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Fiat 500: pré-venda na Argentina começa a partir de R$31.600

Fiat 500: pré-venda na Argentina começa a partir de R$31.600

Notícias Automotivas - Carros - Fiat 500: pré-venda na Argentina começa a partir de R$31.600

500 cult 016 Fiat 500: pré venda na Argentina começa a partir de R$31.600

O Fiat 500 mexicano já teve pré-venda autorizada para os concessionários argentinos. O compacto pode ser reservado com preços que variam entre R$31.600 e R$40.200.

O processo de pré-venda vai até o dia 10 de novembro por lá, quando o modelo será lançado oficialmente e os preços deverão subir R$820.

Tal como aqui – exceto pela opção flex – o Fiat 500 chega ao país vizinho com motor 1.4 Evo e 1.4 16V MultiAir. As versões Cult, Sport e Lounge também estão disponíveis.

[Fonte: Cosas de Autos]


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Honda Civic 2012: hatchback japonês enfrenta testes para garantir resultados de segurança

Notícias Automotivas - Carros - Honda Civic 2012: hatchback japonês enfrenta testes para garantir resultados de segurança

honda civic teste Honda Civic 2012: hatchback japonês enfrenta testes para garantir resultados de segurança

A Honda não quis ser surpreendida – como alguns fabricantes – na hora de testes como Euro NCAP, NHTSA, IIHS, entre outros.

Por isso, executou uma série de testes de impacto do Novo Civic 2012 hatchback. O modelo foi submetido a várias simulações de impacto, inclusive contra poste.

Como praticamente quase todos os modelos do segmento médio europeu – e de outros mercados desenvolvidos – estão atingindo 5 estrelas nos testes, cada fabricante procura superar os rivais nos detalhes.

Agora vamos esperar os resultados do Civic 2012 para a Europa nos principais – e mais exigentes – testes de segurança. Acreditamos que o desempenho atinja a expectativa.

Afinal, nos principais mercados não há mais espaço para vacilo, ainda mais quando se trata de segurança. Abaixo, vídeo dos testes:


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MINI Coupé chega ao Chile a partir de R$80.500 – aqui são R$134.950

Notícias Automotivas - Carros - MINI Coupé chega ao Chile a partir de R$80.500 – aqui são R$134.950

cooper coupe oficial 1 MINI Coupé chega ao Chile a partir de R$80.500   aqui são R$134.950

Se antes a diferença de preço entre carros no Brasil e no Chile já era grande, agora ficou ainda maior com o aumento do IPI.

Um exemplo recente é o MINI Coupé, que chega aqui por R$134.950 e no Chile a partir de R$80.500. Só que tem um detalhe, lá só está disponível nas versões S e JWC.

Aqui, o MINI Coupé S sai por R$149.950. O Coupé "chileno" ainda dispõe da versão S automático por R$84.000 e JWC por R$98.000. O último tem 211 cv e não está disponível por aqui.

[Fonte: Auto Cosmos]


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Skoda Citigo: produção começa na República Tcheca – mas só com três cores!

Notícias Automotivas - Carros - Skoda Citigo: produção começa na República Tcheca – mas só com três cores!

skoda citigo cores Skoda Citigo: produção começa na República Tcheca   mas só com três cores!

A Volkswagen não quer perder tempo com a linha Up! e já mandou começar a produção do irmão tcheco, o Skoda Citigo.

A fábrica da marca em Bratislava deu partida para o menor dos Skoda, que terá apenas motor 1.0 de três cilindros. Com potências entre 60 cv e 75 cv, o Skoda Citigo está disponível nas versões Active, Ambition e Elegance.

O interessante do Citigo é que ele só está disponível atualmente em três cores – (baixo custo ou seria rapidez demais no lançamento do modelo?), tal como uma motocicleta. Verde, vermelho e amarelo são as opções. Se fosse no Brasil, a Skoda teria um enorme problema!


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VÍDEO: Detalhes do BMW Série 3 2012 Sport, Modern e Luxury

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Jaguar poderá ter sedã para brigar com BMW Série 3 2012

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jaguar x type Jaguar poderá ter sedã para brigar com BMW Série 3 2012

Segundo o Automotive News, a Jaguar estaria trabalhando em um sedã para brigar diretamente com o BMW Série 3 2012. O novo sedã compacto deverá ser chamado de XS e tem a missão de competir com o trio alemão Audi, BMW e Mercedes.

