Carro da semana, opinião de dono: Chevrolet Classic 2011
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Esse carro foi comprado em agosto desse ano. Trocamos um Classic 2008/2009 por esse modelo 2012. Pode até parecer estranho o fato de trocar pelo mesmo modelo, mas o que realmente importou é que o Classic apesar de já ser veterano, ainda é um carro honesto, desde o preço ao seu motor. Sem contar que a renovação visual caiu bem.
Esse daí só não tem vidros elétricos e custou R$ 29.600,00. O negócio foi fechado no dia seguinte em que avaliaram o antigo modelo. Digo ser um carro honesto porque é barato, tem um bom acabamento interno em geral, porta malas de bom tamanho, o motor VHCE age muito bem e o espaço interno atende as necessidades.
Pontos positivos
Primeiro lugar eu coloco o motor VHCE como superior a aos outros 1.0 em força, inclusive ao antigo VHC Flexpower, ao Fire EVO e ao RoCam da Ford. De certa forma é até divertido ver como um 1.0 desenvolve tão bem. Já usei o Fire EVO 1.0 e o carro literalmente não anda, e pra chegar em 80 km/h é preciso ter muita paciência.
O VHCE apesar de trabalhar com rotações lá em cima, que logo logo alcançam as 3,5 mil, tem uma aceleração surpreendente que chega a lembrar certos 1.4. Outro ponto positivo é o acelerador eletrônico que retirou os antigos solavancos que o outro Classic VHC dava pra frente quando era colocada a primeira marcha (e eu agradeço).
Acabamento interno – O acabamento é realmente bom pra um carro de entrada. Apesar da Chevrolet estar aos poucos diminuindo a qualidade do material do painel, ele ainda tem um bom aspecto comparado ao Prisma, Fiesta e Siena Fire.
Percebi que do modelo 2009 para o 2012 ele ficou mais áspero em certas partes e arranha fácil. Em compensação o forro das portas é todo de tecido (uma raridade entre os compactos) e os bancos dianteiros são forrados em napa grossa que protege bem contra sujeira.
Porta-malas – O porta-malas serve a minha familia muito bem. Somos 4 pessoas e as bagagens vão tranquilas sem afetar no espaço pra gente dentro do carro. Alguns pequenos mimos – aviso sonoro de farol de ligado, repetidores de seta na lataria, lâmpada no porta-malas e no porta luvas, frisos, maçanetas e retrovisores na cor do carro, espelho para o carona e até para o motorista (algo ausente até no Cobalt), Desembaçador de vidro traseiro, Ventilador com regulagem de temperatura.
O ar-condicionado gela muito bem e rápido.Esfria ou aquece a cabine de forma rápida. Ja usei outros sedans pequenos da GM e hatch da Fiat e é diferente.
Espaço interno – Quatro adultos “normais” conseguem ir relaxados. Cinco só não vão bem porque o teto é baixo e na parte de trás tem aquele horrível calombo no assoalho que acaba atrapalhando o espaço.
Design – Eu particularmente acho o design “made in China” bem melhor que o antigo modelo. Principalmente as lanternas traseiras, que tem um bom desenho e até iludem dando a impressão de que o carro é mais largo. Pura impressão.
Volante – Pode parecer ser muito detalhista, mas já percebi que o volante do Classic é muito bom de fazer manobras principalmente com a direção hidráulica. Roda bem na mão e não desliza. Já dirigi outros compactos e não me dei bem.
Portas – Sou realmente detalhista e gostei do fechamento das portas. O antigo modelo 2009 era péssimo. Sempre tinha que fazer força ou bater duas vezes. Não sei do que se trata mas melhorou muito. Nem faço força pra fechar, elas encaixam certinho.
Suspensão – A suspensao do Classic realmente é boa e passa bem nos buracos, nada alarmante, mas faz bom serviço. Bem melhor que a do antigo modelo.
Câmbio – Primeira, segunda e quarta marcha são ótimas e precisas.
Consumo – Bem melhor com a gasolina pois com o álcool ele bebe bem mais (e com ar ligado principalmente).
Seguro – O seguro total saiu na casa dos R$ 850,00, assim como o emplacamento.
Pontos negativos
Pra mim, o maior problema do Classic hoje é o painel que ainda é o mesmo e é muito baixinho… principalmente quando vou de carona ai noto como ele é diminuto. Um problemão é aquele enorme calombo no assoalho traseiro que atrapalha o espaço para os pés do passageiro do meio.
Pneus apesar de serem Pirelli, são aro 13. A posição de dirigir incomoda em certos momentos. Inclusive se for por muito tempo, a coluna começa a doer. Fiquei sabendo que os pedais são tortos. Se fosse colocado um novo descansa braço acho que melhoraria.
