinho manteve a boa dotação de equipamentos de série e o sistema de som – que vem com entradas USB/Aux e conexão para iPods – ganhou comandos no volante, que facilitam a vida do motorista. Os comandos são leves e bem posicionados e o novo quadro de instrumentos tem boa visualização. Os números são grandes e não há informação em excesso. Falta apenas um computador de bordo que informe dados como autonomia e consumo médio. Nota 8.
Consumo – O pequeno três cilindros é econômico. A versão com câmbio automático, em percurso composto por trechos urbanos e rodoviários, cumpriu 9,6 km/l com etanol. Nas medições do InMetro, as médias foram 12,1 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada, com gasolina no tanque. Nota 9.
Tecnologia – A Kia injetou tecnologia na nova geração do Picanto com o novo propulsor de três cilindros. Descrito pela marca como uma releitura do quatro cilindros antigo, o motor flex consegue ser mais potente e mais econômico que o anterior e é visível a preocupação da marca em criar um carro moderno e eficiente. O modelo também é o único 1.0 vendido no Brasil com opção de câmbio automático, seis airbags, lanternas de leds e teto solar elétrico. Nota 9.
Conforto – A suspensão é mais rígida que o esperado e compromete o conforto do carro ao rodar em superfícies irregulares. As dimensões enxutas não fazem milagre e o interior é apertado, ainda que muito bem aproveitado. Na frente, o painel recuado abre bastante espaço e passa a sensação de se estar em um carro maior. Atrás, uma sensível evolução sobre a geração antiga – da qual herdou a opção de reclinar o encosto traseiro –, com mais espaço para as pernas graças ao entre-eixos maior. Há espaço suficiente para a cabeça, mas colocar três adultos no banco traseiro é uma tarefa inglória. O isolamento acústico dá conta do recado. Nota 7.
Interatividade – O acesso é facilitado pelo bom ângulo de abertura das quatro portas. Há boa profusão de porta-objetos, apenas os das portas dianteiras mereciam ser maiores, ainda que continuem capazes de abrigar garrafas de até 1,5 litro. Atrás há porta-revistas nos encostos dos bancos da frente. O porta-malas cresceu, de minúsculos 168 litros para cerca de 200 litros. Ainda é pouco, mas mais utilizável em viagens pequenas. Nota 7.
Acabamento – O acabamento é muito bom para o segmento e mantém o Picanto como a opção "premium" entre os hatches pequenos. É claro que há muito plástico no interior, mas todos são de boa qualidade, assim como a montagem. Não chega a ser luxuoso, mas não passa sensação de pobreza. Não há ruídos em excesso, os encaixes são precisos e a atmosfera interior exala um surpreendente refinamento construtivo. Nota 8.
Design – Certamente é a melhor parte do Picanto. O carrinho perdeu o jeito "fofo" e ganhou linhas mais agressivas que o fazem se destacar. O modelo veste a nova linguagem de design da marca, que mudou a cara da Kia ao redor do mundo e tem alguma sofisticação. Nota 8.
Custo/benefício – Um carrinho chamoso e cheio de equipamentos não tem como atrativo um bom custo/benefício. No caso do Picanto, tudo se agrava porque foi um dos mais prejudicados pelo aumento do IPI. A versão mais barata, 1.0 com câmbio automático parte de R$ 44.900 e acaba encarando diretamente o Fiat 500, com motor 1.4 e dotação de equipamentos semelhante por R$ 43.630 na versão com câmbio dualogic. As desvantagens do Picanto em relação ao rival são a baixa oferta de assistência técnica e a pequena disponibilidade de peças de reposição. Nota 6.
Total – O Kia Picanto automático somou 77 pontos em 100 possíveis.
Impressões ao dirigir - Grande evolução
O Picanto sempre foi um carro simpático. A primeira geração tinha linhas "bonitinhas" e as dimensões enxutas, assim como o bom custo/benefício, fizeram o carrinho ter algum sucesso. A segunda geração solucionou alguns problemas e, de quebra, ficou mais moderna.