Tal como o Cadillac ATS, o Jaguar XS deverá ter dimensões e preço menores. No caso da inglesa, especula-se que o V6 3.0 de 376 cv seja usado no modelo junto com baterias de lítio e um motor elétrico de 94 cv.

Este será mais um rival para o Série 3, que já tem no Infiniti G37 outro concorrente que tenta desbancar o tradicional sedã de luxo. Desde o X-Type, a Jaguar não possui um sedã compacto.

[Fonte: Auto News]


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Chery J11 (Tiggo) ganha apenas duas estrelas no ANCAP

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carroschineses Chery J11 (Tiggo) ganha apenas duas estrelas no ANCAP

Leia no Carros Chineses: A Chery recebeu um duro golpe na Austrália. O modelo J11 (Tiggo) recebeu apenas 2 estrelas no ANCAP, que recebeu modificações para ficar mais eficiente. No comparativo feito com Cruze e Hyundai i40, que levaram cinco estrelas no mesmo teste, o J11 foi considerado inseguro para os padrões australianos.


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Chevrolet Cruze: andamos no novo sedã médio da GM no Brasil

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chevrolet cruze apresentacao 042 Chevrolet Cruze: andamos no novo sedã médio da GM no Brasil

O NA participou de um encontro promovido pela GM para blogueiros na fábrica de São Caetano do Sul/SP, onde nos foi apresentado o Chevrolet Cruze.

O novo sedã médio da GMB chega para virar a página do livro de renovações de produto, que há muito tempo os consumidores esperavam.

O Cruze chega com a proposta de enfrentar diretamente os principais líderes do mercado brasileiro: Corolla e Civic, além do Elantra (que deve patinar um pouco por causa do IPI maior).

Esses são os rivais declarados para o Cruze, segundo a própria GM. Já havíamos conhecido o Cruze anteriormente em uma concessionária Chevrolet do litoral paulista. Mas agora pudemos conhecer um pouco mais do produto, além de rodar com ele pelo ABC paulista.

O Chevrolet Cruze chega ao país depois de 70 outros mercados, trazendo um pacote de equipamentos mais recheado para poder enfrentar os japoneses, mais convencionais em termos de itens de conforto.

chevrolet cruze apresentacao 030 Chevrolet Cruze: andamos no novo sedã médio da GM no Brasil

Estilo

O Cruze tem linhas limpas, poucos vincos, cintura alta, grossas colunas e rodas aro 17, que reforçam a imagem de fluidez e robustez. No geral, as formas avolumadas transmitem segurança e conforto.

Os faróis com lente simples e as lanternas traseiras de grande tamanho, reforçam a limpeza dada pela GM no visual do Cruze. Por dentro, o duplo cockpit é o destaque principal do modelo, com linhas que criam espaços individualizados para motorista e passageiro.

Com uma mescla de materiais no acabamento interno, o Cruze consegue um meio termo ao dar um visual mesclado, onde a parte superior lembra plástico emborrachado, logo abaixo couro (tecido no LT), no console central fibra de carbono, no volante alumínio e plástico duro na parte inferior.

O visual interno agrada bastante, com volante multifuncional, central multimídia que reúne comandos de navegação, áudio, configurações do veículo (tais como travamento das portas, temporização dos faróis, etc), telefonia, entre outros.

A instrumentação em cor azul tem visual moderno e boa visualização das informações, bem como também são de fácil manejo comandos eletrônicos no volante, alavancas e no console.

Aqui, nossa ressalva vai para o sistema multimídia, que poderia ter tela sensível ao toque. A GM diz que centrar a informação em apenas um comando não distrai o motorista, seguindo assim o "estilo da escola alemã".

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Acabamento

Além disso, a transmissão automática poderia ter opção de borboletas atrás do volante, que seriam bem mais aproveitáveis que no Corolla, por exemplo.

Já que estamos falando dos "senão", temos que dizer também que faltou o sistema de descida automática do vidro do motorista para descompressão do interior ao se fechar o veículo. Isso existe em praticamente toda a linha GM nacional, mas foi retirado do Cruze.