O porta malas só abre com a chave, ai quando quero pegar uma coisa lá dentro, tenho que desligar o carro. Isso é chato. A abertura interna do porta malas do Prisma cairia bem. Mal colocação de peças no Classic 2012 – as lanternas traseiras e um farol dianteiro possuem frestas deslocadas visíveis no posicionamento da lataria.
Percebi também que a porta direita do carona é desalinhada com a lataria e quando fecha, vejo ela invadindo (um pouco) a lateral. Outro coisa mal encaixada é a peça que fica acima do hodômetro e velocimetro. Ruído interno quando o carro chega a 100km/h é alto.
A terceira marcha é a mais lenta e é facil fácil de ameaçar deixar o carro “morrer” se a rotação está abaixo das 3 mil. A quinta adora engasgar, assim como a ré que é pior. Garantia só é de 1 ano. O consumo pelo fato do motor ainda nao estar muito bem amaciado, fica na casa dos 7,6 a 8,1 km/l com álcool e ar ligado, na cidade.
A lâmpada do interior só acende quando as portas dianteiras são abertas ou com o acionamento do botão. Quando abre a porta de trás, a luz não liga. Outra coisa terrível é o fato dos bancos traseiros não serem rebatíveis. Retrovisores são minúsculos.
Considerações finais
O Classic é, na minha humilde opinião, um carro bom, honesto e valente. Tem problemas devido aos 16 anos de plataforma. O modelo anterior só desvalorizou R$ 9 mil em 3 anos. Eu achei legal. Esse novo modelo foi barato, tem um design externo até legal (nada tão moderno, mas não desanima), e atende as necessidades.
Nesses 3 meses de uso, coloquei película fumê nas lanternas traseiras e a antena decorativa, carpete com mica protetora (plástico grosso), som, sensor de estacionamento, e lâmpadas de estacionamento super white. Pra quem quer gastar pouco, economizar e ter o acessível sem se preocupar e ainda dirigir um bom 1.0, o Classic é um ótima opção, na minha opinião.
Agradeço ao NA por mais uma vez permitir que eu expresse minha opinião sobre o carro que uso.
Por Joel Oliveira
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Direto do Japão: Avaliação do Toyota Corolla Fielder
Notícias Automotivas - Carros - Direto do Japão: Avaliação do Toyota Corolla Fielder
"Por trás de um grande homem, existe sempre uma grande mulher…" Quem nunca leu ou escutou esta frase? Fazendo uma analogia com esse famoso ditado popular, o Corolla deve muito à sua variação station wagon os seus 45 anos de sucesso comercial.
Criada em 1967 (um ano depois do sedan), quando iniciou a sua carreira como veículo comercial (van), a versão perua é até hoje a fiel escudeira do longevo sedan, ajudando a manter as suas vendas entre os top 10 no mercado japonês e mundial.
Com a massiva popularização das minivans no Japão a partir da segunda metade da década de 90, as peruas perderam muito da sua participação no mercado. Se nos áureos anos elas tinham mais de 30% do total de veículos vendidos, hoje em dia esse número não passa dos 10% – até o Corolla teve que se render ao segmento, tendo as versões Spacio (1997-2007) e o atual Rumion – o Scion xB americano, embora este tenha um estilo mais "cool", sem esquecer também das Toyota Wish (2003~) e Isis (2004~), que são feitos também da plataforma MC do Fielder.
Mesmo com esta queda tão grande, os modelos mais tradicionais como Subaru Legacy, Honda Accord e Mazda Atenza (Mazda 6) continuam sendo produzidos para atender o mercado externo e aos consumidores japoneses que necessitam de espaço mas prezam o estilo e o prazer ao dirigir, notadamente superiores que uma minivan – muitos não gostam de conduzir um carro como se estivessem sentados no sofá de casa… E acham um desperdício ter 7 ou 8 lugares, pois mal usam o banco traseiro.
No mercado interno nipônico, a perua Corolla atende a um público mais amplo, que vai dos jovens com suas pranchas de surf ou snowboard (embora a maioria deles tenha migrado para as minivans), homens e mulheres que cujos filhos já tem o seu carro, até chegar às empresas (carro de representante comercial) e claro, aos mais velhos – se não fosse por esses dois últimos, provavelmente a mais popular linha da Toyota nem existiria mais por aqui…
Na virada do século, a carismática "Carogon" (apelido dado pelos japoneses, uma abreviação de "Carora" – é assim que eles chamam o Corolla – e wagon) que fora lançada em 1991 (100 series) já estava bem defasada em relação aos concorrentes mesmo sendo querida pelo público.