O hatch tem no visual um de seus maiores chamarizes, e aliado às cores berrantes do catálogo da Kia, aguça a curiosidade por onde passa. A frente imponente, com contornos definidos, ficou mais masculinizada. Por dentro, o painel totalmente redesenhado ganhou linhas fluidas, que tornam o ambiente contemporâneo e extremamente agradável.
O interior é bem acabado, apesar de um excesso de plásticos. Os encaixes são bons, o que demonstra cuidado na construção do modelo. O isolamento acústico é dos melhores e o rodar mais sólido passa a impressão de se estar num carro de categoria superior. A nova geração ganhou comandos do som no volante e as versões mais caras tem até leds diurnos e teto solar.
A direção muito leve em baixas velocidades denuncia a vocação do Picanto. O carrinho fica mais à vontade no trânsito urbano. Mesmo tendo crescido externamente, o modelo transita em espaços pequenos sem dificuldade. O câmbio automático, no entanto, o torna bem mais pacato.
As marchas são longas e o carro sofre um pouco para embalar. Em aclives, é prudente segurar a terceira marcha e a rotação mais alta – onde ele fica áspero e ruidoso – para garantir o fôlego. Apesar de não comprometer tanto o conforto, o propulsor vibra mais que o antecessor.
A direção elétrica também poderia ser mais progressiva. A redução da assistência é abrupta demais. O volante já é pesado a meros 60 km/h e fica significativamente mais leve logo abaixo desse patamar. A suspensão é bem rígida, como é típico de modelos coreanos.
Isso a faz sofrer um bocado nas ruas brasileiras. O Picanto chacoalha e pula – devido ao entre-eixos curto – ao passar por irregularidades e desencoraja o uso mais desapegado. Foi ela, no entanto, que deu ao Picanto o rodar sólido que faltava ao antecessor – que "sambava" perigosamente em velocidades mais altas. Em asfalto liso, porém, o comportamento é exemplar. O carrinho é bom de curva, ajudado pelos pneus de perfil baixo.
Ficha técnica – Kia Picanto 1.0 12v automático
Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 998 cm³, com três cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 80 cv a 6.200 rpm com etanol e 77 cv com gasolina.
Torque máximo: 10,2 kgfm a 4.500 rpm com etanol e 9,6 kgfm com gasolina.
Diâmetro e curso: 71,0 mm X 84,0 mm. Taxa de compressão: 12,5:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson e traseira do tipo eixo de torção. Molas helicoidais e amortecedores a gás na frente e atrás.
Pneus: 165/60 R14.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Hatch subcompacto em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,59 metros de comprimento, 1,59 m de largura, 1,49 m de altura e 2,38 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais de série, laterais e do tipo cortina como opcionais.
Peso: 970 kg.
Capacidade do porta-malas: 200 litros.
Tanque de combustível: 35 litros.
Produção: Seosan, Coreia do Sul.
Lançamento mundial: 2011.
Lançamento no Brasil: 2011.
Equipamentos: Airbags frontais, ABS, ar-condicionado, rádio CD Player com entradas USB e para iPod, volante com revestimento em couro e comandos do som, computador de bordo, trio elétrico, retrovisores externos rebatíveis eletricamente, faróis de neblina.
Preço: R$ 44.900.
Por Auto Press
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Notícias Automotivas - Carros - Novo Porsche 911: primeiras impressões
Hoje, um dos mais bem-sucedidos fabricantes do mundo, com um volume de produção que já pouco tem a ver com uma marca de nicho, a Porsche ainda adota uma estratégia de lançar pelo menos uma novidade por ano até 2018 para continuar a crescer.
Como cerca de 40% de suas vendas continuarão concentradas nos esportivos – 911, Boxster e Cayman –, a marca renovou o maior modelo e apresentou logo duas versões com tração traseira, as Carrera e Carrera S, anunciadas como os melhores 911 de todos os tempos.