Para manobras, uma câmera de ré também seria bem vinda, já que existe uma boa (e bela) tela de LCD com 7 polegadas esperando uma imagem da traseira. O banco do motorista também poderia ter regulagem elétrica para algumas posições, pelo menos.

A conectividade Bluetooth poderia incluir músicas do celular ou smartphone conectado, o que não conseguimos executar no modelo, fora as funções de telefonia. Mesmo assim, o Cruze tem entrada para USB e iPod.

Mas voltando ao acabamento, os bancos em couro cinza são bastante confortáveis e seguram razoavelmente o corpo. O espaço tanto na frente quanto atrás é condizente com a proposta, sem ser exatamente um diferencial do modelo.

A ergonomia também é boa, e o ambiente interno criado pela mescla de cores e texturas agrada bastante. Atrás, um descansa braço central com práticos porta-copos. Na frente o apoio esconde o tradicional porta-objeto com os conectores USB/iPod.

Há porta-objetos/garrafas nas portas, porta-copos no console e um espaço para pequenos objetos (que em outros modelos seria para apoiar um GPS) no alto do painel. No porta-malas, tampa e o interior são completamente forrados e há bom espaço com seus 450 litros. Devemos lembrar que o estepe é fino, apenas para chegar a uma borracharia.

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Equipamentos

Falamos que o Cruze já vem com um bom pacote de itens, mas vamos falar um pouco mais sobre isso. Além de rodas de liga leve aro 17 com pneus 225/50 R17, o Cruze já traz de série itens de segurança como airbags frontais e laterais (de cortina no LTZ), TCS, ESP, ABS, EDB e PBA (reforço na frenagem de emergência).

Além disso, fazem parte do pacote CD/MP3, seis alto-falantes com amplificador, ar condicionado eletrônico com função AQS (que mede a qualidade do ar e impede a entrada de CO2 no interior através da recirculação), Isofix, entre outros.

Há ainda retrovisores externos com desembaçador e rebatimento elétrico, sensor crepuscular e de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, chave keyless com partida remota, entre outros.

Sensor de estacionamento, central multimídia, bancos em couro e detalhes cromados no visual externo (retrovisor cromado na pintura preta) são itens do Cruze LTZ.

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Ecotec6

A GM focou no Cruze brasileiro a proposta de um novo conjunto motor/transmissão chamado Ecotec6. Trata-se de um novo motor 1.8 16V DVVT com 144/140 cv e 17,9/18,9 kgfm, respectivamente etanol e gasolina.

Este bloco entrega 90% do torque entre 2.200 rpm e 6.200 rpm, melhorando as respostas ao acelerador e oferecendo maior conforto ao dirigir. Para trabalhar junto com esse novo bloco, a GM introduziu uma transmissão automática com seis velocidades.

Essa nova caixa possui sistema eletrônico que dispensa o uso de modo esportivo como em outras transmissões, adaptando-se ao estilo de dirigir do condutor. Embora não haja comandos para trocas manuais atrás do volante, a transmissão automática do Cruze pode ser manuseada dessa forma no console.

Além da transmissão automática, o Cruze LT ainda dispõe de transmissão manual com seis velocidades. Mas o melhor que dizer, é andar. Então fomos enfrentar o confuso trânsito do ABC paulista e o trafego intenso da rodovia Anchieta para experimentar o Cruze.

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Andando

Ao se aproximar do Cruze, basta estar com a chave eletrônica para que a porta do motorista abra e dê acesso ao interior. A posição de dirigir é boa, tendo regulagens de altura para assento, cinto de segurança e coluna de direção.

O volante tem boa empunhadura e os comandos estão à mão, sem nenhuma manobra estranha para acessar alguma função. Pé no freio e dedo no botão de partida, o ronco motor aparece suave e agradável.

O Cruze tem um isolamento acústico bom, filtrando a maior parte do ruído do motor e da suspensão, mas quando exigimos mais um pouco do Ecotec6, o som no ambiente interno se faz muito mais presente.

Na estrada, o ruído interno é bem menor, já que o motor roda tranqüilo em rotações mais baixas e mesmo com pneus 225/50 R17 (bastante largos) o ruído dos pneus é bastante reduzido.