Havia também a Sprinter Carib, que estreou em 1995 (usava a base do 110 series), mas sempre ficou à sombra da irmã famosa – este modelo representou a perua Corolla no Brasil em 1997 mas foi um fracasso, como o sedan, devido a horrível frente da linha européia que não combinava com o resto da carroceria.
Era chegada a hora da renovação da "prata-da-casa" (e também uma importante estratégia para enxugar o line-up da empresa, pois culminou no fim da linha Sprinter). Em agosto de 2000 estreou a nova geração da perua, agora denominada Fielder – um nome que transmitia jovialidade e que tinha a missão de matar dois coelhos numa tacada só: A Corolla wagon e a Sprinter Carib (porém a morte de ambas foi gradual e lenta, pois só sairam de linha em 2002).
Com linhas simples e harmoniosas, se tornou de imediato um sucesso de mercado e consagrou de vez o seu sucesso perante aos consumidores (a station também foi fabricada no Brasil entre 2004 e 2008 e ainda hoje muitos clientes potenciais sentem a sua falta no mercado), passando a ser o produto mais vendido da linha e ampliando sua vantagem sobre a concorrência.
Na décima geração da família Corolla apresentada em 2006, a Fielder sofreu mudanças mais profundas no visual que o sedan, especialmente na parte traseira, onde o vinco da linha de cintura invade a tampa do porta-malas e o vidro traseiro ficou curvado na parte inferior, deixando-a com uma "olheira" quando vista por trás (muitos ainda preferem o modelo anterior nesta parte).
Abaixo deste sinal de nascência, as lanternas verticais possuem uma curvatura que adentra pela lateral, uma receita comum em outros carros da marca lançados na metade da década (Yaris e Avensis de geração anterior à atual). De lado, o carro tem um desenho limpo, sóbrio e na frente, para-choques diferenciados e a grade preta fazem a perua ter um estilo mais casual, diferentemente do Axio, que tem um visual bastante sisudo e formal.
No interior, da coluna B para frente, as únicas diferenças para o sedan são o conta-giros/computador de bordo no painel de instrumentos (itens disponíveis apenas a partir da versão intermediária do Axio), e o volante de 3 raios.
Estes pequenos detalhes dão um ar mais jovial a perua – fato também ajudado pelos bancos revestidos com um tecido mais escuro (e aparentemente mais aconchegante). O acabamento é simples, de qualidade e tem os mesmos deslizes comuns à linha – saídas de ventilção centrais que não fecham, abertura interna do tanque de combustível feita por uma alavanca de lata e falta de proteção plástica para o descansa-pé.
A diferença fica para a parte traseira, onde o banco é mais confortável que o do Axio (embora o espaço para as pernas seja apenas regular) e ganha reclinação do encosto e apoia braço central com porta-copos (além de ser repartido em 1/3 e 2/3).
Assim como no sedan, quem possui os pés grandes (como eu) tem o entra-e-sai é dificultado pelo pouco espaço para que os sapatos passem pelo vão inferior da porta, devido ao entre-eixos curto – os calçados sempre raspam no forro da porta.
Principal fator de compra numa perua, o porta-malas é espaçoso (infelizmente a capacidade não é informada pela fábrica) e possui uma base da abertura relativamente baixa, facilitando o carregamento de objetos pesados. Há um bom espaço para tralhas no compartimento inferior e o rebatimento do banco é muito simples, basta acionar as alavancas que ficam nas laterais para que o mesmo se recolha automaticamente, sem nenhum esforço (mas para retornar a posição original o trabalho é manual).
Ao volante, o que mais surpreende no Fielder é o silêncio interno. A 80 km/h constantes são baixas 1.400 rpm e o ruido do motor é praticamente imperceptível (o urro do motor aparece somente nas retomadas ou numa aceleração mais forte – e curiosamente, não havia a proteção fonoabsorvente no capô do motor, disponível no sedan), fruto do ótimo entrosamento entre o motor 1.5 de 110 cv e a transmissão CVT. A bem-sucedida união dos dois componentes também permite um desempenho de um carro de maior cilindrada, pois gasta apenas 10,8s para ir de 0 a 100 km/h (10,3s no Axio) e 180 km/h de máxima (limitados).
Outro fator que ajuda muito o carro a obter estes números é o baixo peso de 1.200 kg, influenciando também no contido gasto de combustível. A fábrica anuncia um consumo de 20,0 km/l (na sempre exageradamente otimista norma 10-15), mas o computador de bordo acusou no máximo 11,8 km/l. Como a avaliação foi curta (80 km), não pude obter um número melhor de consumo. Certamente se eu rodasse mais um pouco conseguiria um valor próximo do sedan (14,1 km/l).