Embora o visual não indique, 90% do carro é novo em relação ao anterior, ainda que mantenha óbvio o desenho característico. Não é à primeira vista que se percebe o entre-eixos 100 mm maior, que a bitola dianteira ficou 46 mm aumentada ou que a altura diminuiu em 7 mm. O 911 continua o menor esportivo em sua classe, com cerca de 4,50 m de comprimento e 1,80 m de largura.
As linhas foram aprimoradas, com mudanças nos faróis característicos, nas entradas de ar, que ficaram maiores, e nos espelhos retrovisores externos, agora fixados nas portas. Além disso, pela primeira vez o esportivo tem a opção de rodas de 20 polegadas. Mas é na traseira que as mudanças são mais perceptíveis.
As novas lanternas têm perfil estreito e elegante, com luzes de led adaptativas – que piscam em frenagens mais fortes acima dos 70 km/h. E o aerofólio retrátil ficou maior. O nome do carro aparece completo, indicando marca, modelo e versão, tudo para aumentar a presença do 911 em mercados importantes para a Porsche, como a China, onde a enorme maioria dos modelos vendidos é do utilitário Cayenne.
Mas não se vê que mais mudou no 911. A lista de melhorias é extensa. O modelo passou por uma reengenharia para ficar mais forte, eficiente e econômico. E a redução no peso do conjunto foi fundamental. Quase 50% da estrutura é de alumínio – portas, paralamas, teto e elementos da plataforma.
Essas partes são entrelaçadas com seções em aço de alta resistência, magnésio e plástico. Tudo isso para fazer com que os 58 kg a mais em equipamentos não pesassem. E o novo 911 é incríveis 40 kg mais leve que o antecessor. Mesmo que a estrutura agora seja até 25% mais rígida.
Os motores continuam os clássicos seis cilindros boxer, mas passaram pelo processo de "downsizing". O deslocamento cúbico caiu de 3.6 litros para 3.4 litros no Carrera – o Carrera S mantém o 3.8 litros –, mas todos ficaram mais potentes que seus antecessores.
O Carrera desenvolve 350 cv a 7.400 rpm e 39,7 kgfm de torque a 4.400 rpm, enquanto o Carrera S vai a 400 cv e 44,5 kgfm. Ambos ficaram mais fortes e, ao mesmo tempo, econômicos, graças à inclusão pela primeira vez do sistema start/stop. Ele também é o primeiro carro do mundo a ter um câmbio manual de sete marchas, desenvolvida pela ZF, além da automatizada PDK, com dupla embreagem e iguais sete marchas.
A transmissão manual traz um interessante sistema de bloqueio da última marcha, que impede o engate caso o motorista não tenha engrenado a quinta ou sexta marcha antes, evitando assim engatar diretamente a sétima. Além disso, o escalonamento é diferente do PDK, com a última marcha mais curta. A direção agora é eletromecânica, também pela primeira vez num 911.
Para segurar o carro, a suspensão ativa PASM foi aprimorada e ficou mais precisa – foram adicionados novos sensores de movimento. Como opcional, um pacote esportivo ainda reduz a altura de rodagem em 20 mm, incorpora spoilers otimizados e faz a asa traseira se abrir um pouco mais que o normal.
No Carrera S, o sistema PDCC opcional adiciona barras estabilizadoras ativas, enquanto o sistema de distribuição eletrônica do torque, que atua em conjunto com o diferencial com deslizamento limitado na traseira, é de série na variante mais potente. E é claro, não poderia faltar o pacote Sport Chrono, opcional nos dois modelos, que deixa o 911 ainda mais arisco e rápido.
Primeiras impressões - Poderio germânico
Uma vez no interior, é notável a quantidade de botões reunidos principalmente no console central, inspirados no Carrera GT, e que está presente em todos os Porsche recentes. Os bancos com regulagens elétricas são muito bons e a qualidade exalada pelo ambiente interno chega à soberba.