O motor tem respostas razoáveis no modo automático, com a rotação do 1.8 16V se elevando muito rapidamente. Na estrada achamos a melhor opção, mas para respostas mais ágeis, só mesmo com mudanças manuais.

O desempenho na cidade é bom, tendo retomadas adequadas para o trânsito pesado, além do bom comportamento da suspensão, filtrando a maioria dos buracos e lombadas, bem como outros defeitos do piso.

A direção de respostas rápidas, e os grandes retrovisores, permitem bom controle em rápidas mudanças de trajetória no perímetro urbano, garantindo assim maior segurança. O sistema de áudio funciona a contento, bem como o ar condicionado.

Tivemos a oportunidade de testar o AQS atrás de um ônibus que emitia uma grossa coluna de fumaça. O AQS bloqueou a poluição emitida pelo veículo à frente. Os freios também se mostraram muito eficientes, sendo provavelmente o ponto alto do Cruze ao rodar.

ESP e TCS podem ser desligados pelo motorista, garantindo mais emoção para quem sabe realmente dirigir de forma esportiva e com segurança. O controle de cruzeiro é de fácil manuseio e muito prático na estrada, garantindo até alguma economia de combustível.

Enfim, o Chevrolet Cruze chega oferecendo itens que os concorrentes citados não apresentam, com preço similar aos dos modelos asiáticos. O Cruze LT custa R$67.900 na versão manual. Já com transmissão automática, ele sobe para R$69.900 e R$71.900 com bancos de couro preto.

O topo de linha LTZ só possui transmissão automática e custa R$78.900. A GM oferece garantia de três anos sem limite de quilometragem e há também aplicativo para iPhone/iPad.

Depois dessa apresentação, fica a pergunta: O Cruze tem potencial para desbancar a liderança absoluta do Toyota Corolla? Ele é a referência para todo sedã médio que pretende algo mais do que ser coadjuvante no Brasil. A briga promete ser boa daqui para frente.

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Evento a convite da GM.


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Volkswagen Coupe-E: uma proposta mais esportiva para o Up!

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vw coupe e 1 Volkswagen Coupe E: uma proposta mais esportiva para o Up!

Baseado no Up! o Volkswagen COupe-E é uma proposta mais esportiva para o subcompacto alemão criada pelo designer Theophilus Chin.

Trata-se de um cupê com linhas modernas e tamanho compacto, tendo uma nova carroceria com traseira truncada.

vw coupe e 2 Volkswagen Coupe E: uma proposta mais esportiva para o Up!

Inspirado no Up! Concept Lite, o COupe-E poderia utilizar uma propulsão híbrida e seria o principal rival do Honda CR-Z.

[Fonte: Theophilus Chin]


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Mercedes-Benz 300 SL ficou guardado 37 anos em garagem e é vendido por €405.000

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Mercedes 300SL 1 Mercedes Benz 300 SL ficou guardado 37 anos em garagem e é vendido por €405.000

O Mercedes-Benz 300 SL é sem dúvida um clássico, mas parece que em sua época, nem todo mundo queria colocá-lo para rodar.

Seria porque era exótico demais ou para preservar o estado do veículo? Seja qual for o motivo, o modelo agora contabiliza dois exemplares esquecidos em garagens pelo mundo.

O primeiro foi achado em uma garagem de Santa Mônica, Califórnia, depois de 40 anos parado. Agora outro exemplar foi encontrado, mas na Grécia.

Mercedes 300SL 3 Mercedes Benz 300 SL ficou guardado 37 anos em garagem e é vendido por €405.000

O 300 SL "grego" estava em seu mausoléu na cidade portuária de Pireu por 37 longos anos. Além de já ser um achado raro, o modelo 1960 é ainda mais exclusivo, já que é da versão com teto rígido.

Na época, a grande maioria dos exemplares produzidos tinha teto de tecido. Com um bloco seis em linha 3.0 com 240 cv, o 300 SL pertencia ao entusiasta de automobilismo Críton Delaveris, que morreu em 1972.

Como não tinha herdeiros, os bens de Delaveris ficaram sob a custódia do governo de Pireu, com o 300 SL sendo salvo várias vezes de ir para o ferro velho, talvez pelo motivo de ter 97.172 km rodados.