Ligeiramente mais firme nas curvas e com competentes sistemas de freio e direção, a Fielder tem um comportamento dinâmico mais esperto do que se comparado ao Axio devido à calibragem um pouco mais rígida da suspensão – mas sem atrapalhar o conforto, pois os pneus 185/65R15 não deixam esquecer que é um pacato carro familiar e não uma perua "pocket rocket". Para quem procura algo mais apimentado, a TRD – divisão esportiva da marca – oferece a Fielder GT. Com motor 1.5 turbo de 150 cv, possui kit aerodinâmico e suspensão esportiva (pena que custe 77% a mais do que a versão que cede a base, chegando a ultrapassar o valor de um Avensis Wagon).
Disponível em 2 motorizações (além da 1.5 há também o 1.8 de 144 cv e 17.9 kgfm, conhecido dos brasileiros), 5 variações de acabamento e opção de tração integral, a Fielder segue o padrão do sedan ou seja, vem equipado apenas com o necessário na versão básica 1.5X – ar condicionado, direção com assistência elétrica, conjunto elétrico, ABS com EBD e duplo airbag. A partir do modelo 1.5X "G Edition" são adicionados ar condicionado automático e digital, aerofólio traseiro com break-light (opcional no 1.5X) e repetidores das setas nos retrovisores externos.
O 1.8S acrescenta volante e pomo do câmbio revestidos em couro, painel com acabamento simulando madeira negra, faróis com acendimento automático e luz Xenon, chave presencial e instrumentos com iluminação optitron.
E por último a variante "Aerotourer" vem com kit aerodinâmico (inclui grade do diferenciada e lanternas traseiras transparentes), faróis de neblina e bancos dianteiros esportivos – com um mellhor apoio. Airbags laterais e de cortina, controle de estabilidade e tração (1.8), faróis com luz xenon e chave presencial (1.5), som, GPS, e rodas de liga-leve são disponíveis como opcionais.
Custando a partir de ¥ 1.511.000/R$ 34.740,00 (1.5X 5MT) até ¥ 2.277.500/R$ 52.360,00 (1.8S Aerotourer CVT 4WD), a station da Toyota atualmente enfrenta uma delicada situação no mercado japonês com a chegada dos "new comers" Honda Fit Shuttle e a nova variação do Prius, o Alpha (por aqui categorizada como station wagon – na versão de 5 pessoas). Ambas as duas tiraram o sossegado posto da veterana (ex) líder do segmento com ingredientes muito atraentes para o consumidor nipônico: Espaço, economia e tecnologia a um preço acessível.
O primeiro na versão híbrida custa pouco mais que o modelo mais vendido do Fielder e tem um rendimento 10 km/l superior no consumo. O segundo é o mais novo sucesso da marca, com filas de espera de 5 meses (10 meses no caso da versão de 7 passageiros), canibalizando não só as vendas do Corolla wagon mas também de outras peruas e minivans da empresa – o mesmo ocorre no caso do Prius normal com os sedans da companhia. Contudo, a Fielder ainda tem uma larga superioridade nas vendas sobre a Nissan Wingroad – versão familiar do Tiida.
No atual contexto do mercado automotivo japonês, um carro só vende bem se tiver propulsão híbrida ou algum recurso que o torne eficiente na economia de combustível (vide o SkyActiv da Mazda). Pensando nisso, a Toyota já prepara uma nova geração da família Corolla para 2012, prometendo um menor consumo nos motores à gasolina e segundo rumores da imprensa japonesa, até uma versão híbrida – embora certamente os holofotes estarão mirados para o modelo internacional, cuja atual carroceria é alvo de críticas por ser insossa em comparação aos rivais americanos, europeus e principalmente coreanos. Para os fãs, fica a torcida para que a variação SW volte ao cenário mundial.
Seja uma Fielder novinha em folha carregando um jovem casal para praticar snowboard nas montanhas japonesas ou uma surrada Corolla wagon 1989 com a direção adaptada "nas coxas" para o lado esquerdo (os instrumentos continuam à direita…) trabalhando como um taxi abarrotado de gente na Bolívia, a perua Toyota não faz cara feia e está sempre pronta para o que der e vier, atestando a robustez e a confiabilidade que fizeram a imagem da linha mais popular da marca nestas mais de 4 décadas de mercado.
E se na avaliação do Corolla Axio eu escrevi que o sedan era que nem o "seu" José, Antônio ou João, aquele homem de meia-idade simpático e humilde que todos gostam de conviver, com certeza a station wagon Fielder é como se fosse a Amélia – nome eternizado pelo samba de Mario Lago e que virou sinônimo de mulher amorosa e prestativa, o verdadeiro braço-direito da família.