O teto solar elétrico teve o mecanismo alterado e agora a seção aberta corre por fora do carro, o que piorou esteticamente e ainda aumenta em 15 mm a altura do carro quando aberto. Os instrumentos ainda continuam os cinco principais, com o conta-giros ao centro, mas é cada vez maior a quantidade de informações exibidas, através de telas ou indicadores específicos.
A rápida experiência ao volante nas estradas californianas foi suficiente para mostrar que esse é mesmo o melhor 911 de todos os tempos. Tanto com câmbio no modo manual ou automatizado e conduzido tranquilamente ou no limite. A nova geração conseguiu baixar o tempo em incríveis 14 segundos por volta em Nürburgring, sendo quase tão rápido quanto o antigo GT3.
O ronco do motor invade a cabine, ajudado por um sistema que amplia a ressonância do barulho dentro do habitáculo. As respostas ao acelerador são sempre prontas e decididas e o sistema de direção eletro-hidráulica beira a perfeição. O chassi é extremamente equilibrado e os freios parecem ter deixado para trás a fama de insuficientes no 911.
A exclusividade do modelo pode não ser a mesma nos dias atuais, mas o encanto e o prazer que ele proporciona continuam presentes no novo carro. Ou mais: foram aprimorados. Sem dúvidas, a nova geração desponta como um grande salto perante as anteriores.
Nunca um 911 foi tão rápido, previsível, eficaz e fácil de dirigir. Consegue praticamente suplantar as críticas à posição traseira do motor e certamente continuará sendo uma lenda automobilística.
Ficha Técnica - Porsche 911 Carrera
Motor: A gasolina, traseiro, transversal, 3.436 cm³, turbo, seis cilindros boxer, quatro válvulas por cilindro e sistema de abertura variável de válvulas. Injeção direta de combustível e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual com sete marchas à frente e uma a ré. Tração traseira. Oferece controle de tração.
Potência máxima: 350 cv entre a 7.400 rpm.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 4,8 segundos.
Velocidade máxima: 286 km/h.
Torque máximo: 39,7 kgfm a 5.600 rpm.
Diâmetro e curso: 90,1 mm X 84,0 mm. Taxa de compressão: 12,5:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson em alumínio com amortecedores estruturais. Traseira do tipo independente multi-link. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 235/54 R19 na frente e 285/35 R19 atrás.
Freios: Discos ventilados nas quatro rodas. ABS, EBD, assistente de frenagem de emergência e controle de frenagem em curvas.
Carroceria: Cupê em monobloco, com duas portas e quatro lugares. Com 4,49 metros de comprimento, 1,81 m de largura, 1,30 m de altura e 2,45 m de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e do tipo cortina.
Peso: 1.379 kg.
Capacidade do porta-malas: 134 litros.
Tanque de combustível: 77 litros.
Produção: Stuttgart, Alemanha.
Lançamento mundial: 2011.
Itens de série: Ar-condicionado automático, direção elétrica, trio elétrico, computador de bordo, volante multifuncional, partida por botão, rádio/CD/MP3/USb/iPod/Bluetooth, bancos dianteiros com ajuste de altura, airbags frontais, laterais e de cabeça, controle de estabilidade e de tração, ABS com EBD, assistência de frenagem de emergência e sensor de chuva com acionamento de farol baixo.
Preço na Europa: 88 mil euros ou cerca de R$ 200 mil.
Preço estimado no Brasil: R$ 650 mil.
Por Auto Press
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Notícias Automotivas - Carros - JAC Motors faz proposta para patrocinar o Palmeiras
Parece que Sérgio Habib não está muito satisfeito pelas vendas obtidas (em boa parte) através das propagandas televisivas protagonizadas pelo apresentador Faustão no anúncio dos veículos da JAC Motors. No entanto, o empresário quer divulgar ainda mais a nova marca chinesa, que completa em março um ano de operação no mercado nacional.
A JAC fez uma oferta de R$ 20 milhões por ano para estampar seu logotipo nos uniformes dos jogadores do Palmeiras. A negociação, que teve início no final do ano passado, está sendo realizada diretamente com representantes do clube e com o departamento de marketing da empresa chinesa, e deverá se estender até as próximas semanas.