Depois de muitos anos de guarda, a prefeitura de Pireu resolveu leiloar o 300 SL pedindo inicialmente €240.000. O alemão Rajna Hildebrandt não perdeu tempo e entrou na briga a qualquer custo. Resultado: levou com um lance de €405.000!

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[Fonte: High Octane]


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Denúncia: mais uma atitude vergonhosa da CAOA

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forester ano adulterado caoa 1 Denúncia: mais uma atitude vergonhosa da CAOA

Nas últimas semanas as reclamações sobre a CAOA tem se tornado frequentes. Ainda mais do que eram anteriormente. É Veloster de 128 cavalos sendo anunciando como se tivesse 140, Elantra sendo anunciado com 160 cavalos, etc.

E agora recebemos informações sobre a CAOA estar modificando o ano de fabricação de modelos Subaru Forester. Um leitor (que não identificaremos) tem um Subaru Forester, que comprou recentemente. Na nota fiscal o modelo é 2011, mas na plaqueta metálica que existe na carroceria, a informação é de que a fabricação é de 2010.

O que indica más intenções da CAOA é que a plaqueta do seu carro estava dobrada, justamente para esconder os últimos números do ano. Então, ele foi até a Subaru da Avenida Ibirapuera em São Paulo e deu uma olhada nos Forester disponíveis para venda, tanto no estoque quanto no show-room. Não foi surpresa perceber que todos os outros carros tinham a plaqueta dobrada.

plaqueta Denúncia: mais uma atitude vergonhosa da CAOA

forester ano adulterado caoa 2 Denúncia: mais uma atitude vergonhosa da CAOA

Ao questionar o vendedor, a resposta foi que ”o que vale é o que está no sistema da CAOA”, e logo, o que sai na nota fiscal. Curiosamente, antes desse novo carro ele possuía um Forester 2006, que comprou usada. Na negociação, o antigo dono disse que se tratava de um carro 2007. No documento constavam ano e modelo 07, mas na carroceria a placa marcava 2006.

A conclusão do leitor é: “a CAOA cadastra em seu sistema carros fabricados no ano anterior como se fossem fabricados no ano vigente, e tentam esconder do cliente as evidências para não perder dinheiro com estoque de virada de ano. Quem paga o pato, é claro, é o cliente, que paga mais caro na compra de um carro que em teoria tem seu ano de fabricação adulterado desde zero km.”


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Com seis meses de mercado, o sedã Turin da JAC ganha participação surpreendente na linha J3

Notícias Automotivas - Carros - Com seis meses de mercado, o sedã Turin da JAC ganha participação surpreendente na linha J3

jac j3 turin avaliacao auto press 4 Com seis meses de mercado, o sedã Turin da JAC ganha participação surpreendente na linha J3

A chegada de um carro em qualquer mercado é sempre precedida de meses de pesquisa e planejamento. Tudo é levado em conta. Do design à maciez da suspensão. Mas no caso de um veículo que tem duas carrocerias diferentes, ainda é necessário saber qual é a proporção que cada modelo terá nas vendas. E foi nesse ponto que a JAC cometeu um de seus poucos erros de cálculo na chegada no Brasil.

No primeiro lote de J3 vendido por aqui, de cada três hatches, um sedã era comercializado, como é o retrato do mercado brasileiro hoje em dia. Entretanto, como é um veículo com propulsor maior e bom nível de equipamentos, a conta é outra. Ou seja, tirando os veículos de entrada, com motor 1.0, a proporção muda para dois para um. E foi aí que o J3 Turin, configuração de três volumes do compacto, cresceu nas vendas até atingir um percentual de 40% dos J3 vendidos no Brasil.

No acumulado do ano, o Turin já teve 6.267 unidades novas nas ruas, enquanto que o hatch vendeu 9.682. No total, uma proporção de exatos 39,2%, já mais de acordo com a demanda – nos dois primeiros meses, as vendas esbarravam na disponibilidade, de 35%.

A mudança do mix de vendas do modelo no Brasil também vem no momento mais movimentado na ainda curta história da JAC no Brasil. A marca chinesa foi uma das mais afetadas com a decisão do governo brasileiro em aumentar o IPI em 30 pontos percentuais para carros importados.

jac j3 turin avaliacao auto press 1 Com seis meses de mercado, o sedã Turin da JAC ganha participação surpreendente na linha J3

Divulgou uma nota à imprensa explicando as razões por que estava insatisfeita e protestou. Ameaçou até desistir de construir no Brasil a fábrica que havia prometido. Só que as normas do governo, estimulam uma ação oposta.