Assim como na vida real, confiança e fidelidade (ao seu proprietário) também são os ingredientes para um "casamento" tão longo no mundo automotivo…
Ficha técnica – Toyota Corolla Fielder 1.5X
Dimensões e capacidades:
carroceria: station wagon/5 portas/5 passageiros
comprimento/largura/altura: 4,42/1,70/1,48m (interno 1,95/1,44/1,20m)
entre-eixos: 2,60m
peso: 1.200 kg (relação peso/potência: 10,9 kg/cv)
tanque de combustível: 50 litros, gasolina comum
velocidade máxima: 180 km/h (limitados)
aceleração de 0 a 100 km/h: 10,8 seg.
consumo médio: 20,0 km/l (norma 10-15 mode)
Motor:
tipo 1NZ-FE, 1496 cm³, dianteiro, transversal, 4 cilindros, DOHC 16V com VVT-i
diâmetro e curso: 75,0 x 84,7 mm
taxa de compressão: 10.5
potência: 110 cv a 6.000 rpm (potência específica: 73.5 cv/litro)
torque: 14.3 kgfm a 4.400 rpm
Transmissão:
automática tipo CVT, tração dianteira.
relações de marcha: frente: 2.386~0.411 ré: 2.505/ diferencial: 5.698
Direção:
tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica, 5,1m de diâmetro de curva
Suspensões:
Mc Pherson (D), eixo de torção (T)
Freios:
disco ventilado (D), tambor (T)
Rodas e pneus:
aço estampado 6Jx15 com calotas, 185/65R15 88S
Tabela de preços:
1.5X: ¥ 1.511.000/R$ 34.740,00 (5MT), ¥ 1.595.000/R$ 36.650,00 (CVT)
1.5X "G edition": ¥ 1.666.000/R$ 38.280,00 (5MT), ¥ 1.750.000/R$ 40.210,00 (CVT)
1.5X "Aerotourer": ¥ 1.746.000/R$ 40.120,00 (5MT), ¥ 1.830.000/R$ 42.050,00 (CVT)
1.8S: ¥ 2.025.000/R$ 46.530,00 (CVT)
1.8S "Aerotourer": ¥ 2.120.000/R$ 48.710,00 (CVT)
4WD também disponível (+ ¥ 157.500~¥ 189.000/R$ 3.620,00~R$ 4.345,00)
Notas no crash test JNCAP – proteção para motorista/passageiro: 6/6 estrelas (de 6 possíveis)
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Revista MotorTrend e sua escolha de Carro do Ano
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CEO da Mazda revela planos para até 2015
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Durante uma coletiva de imprensa no Salão do Automóvel de Los Angeles (EUA), a japonesa Mazda revelou seus planos para os próximos anos. O CEO da fabricante, Takashi Yamanouchi, despontou que até 2015 a empresa de origem asiática pretende abocanhar uma fatia de 2% do mercado mundial, totalizando cerca de 4 milhões de unidades vendidas ao ano.
O executivo ainda confirmou a produção do conceito Shinari, sedã que virá ao mercado em 2013 e se posicionar em um patamar acima do Mazda6. Na conferência, Yamanouchi disse que o três volumes será um automóvel "extremamente dinâmico".
Por fim, o chefão afirmou que continuará no cargo de CEO da Mazda, sem previsão para se aposentar ou ser demitido em curto prazo.
A marca, entretanto, deveria desembarcar ao Brasil em meados do ano que vem. Porém, os planos para a vinda ao País foram "congelados" após o anúncio do governo do aumento de IPI para carros importados.
Yamanouchi ainda declarou no Salão de L.A que os "planos da Mazda era estrear oficialmente no Salão do Automóvel, em São Paulo, em 2012, mas a alta de IPI imposta pelo governo inviabiliza a comercialização de nossos carros", afirmou o executivo à revista Car And Driver.
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Chevrolet lança Agile Wi-Fi com acesso limitado e gratuito a internet
Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet lança Agile Wi-Fi com acesso limitado e gratuito a internet
A Chevrolet, em parceria com a operadora TIM, apresentou nesta quinta-feira (17) uma nova edição especial para o hatchback, nomeada de "Wi-Fi". Como o próprio nome sugere, a série, limitada a 1.000 unidades, traz um ano de acesso limitado e gratuito em aos donos do nomeado Agile Wi-Fi, o primeiro carro do Brasil com internet a bordo.