Uma reunião feita pelos executivos na semana passada deixou ainda mais próximo de um acordo entre eles, porém, tanto a JAC como o Palmeiras têm pendências internas a serem solucionadas para fechar o negócio.
E o Palmeiras deve estar bastante interessado na proposta, já que a Fiat anunciou que não irá renovar o contrato com o time, assim como a Unimed Seguros e BMG. Se a negociação concretizar, o clube irá manter o faturamento com patrocínio de camisa de 2011, que teve como patrocinadores a Fiat, Unimed Seguros, Skill e TIM no uniforme, além de um acordo para trocas de dívidas com o BMG.
O interesse da JAC Motors é usar o time paulista como plataforma para ampliar sua imagem no Brasil, e aumentar o reconhecimento da montadora no mercado nacional.
[Fonte: Máquina do Esporte]
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Notícias Automotivas - Carros - JAC J5: sedã já está nas concessionárias, veja fotos e vídeo
O novo JAC J5 já está no show room de algumas concessionárias. Embora ainda não seja a versão definitiva, os clientes já podem ter ideia de como será o carro e encomendar o seu. Com valor aproximado de R$ 53.000 ele vem com motor 1.5 de 125 cv, somente a gasolina.
O câmbio é manual de cinco marchas, e o JAC J5 conta com freios ABS, airbag duplo, bancos em couro, ar condicionado digital com opção automática e saída de ar para os passageiros, volante com regulagem apenas de altura, luz de leitura na frente e atrás, travas, alarme, vidros elétricos, porta-malas e portinhola do combustível com acionamento interno, luzes traseiras em led.
Um dos atrativos do modelo é o amplo espaço interno. Para você ter idéia, com o banco da frente ajustado no máximo para trás, uma pessoa de 1,80 m cabe sem aperto no banco traseiro. Talvez porque o banco traseiro seja um pouco fundo, fazendo que suas pernas fiquem num ângulo um pouco mais aberto, o que não é comum nos carros vendidos aqui.
Eu estranhei um pouco, mas não parece ser desconfortável. Nessa faixa de preço você tem várias opções: Chery Cielo sedã, com motor 1.6 119 cv, Cerato 1.6 126 cv, Sentra 2.0 Flex 143/142 cv, New Fiesta 1.6 Flex 115/109 cv e Linea 1.8 Flex 127 cv.
A arma da JAC é oferecer garantia de 6 anos, onde é vantagem para alguns, e nem tanto para outros (pois você fica "preso" à concessionária durante todo esse tempo). As revisões são a cada 5.000 km, o que pode ser desvantagem para quem anda muito com o carro.
O modelo em si poderia vir mais equipado, mas o sucesso dependerá do marketing que for realizado. O que você achou do preço? Competitivo? Você acha que o J5 terá sucesso pelo que oferece?
Informações, fotos e vídeo do leitor Rafael Andrade
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Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Malibu 2013 começa a chegar nas concessionárias dos EUA
Apesar de ter sido lançado há alguns meses, a nova geração do Malibu 2013 começa chegar às concessionárias da Chevrolet no Estados Unidos somente neste mês. O novo sedã tem produção em Kansas, mas a empresa iniciará a fabricação do modelo também em Detroit ainda este ano.
Em uma das versões, o Malibu é munido de um motor 2.4, com transmissão automática de seis velocidades e sistema eAssist, associado a um outro bloco elétrico que auxílio na economia de combustível e auxilia no desempenho quando o pedal do acelerador é pressionado até o final, incrementando 15 cavalos extras na potência final.
Nas demais versões, o Chevrolet Malibu será equipado com um propulsor 2.5 litros, de quatro cilindros e potência de 90 cv. Outra variante com motor turbo 2.0 Ecotec também foi confirmada pela montadora estadunidense para o país norte-americano.