Todas as benesses vão para quem produz localmente. Já com a cabeça fria, o executivo-mor da JAC, Sérgio Habib, amenizou o discurso. Não só disse que vai manter os preços dos carros como estão, sem repassar seus aumentos de custo ao consumidor, como confirmou a construção da fábrica em Camaçari, na Bahia.

Como manteve o preço, a participação da JAC no mercado  não se alterou. Isso significa dizer que ela sofreu uma pequena queda no número de emplacamentos, como ocorreu com as vendas em geral.

A comercialização do J3 Turin caiu de 1.060 para 898 unidades, enquanto a do J3 desceu de 1.535 para 1.265 exemplares. A marca de 1% entre os automóveis e comerciais leves não foi mexida nos meses de agosto e setembro.

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Isso prova que a estratégia que a fabricante chinesa propôs para os seus carros continua dando resultado, depois de meio ano após o início das vendas. E a proposta é simples. Carros bem equipados, com preço compatível e um imenso investimento em marketing. O J3 Turin não foge a essa tática.

Como Faustão anuncia em suas propagandas, vem completo, com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo, ABS com EBD e rádio/CD/MP3/USB. Pelo preço de R$ 39.900 não chega a ser uma barganha, mas é um valor competitivo num mercado de automóveis caros como é o brasileiro.

Assim como a lista de equipamentos, o motor é idêntico à do J3 hatch. O 1.4 litro com comando variável de válvulas na admissão capaz de gerar 108 cv a 6 mil rpm e 14,1 kgfm de torque a 4.500 rotações. O diferencial em relação ao dois volumes, obviamente, é o porta-malas, mais espaçoso. Ele leva 490 litros contra 350 litros do hatch. Mais uma prova da força que o sedã compacto ganhou por aqui.

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Ponto a ponto

Desempenho – Dentro do seu segmento, o JAC J3 Turin não deixa a desejar neste quesito. O motor 1.4 com comando varíavel de válvulas na admissão tem comportamento interessante e consegue dar alguma agilidade para o sedã em situações pouco exigentes, como em cidades. Em ambiente rodoviário, embora seja melhor que um modelo 1.0, falta um pouco de torque e a potência só aparece em rotações elevadas. O câmbio, por sua vez, precisa de ajustes. Apesar de ser decentemente escalonado, tem engates pouco precisos. Nota 7.

Estabilidade – A suspensão é bem acertada. A carroceria rola muito nas curvas e o veículo fica sempre na mão do motorista, até velocidades em torno de 110, 120 km/h. A dupla de ABS e EBD ajuda nas frenagens e faz com que o carro não perca o controle. Nota 7.

Interatividade – Antes de vir para o Brasil, o J3 sofreu uma série de mudanças. Uma delas foi no painel de instrumentos. Seha como for, precisa ser melhor pensado. Ele não oferece boa visibilidade e o conta-giros dentro do velocímetro deixa a leitura confusa. Alem disso, o ponteiro do marcador de combustível corre no sentido chinês – cheio à esquerda e vazio à direita. O rádio conta com entrada USB, mas é preciso encaixar um cabo para poder "espetar" um pen drive nele. Por dentro, as travas são comandas apenas pelos pinos da porta. Não há um botão de comando nem como destravar as portas através da maçaneta.  Nota 5.

Consumo – O J3 Turin não tem computador de bordo, mas as aferições mostraram um consumo de cerca de 9,5 km/l de gasolina. Pelo desempenho que apresenta, é apenas razoável. Nota 6.

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Conforto – A supensão faz bem o seu trabalho de amortecer e filtrar as imperfeições das ruas. O espaço interno é até supreendente para um compacto. Não faz feio. Como qualquer compacto, um quinto ocupante, não viaja muito confortavelmente. Nota 7.

Tecnologia – Em comparação aos rivais, o J3 Turin mostra alguma modernidade. Tem um motor de 1.4 litro com comando varíavel de válvulas, que aumenta a força e a eficiência. Além disso, é dotado de uma boa lista de equipamentos, com ar-condicionado, airbag duplo, ABS e rádio. Nada, porém, que impressione muito. Nota 7.