Com o acesso a internet, os compradores do Agile Wi-Fi poderão "acessar mapas com as indicações do trânsito, realizar check in em hotéis e companhias aéreas, reservas em restaurantes e bares, manter seus amigos informados de tudo o que está acontecendo por meio das redes sociais, fazer compras on-line, acessar e-mails, escolher a programação do final de semana, decidir onde comer e ainda alugar um filme para terminar o dia, sem sair do carro", segundo o divulgado da Chevrolet.
Após a compra do modelo, os compradores do Chevrolet Agile Wi-Fi receberão em até vinte dias um kit da TIM que inclui roteador, carregador veicular e manual de instalação. A navegação pela internet pode ser realizada através de notebooks, smartphones e tablets, estando no interior do veículo ou em seus arredores.
“Para a Chevrolet, é muito importante levar experiências únicas aos nossos compradores. O Agile é um carro com espírito jovem, com exclusiva tecnologia e que agora oferece pela primeira vez no País, um serviço que poderá agilizar a vida dos ocupantes do veículo de diversas formas”, explica Marcos Munhoz, vice-presidente de Comunicação, Relações Públicas e Governamentais da GM do Brasil.
O preço, por enquanto, não foi divulgado.
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O carro brasileiro não é apenas mais caro…
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Infiniti deverá mostrar conceito esportivo no Salão de Genebra
Notícias Automotivas - Carros - Infiniti deverá mostrar conceito esportivo no Salão de Genebra
A Infiniti já iniciou seus planos para o Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, que acontece em março do próximo ano. A marca japonesa deverá exibir no evento suíço um novo conceito de carro esportivo, que não teve detalhes revelados até o momento.
Entretanto, a fabricante divulgou um vídeo que revela alguns detalhes do modelo, que será um elétrico com "alto desempenho" e baixas emissões de poluentes. No visual, o protótipo carrega para-lamas musculosos, faróis e lanternas afiladas e um spoiler traseiro proeminente. Porém, o conceito é o que menos aparece no curta-metragem. Confira você mesmo.
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Notícias Automotivas - Carros - Nissan e a fonte dos desejos
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Chevrolet Agile WiFi tem preço sugerido de R$43.635
Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Agile WiFi tem preço sugerido de R$43.635
O Chevrolet Agile WiFi foi lançado hoje e você já deve ter conferido os detalhes da nova versão do hatch da GM.
No entanto, ficamos devendo o preço do modelo: R$43.635. Disponível apenas na versão LTZ, o Agile WiFi possui conexão com a internet através da tecnologia WiFi e da parceria com a operadora de celulares TIM.
O Agile WiFi é inédito para os brasileiros, trazendo a conexão de internet móvel para dentro do veículo. No entanto, essa não é a primeira vez que o Agile ganha WiFi. Alguns meses atrás, a mesma versão foi lançada na Argentina.
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Peugeot 308: produção argentina começa e hatch logo estará no Brasil
Notícias Automotivas - Carros - Peugeot 308: produção argentina começa e hatch logo estará no Brasil
Demorou mas chegou. O Peugeot 308 começou a ser produzido pela marca francesa na fábrica de El Palomar, Argentina.
O hatch médio francês chega para substituir o já cansado 307, que embora ofereça conteúdo interessante, já sentia o peso dos anos a muito tempo.
Com lançamento confirmado para o início de 2012, o Peugeot 308 deve seguir a mesma linha de conteúdo de fábrica que o 307 justamente para poder contar com mais um atrativo, do que simplesmente o visual novo.
O estilo mais encorpado e musculoso mesclado com detalhes de linhas agressivas agrada bastante, mais até que o 408. Em termos de motorização, aqui ele deve utilizar os mesmos blocos 1.6 e 2.0 Flex do 307.
Na Argentina, a opção deverá ser bem mais generosa, contando até com motor 1.6 THP, além da versão conversível, que é importada da Europa.
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Duster vende mais que EcoSport na primeira quinzena de novembro
Notícias Automotivas - Carros - Duster vende mais que EcoSport na primeira quinzena de novembro
A guerra dos utilitários esportivos de baixo custo começou, e o líder EcoSport já está vendo que a receita de sucesso está ameaçada.
Segundo dados da Fenabrave, o Renault Duster conseguiu vender 1.786 unidades nos primeiros quinze dias de novembro.
Já o rival EcoSport amargou 1.226 exemplares vendidos pela Ford. Parece que daqui para frente a marca americana terá que recorrer à novas estratégias para não perder a liderança conquistada durante anos com o modelo.
No entanto, a Ford deverá acelerar o processo de lançamento da nova geração do EcoSport 2013, que deverá aparecer pela primeira vez na China no começou de 2012. Quem vencerá essa disputa em 2012?