O modelo será vendido por lá por a partir de US$ 25.995 (cerca de R$ 47 mil). No Brasil, o novo Malibu chega no final de 2012, e poderá ser mostrado no Salão de SP.
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Notícias Automotivas - Carros - A vez de Bruno Senna
Cinco meses. Esse foi o tempo que durou a novela sobre o segundo posto da Williams para a temporada 2012 de Fórmula-1. Final feliz para Bruno Senna, o escolhido. Decisão que atrapalha sensivelmente os planos de Rubens Barrichello, o preterido, em continuar no certame. E, de quebra, que empatou o jogo entre esses brasileiros de gerações distintas.
Empatou o jogo?! Como assim? Explica-se.
Essa não foi a primeira vez que ambos disputaram um cockpit de Fórmula-1. Em novembro de 2008, Bruno impressionou a diretoria da Honda durante testes com um carro da equipe, no circuito de Barcelona. Tornou-se nome forte para substituir a Barrichello, então titular do time. Contudo, o cenário era de recessão econômica e a participação da montadora japonesa no próximo campeonato capengava. Em dezembro, a Honda anunciou a saída da categoria. Após três meses de intensas especulações e indefinições, os espólios da equipe foram adquiridos. Mais precisamente em março, semanas antes do início da temporada 2009. Ross Brawn, o comprador, preferiu manter Rubinho. Pela experiência.
Tudo bem. Está certo que é impossível saber o que Bruno poderia ter feito com um daqueles foguetes da Brawn em mãos. Mas Ross Brawn certamente não se arrependeu ao optar por Barrichello. O veterano pontuou em 16 das 17 corridas do campeonato, com seis pódios e duas vitórias. Terminou o campeonato em terceiro, 18 pontos atrás do campeão, o companheiro de equipe, Jenson Button. Resultados que foram fundamentais à equipe na conquista do título de Construtores daquele ano.
Assim como ocorreu na Brawn, a fase atual da Williams envolve mudanças. Embora não tenha trocado de proprietários, a equipe técnica passa por um processo de reformulação. Além disso, após dois anos, a Cosworth não fornecerá mais motores ao time inglês; tal função cabe agora à Renault, cujos propulsores equiparam carros campeões em quatro das últimas sete temporadas. Diante de tal cenário, não é absurdo afirmar que a experiência de Rubinho, um piloto com 322 Grandes Prêmios disputados pela Fórmula-1, seria algo muito bem-vindo ao desenvolvimento do FW34, monoposto da Williams à temporada 2012.
Contudo, a opção por Bruno Senna é, inquestionavelmente, mais impactante no âmbito comercial que uma eventual prorrogação de contrato com Barrichello.
Conforme reportagem publicada no site da emissora britânica Sky Sports, a contratação de Senna renderá dez milhões de dólares à Williams. Tal grana é oriunda de patrocínios do Grupo EBX, do empresário brasileiro Eike Batista. Rubinho teria conseguido apenas metade desse valor. Aliás, o dinheiro de Eike ajudará o time de Frank Williams a cobrir a perda do patrocinador máster da AT&T, cujo contrato, encerrado ao fim do ano passado, rendia sete milhões de dólares por temporada.
Tá certo… Há quem lembre que a equipe Brawn também passava por apuros financeiros em 2009 e, ainda assim, contratou a Rubinho. Contudo, como dizia o poeta: "Cada caso é um caso". A Williams é uma equipe que já sentiu o gosto de ser vencedora e sua diretoria sabe que, para retomar tal caminho, dinheiro é critério importante. Atualmente, o orçamento anual do time é enxuto: estimado em cerca de 100 milhões de dólares. Trata-se de um valor semelhante ao que dispunha 15 anos atrás. Nesse mesmo período, o budget da Ferrari, por exemplo, quase triplicou.
Não devemos menosprezar a Bruno
Claro que o generoso patrocínio do Grupo EBX ajudou Bruno a conquistar o segundo posto da Williams. Contudo, de maneira alguma, devemos nos esquecer das virtudes do jovem Senna. Trata-se de um bom piloto. Sim, senhor! E o mais animador: possui perspectivas de evolução. Basta ver o modo como progrediu nas categorias de base mesmo em uma carreira curta e sem formação no kart. Evolução que virá apenas ao disputar muitos Grandes Prêmios. É basicamente como aquela história no futebol: para conseguir bom ritmo, jogadores precisam de "sequência de jogos".
Durante os oito GPs que disputou em 2011, Bruno foi claramente afetado pela baixa quilometragem na Fórmula-1. Não à toa, acumulou largadas problemáticas e alguns deslizes durante as provas. Contudo, isso não impediu o brasileiro de se mostrar veloz e ter boas apresentações em circuitos variados: nos velocíssimos Spa-Francorchamps e Monza, no exigente Interlagos e no travado Marina Bay.
Em treinos, Senna foi em média apenas 0s217 mais lento que o companheiro de equipe, Vitaly Petrov. Assim como o russo, marcou presença no Q3 em quatro ocasiões. Em que se preze não ter o talento de Sebastian Vettel ou Lewis Hamilton, Petrov já acumulava nada menos que 30 GPs pela Lotus Renault quando Bruno estreou pelo time, na etapa da Bélgica.
Depender da "forcinha" de um patrocinador não é demérito algum na carreira de um piloto. Até Michael Schumacher, em seu primeiro ano de Fórmula-1, precisou de um empurrãozinho da Mercedes-Benz. De fato, o que importa é o que piloto faz durante o período em que recebe certa oportunidade. E Bruno tem tudo para aproveitar muito bem essa estadia pelo time de Oxfordshire.
Por Rafael Ligeiro
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Notícias Automotivas - Carros - Renault Twingo 2013 chega ao Reino Unido em fevereiro por 10.350 euros
Com visual totalmente renovado – dentro da nova identidade visual da Renault –, interior modificado e mecânica alterada, a nova geração do Twingo foi anunciada nesta sexta-feira, 20, pela montadora francesa no Reino Unido. O hatch chega às concessionárias britânicas em fevereiro, com preço inicial de 10.350 euros.
O Renault Twingo 2013 chegará por lá equipado com um propulsor a gasolina de 1.2 litro com 75 cv de potência, que tem consumo médio de 19,6 km/l e emissões de CO2 de 119 g/km.
Apesar da única opção de motorização, o Twingo poderá ser personalizado com uma infinidade de acessórios e itens, que inclui um teto solar panorâmico elétrico, spoiler traseiro, adesivos para o teto, capas diferenciadas para os retrovisores, saias laterais, dentre vários outros.
No divulgado, a Renault anunciou a oferta do programa "4+", que será vendido por 900 euros e vem com quatro anos de garantia (ou 100 mil quilômetros), quatro anos de manutenção (até 48 mil km), quatro anos de seguro estrada e até quatro anos de financiamento.
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Notícias Automotivas - Carros - Porsche Panamera com facelift: veja fotos em testes na neve
O Porsche Panamera ganhará uma pequena atualização em seu design neste ano de 2012. Nas fotos que você vê aqui nesta matéria, vemos o modelo em testes na neve, exibindo faróis ligeiramente modificados bem como um novo parachoque dianteiro.
Com essa atualização, que não muda muito o visual do cupê de quatro portas, a Porsche espera que o Panamera continue atual por alguns anos, embora seu design seja motivo de muita discórdia. As lanternas traseiras e o parachoque também terão modificações, embora ainda menores.
Fotos CarPix / Direitos de reprodução Notícias Automotivas
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Notícias Automotivas - Carros - Ford anuncia redução de preço na gama do New Fiesta
Lançado pela Ford no ano passado, o New Fiesta hatch chegou com preços bastante altos, mesmo que importado do México, isento dos impostos de importação. Agora, a marca norte-americana reduziu os preços tanto do dois-volumes como do sedã, em R$ 3.500. Agora o New Fiesta parte de R$ 45.950 na versão hatch e R$ 47.950 no três-volumes.