[Fonte: Fenabrave]
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Rede de postos de combustível do Distrito Federal terá limite para lucrar
Notícias Automotivas - Carros - Rede de postos de combustível do Distrito Federal terá limite para lucrar
A Rede Gasol é o maior revendedor de combustíveis do Distrito Federal e está enfrentando uma liminar da justiça local que limita os lucros da empresa.
A liminar visa criar um teto para os lucros da Gasol, que segundo o Procon local e a Secretária de Defesa Econômica, que estaria praticando "abuso desmedido de lucro".
O sindicato dos revendedores de combustível do DF crítica a ação do judiciário local, argumentando que a justiça não tem meios para avaliar a questão, interferindo assim no mercado, segundo a entidade, de forma "drástica". Para o sindicato, há um "equívoco jurídico".
Amanhã, a Gasol deve entrar com recurso no STF contra a liminar que limita a margem de lucro da empresa.
[Fonte: Correio Braziliense]
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Suzuki divulga tabela de preços para novembro
Notícias Automotivas - Carros - Suzuki divulga tabela de preços para novembro
A Suzuki divulgou uma nova tabela de preços sugeridos para sua linha 2011/2011 para o mês de novembro.
Todos os valores já possuem frete incluído. Os preços sugeridos só não são válidos para a Zona Franca de Manaus e Goiás.
Abaixo, a lista de modelos e preços:
Grand Vitara 2.0 2011 4×2 MT – R$68.990
Grand Vitara 2.0 2011 4×2 AT – R$75.990
Grand Vitara 2.0 2011 4×4 MT – R$78.990
Grand Vitara 2.0 2011 4×4 AT – R$84.990
Jimny 1.3 2011 4×4 MT – R$54.790
SX4 2.0 2011 4×4 MT – R$59.990
SX4 2.0 2011 4×4 AT – R$64.990
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Surgem primeiras imagens oficiais do novo Audi A1 Sportback
Notícias Automotivas - Carros - Surgem primeiras imagens oficiais do novo Audi A1 Sportback
Previsto para ser revelado somente no Salão do Automóvel de Genebra, em março do ano que vem, o novo Audi A1 Sportback apareceu em primeiras imagens oficiais. As fotos revelam a versão de quatro portas do pequeno hatch da marca alemã, em uma chamativa cor laranja.
Em relação ao modelo convencional, vendido atualmente com duas portas, o novo A1 Sportback não diminuiu nem cresceu nas dimensões. O veículo sofreu apenas a adição das duas portas traseiras, que facilitarão o acesso dos ocupantes traseiros. E não é que o resultado ficou interessante?
Na motorização, o Audi terá o propulsor 1.4 TSFI de 122 cv de potência, associado ao câmbio automático S-Tronic de dupla embreagem e sete velocidades, como uma das opções para a gama. Se o A1 Sportback vier ao Brasil, o preço deverá ficar com certeza acima de R$ 100 mil.
[Fonte: JokeForBlog]
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Carro avariado por blindado teve restauração pedida por coronel da PM no Rio
Notícias Automotivas - Carros - Carro avariado por blindado teve restauração pedida por coronel da PM no Rio
O coronel Fábio Souza escreveu uma carta pedindo ao apresentador Luciano Huck que restaurasse um veículo danificado por um blindado durante a ocupação das comunidades da Rocinha e Vidigal.
Na carta, o coronel pediu que o quadro "Lata Velha" recuperasse um Chevrolet Kadett de um morador da comunidade, conhecido como Calixto.
Ontem, o apresentador foi ao Vidigal para verificar a restauração do Kadett de Calixto e prometeu retornar ao local no sábado (19), segundo relato em seu Twitter.
[Imagem ilustrativa]
[Fonte: R7]
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Jaguar planeja lançar concorrente para o Aston Martin Cygnet
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Fugindo do tradicional, famosas marcas de automóveis de alto luxo e de esportivos cogitam cada vez mais lançar carros urbanos, de porte pequeno para se locomover no intenso transito das grandes cidades. A Aston Martin, inclusive, conta com o Cygnet em seu portfólio, modelo baseado no Toyota iQ.
E para entrar na onda, a Jaguar planeja lançar um automóvel do ramo. O chefe do centro de design da marca, lan Callum, divulgou que há grandes chances da fabricante produzir para os próximos anos um modelo subcompacto.
O executivo revelou que o futuro modelo não será necessariamente um hatch, mas sim um concorrente para o modelo da Aston Martin, ou seja, um "anti-Cygnet". Callun ainda confirmou que a sofisticação e o luxo dos atuais modelos da Jaguar permaneceriam à tona no futuro fun car.