Essa diminuição de preço é decorrência da disponibilidade de produção dos veículos a serem destinados a América do Sul. “Com essa reprogramação, poderemos atender com maior disponibilidade os consumidores que desejam o New Fiesta no nosso mercado”, afirma Oswaldo Ramos, gerente nacional de vendas da Ford.
Apesar da alteração de preço, a lista de equipamentos não foi modificada, continuando com o sistema multimídia Sync com comando de voz em português, controle de estabilidade e tração, sete airbags e assistência de partida em rampa para a configuração topo de linha. O motor é o Sigma 1.6 Flex 16V de 110 cv a gasolina e 115 cv com etanol.
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Notícias Automotivas - Carros - Fiat: “Ai, Se Eu Te Pego” com Michel Teló como garoto-propaganda a partir de hoje
Se você reparar, as marcas mais vendidas ou populares são aquelas que embarcam nos ritmos do país ou mesmo em determinadas situações do nosso cotidiano.
O hit “Ai, Se Eu Te Pego”, mundialmente conhecido na voz de Michel Teló, agora fará parte de mais uma campanha "popular" da Fiat que começa a partir de hoje.
Teló é o mais novo garoto-propaganda da Fiat, que reescreve a campanha de lançamento do Novo Uno "Uni Duni Te" para "Uni Duni Teló". Bom, então imagine a salada que será juntar o hit do momento com o do "quadrado redondo" da Fiat.
[Fonte: Estadão]
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Notícias Automotivas - Carros - BMW X5: novas fotos da futura geração do utilitário
No último dia 13 de janeiro, publicamos aqui no NA fotos da nova geração do BMW X5, em testes na Alemanha, detalhando que essa nova geração tem codinome F15 e que ela chegará ao mercado no final de 2013, como modelo 2014.
Agora nos chegam fotos do modelo em testes na neve. A plataforma usada é a da nova Série 5, ligeiramente modificada. Serão usados motores de seis e oito cilindros, e a adoção de um quatro cilindros turbo nas versões mais baratas está sendo estudada pela marca alemã.
Fotos CarPix / Direitos de reprodução Notícias Automotivas
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Notícias Automotivas - Carros - Honda: City, CR-V e Fit renovados chegam até junho
A Honda vai lançar ainda no primeiro semestre a renovação visual dos modelos City e Fit, além da nova geração do CR-V 2012.
City e Fit ganham mudanças leves no visual, tal como ocorreu no sudeste asiático e outros mercados. Alguns itens serão oferecidos, como sensor de estacionamento e controle de cruzeiro.
Já o CR-V 2012 chega para dar um solavanco nas vendas do crossover no Brasil. Com visual mais agradável e com maior recheio de equipamentos, tais como I-Mid e VSA com esterçamento do volante, estão entre as novidades. Tais itens já foram apresentados no Civic 2012. Quer conhecê-lo melhor? Acesse em “Direto do Japão”!
[Fonte: IG]
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Notícias Automotivas - Carros - Mercedes-Benz Classe A 2013 ganha teaser e mostra mais de seu visual
O segmento de entrada das marcas de luxo alemãs está perto de receber um novo concorrente, e com peso de uma estrela de três pontas. O Classe A 2013 herda o nome do primeiro carro Mercedes-Benz feito no Brasil e também o menor produzido em série.
No entanto, a nova geração do Classe A de igual à anterior só terá o nome. O modelo ressurge como um hatch médio de linhas agressivas e tentadoras, pronto para acabar com a festa de A3 e Série 1.
Com tração dianteira, tal como o anterior, o Classe A 2013 será mais do que um hatch Premium, também será um cupê quatro portas, um crossover, possivelmente um conversível e um cupê duas portas.
Enfim, ele poderá ser muita coisa, inclusive uma pedra no sapato dos concorrentes. Ou será que não? Bom, para criar expectativas maiores que "Che" e Lara Stone, a Mercedes-Benz apresenta o primeiro teaser em vídeo do modelo.
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