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Fiat inicia processo de seleção de pessoa e terraplanagem em Goiana/PE
Notícias Automotivas - Carros - Fiat inicia processo de seleção de pessoa e terraplanagem em Goiana/PE
A Fiat não quer perder tempo e já começou o processo de seleção de pessoal para construção de sua nova fábrica em Goiana/PE.
A ênfase na contratação será de moradores das cidades vizinhas à futura instalação italiana, que deverá empregar 7.000 pessoas na construção.
O pessoal selecionado passará por treinamento a partir de janeiro e as obras civis começam em abril, logo após o período de três meses de terraplanagem, bancada pelo governo pernambucano.
Quando pronta, a nova fábrica da Fiat vai empregar 4.500 funcionários no processo produtivo e administrativo, além de inúmeras vagas em 60 fornecedores que vão se instalar na região.
O ganho qualitativo da mão de obra local poderá ser um incentivo para outros fabricantes se instalarem no estado. Atualmente, Pernambuco está no páreo para atrair a futura fábrica da Volkswagen no Nordeste.
[Fonte: Jornal do Commercio]
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Volkswagen Beetle R Concept é destaque no Salão de Los Angeles
Notícias Automotivas - Carros - Volkswagen Beetle R Concept é destaque no Salão de Los Angeles
A Volkswagen está destacando no Salão de Los Angeles o Beetle 2012 R Concept. O modelo traz uma proposta bastante esportiva para o cupê clássico da marca alemã.
Faróis com LED diurno, rodas esportivas, suspensão rebaixada, para-choques com spoilers integrados, saias laterais e escapamento cromado fazem parte do visual externo.
Por dentro, o Beetle 2012 R Concept traz acabamento personalizado com couro Nappa. O motor é um 2.0 TFSI. Rumores dizem que o Beetle R de fábrica deve chegar ao mercado com tração dianteira e 270 cv.
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Mazda6 Hybrid é flagrado em testes nos Estados Unidos
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O Mazda6 da próxima geração já foi flagrado em uma floresta, montado sob uma mula do modelo atual.
Entre as opções do futuro sedã topo de linha da Mazda, encontra-se a versão híbrida. Essa variante também está sendo testada sob uma mula nos EUA.
O Mazda6 Hybrid 2013 terá como diferencial a mesma tecnologia usada pelo Prius da Toyota. O modelo terá um botão EV, que sugere um modo de condução 100% elétrico.
Fala-se que o conjunto híbrido deve gerar 163 cv e oferecer média de 17 km/litro. Rumores ainda dizem que mesmo o atual Mazda6 poderá ganhar uma versão híbrida já no final de 2012.
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Hyundai dispensa imprensa de lançamentos no Brasil – Na Argentina convida leitores de blog
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Algumas pessoas devem ter percebido que os recentes lançamentos Veloster e Elantra foram testados por revistas ou sites de uma forma um tanto diferente.
Quem conseguiu avaliar estes dois lançamentos e o Sonata, deve ter suado bastante a camisa ou simplesmente convencido proprietários que acabaram de adquirir seus veículos para assim poder avaliar os lançamentos.
Parece brincadeira, mas até revistas com anos de estrada tiveram que recorrer aos donos dos carros para avaliar os lançamentos. Porque será? Até o UOL questiona em um artigo a atitude da Hyundai, representada aqui pela CAOA.
Sabemos bem como age o marketing agressivo da importadora e também de outros assuntos relacionados às especificações dos veículos e mesmo à comercialização dos mesmos.
Mas qual importadora ou fabricante é santa no mercado automotivo mundial? Pois é. Com os recentes lançamentos da Hyundai, só mesmo indo fazer o test drive na concessionária (isso quando se consegue) para dar aquela voltinha rápida em ruas de asfalto liso…
Assim, diante do distanciamento da Hyundai-CAOA da imprensa brasileira, poderíamos entender a ação como uma forma de represália contra quem fala das propagandas enganosas, dos carros com especificações adulteradas, dos preços abusivos, entre outros?
Queremos acreditar que não se trata disso, mas apenas de uma nova estratégia de marketing. Mas que marketing gastaria milhões de reais por ano para economizar com eventos e empréstimo de carros para avaliação?
Argentina
Se nós temos motivos para lamentar, os hermanos argentinos não podem dizer o mesmo. Os colegas do Argentina Autoblog conseguiram que o importador da Hyundai revelasse em primeira mão o Veloster para seus leitores em uma ação inédita entre fabricante e imprensa.
Enfim, a Hyundai é como qualquer outra montadora, mas dependendo do importador, ela pode ter sua imagem bem ou mal vista. E no último caso, isso significa ter reflexos nas vendas.
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