Habitabilidade – Existe uma boa quantidade de porta-objetos no interior do J3 Turin, com destaque para o que fica no console central, logo à frente do câmbio. Os acessos são bons, com boa abertura das portas. O porta-malas – diferencial de um sedã – leva 490 litros. Uma marca no nível da concorrência. Nota 8.

Acabamento – Como todos os seus rivais, o J3 abusa da quantidade de plásticos no seu interior. Em alguns pontos, os encaixes são falhos, com muito espaço entre as peças. Não é difícil achar rebarbas no interior do compacto chinês. Os comandos do ar-condicionado são bons e bem suaves. Nota 6.

Design – O J3 Turin não é ousado. Entretanto, o sedã tem um desenho menos harmonioso que o hatch. As lanternas traseiras têm um formato peculiar, que ajudam a criar identidade. Nota 7.

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Custo/Benefício – Como não vai repassar o aumento do IPI, o preço vai continuar em R$ 39.900. Se as montadoras brasileiras fizeram lobby pelo IPI para aumentar os preços, no caso da JAC foi um trabalho perdido. Ele continua na briga: Ford Fiesta sedã tem o mesmo preço, Renault Logan custa R$ 500 a menos, mas sem airbag e ABS, Fiat Siena vai a R$ 44,3 mil e Volkswagen Voyage, R$ 46,4 mil. O J3 não faz jus à fama chinesa no que diz respeito ao preço, pois não é um carro barato. Por outro lado, tem seis anos de garantia – embora a garantia também seja uma forma de prender o consumidor aos preços praticados pelas concessionárias para óleos, fluidos e peças de troca frequente. Nota 7.

Total – O JAC J3 Turin somou 67 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir - Sem tirar nem pôr

A JAC chegou no mercado brasileiro como a primeira chinesa a apostar forte em marketing, o que despertou muito a curiosidade . Mas como a fama dos produtos provenientes da China não é das melhores, isso não era citado pelo ex-gordo Fausto Silva, garoto-propaganda da marca.

Desconfianças à parte, o fato é que, em muitos aspectos, o J3 Turin se iguala aos concorrentes feitos no Brasil. No desempenho, por exemplo, o modelo chinês fica no meio termo: melhor que os modelos 1.0, pior que os modelos compactos na motorização mais potente.

Em rotações baixas, o carro é um tanto quanto sem fôlego, mas acima dos 3 mil giros o motor com comando variável de válvulas enche e consegue mover o J3 de maneira satisfatória. É um comportamento bem condizente com a proposta do carro nas vias urbanas.

Entretanto, vale uma crítica para o câmbio. Apesar do curso curto, o que poderia insinuar um comportamento mais esportivo, os engates são muito imprecisos. Não é raro ao tentar engatar uma marcha, o motorista ficar "procurando" o lugar certo, até arranhando a transmissão em muitos momentos.

jac j3 turin avaliacao auto press 9 Com seis meses de mercado, o sedã Turin da JAC ganha participação surpreendente na linha J3

A suspensão também se mostra bem adaptada às situações brasileiras. Está calibrada no ponto certo, sem ser muito macia que possa comprometer a estabilidade nem rígida a ponto de causar desconforto.

Desta maneira, o J3 Turin é um carro acertado nas curvas. Não incita uma direção mais ousada, com entradas de curvas mais rápidas, mas também não deixa a carroceria rolar muito. O rodar nas ruas também é tranquilo, com boa absorção dos impactos.

Por dentro, tudo que se espera de um compacto. Espaço decente para os ocupantes dianteiros e limitado para quem viaja atrás. Os maiores de 1,80 m podem se sentir desconfortáveis, com perna batendo no banco dianteiro e cabeça encostando no teto. Já no acabamento, o chinês deixa a desejar.

Os plásticos são rígidos, como são em todos os nacionais, mas falta uma certa qualidade na montagem e na escolha dos materiais. Há rebarbas aparentes e a leitura dos instrumentos não é das melhores. Isso sem falar o odor do interior é o de produtos plásticos chineses. Isso cria uma falha imperdoável para um carro zero-quilômetro: o J3 não tem cheiro de carro novo.

jac j3 turin avaliacao auto press 7 Com seis meses de mercado, o sedã Turin da JAC ganha participação surpreendente na linha J3

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Ficha técnica - JAC J3 1.4 VVTI

Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.332 cc, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, duplo comando variável de válvulas. Injeção eletrônica de combustível multiponto sequencial e acelerador eletrônico.

Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.

Potência máxima: 108 cv a 6 mil rpm.

Aceleração 0-100 km/h: 11,9 segundos.

Velocidade máxima: 186 km/h.

Torque máximo: 14,1 kgfm a 4.500 rpm.

Diâmetro e curso: 75 mm X 75,4 mm. Taxa de compressão: 10,5:1

Suspensão: Dianteira independente, do tipo McPherson com molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente, com braços duplos e molas helicoidais. Não oferece controle de estabilidade.

Pneus: 185/60 R15.

Freios: Dianteiro a disco ventilado e traseiro a tambor com sapatas auto-ajustáveis. Oferece ABS e EBD.

Carroceria: Sedã compacto em monobloco com quatro portas e cinco lugares. 4,15 metros de comprimento, 1,65 m de largura, 1,46 m de altura e 2,40 m de distância entre-eixos. Oferece airbag duplo de série.

Peso: 1.100 kg.

Capacidade do porta-malas: 490 litros.

Tanque de combustível: 48 litros.

Produção: Hefei, China.

Lançamento mundial: 2010.

Lançamento no Brasil: 2011.

Itens de série: Ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo, freios ABS com EBD, faróis e lanternas de neblina, sensor de estacionamento traseiro, rádio/CD/MP3 com entrada USB, volante com regulagem de altura, banco traseiro bipartido e travamento automático das portas a 15 km/h.

Preço: R$ 39.900.

Prós

# Equipamentos de série.

# Habitabilidade.

Contras

# Interatividade.

# Consumo.

# Acabamento.


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Bahia quer nova fábrica da Volks, mas precisa de incentivos federais

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vw puebla Bahia quer nova fábrica da Volks, mas precisa de incentivos federais

Depois de ter a Ford e agora garantir a JAC, o governo da Bahia quer também a Volkswagen. A nova fábrica da empresa alemã poderá ser erguida no país, embora ainda não haja um novo investimento para isso dentro do plano de gastos da montadora até 2016.

Mas para ter uma fábrica na região, o governo baiano precisará de incentivos federais, como a Resolução 512, que é um regime tributário diferenciado para investimentos no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Tais incentivos já beneficiaram a Ford em 2001 e agora a Fiat, mas em Pernambuco. Pelo menos seis estados disputam a futura fábrica VW, incluindo Pernambuco.

A Volkswagen já manifestou interesse em ter uma planta no Nordeste. Mesmo assim, dependerá apenas do governo renovar a Resolução 512 para que a alemã – e na esteira dela a JAC – tenha uma fábrica na Bahia ou em Pernambuco.

[Fonte: A Tarde]


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Decisão judicial contra homicida ao volante deveria servir de exemplo

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lei seca Decisão judicial contra homicida ao volante deveria servir de exemplo

O permanente clamor público contra a impunidade pelos crimes de trânsito no país, onde o ex-jogador de futebol Edmundo, que envolveu-se num grave acidente ao sair de uma boate, na zona sul do Rio, em 1995, matando três jovens, foi beneficiado recentemente pela prescrição dos homicídios, começa a dar sinais que possa ter ressonância.

Registre-se que algumas decisões, de instâncias judiciais superiores, ainda permanecem na contramão de direção quanto a punibilidade dos criminosos do trânsito. Vale lembrar que recentemente, uma decisão do STF, transformou uma acusação de homicídio doloso no trânsito para culposo. O argumento vencedor –a decisão não foi por unanimidade- é de que o réu, ao ingerir bebida alcoólica momentos antes do acidente, não o fez com a intenção de matar.

Com todo respeito ao notável entendimento jurídico mas quem bebe e depois senta-se ao volante de um carro para transformá-lo numa arma mortífera, assume sim o risco do resultado danoso, ainda que não queira o fim trágico. Fica portanto aí configurado o chamado dolo eventual.

Assim é que uma decisão da justiça do Rio do Janeiro, tomada na sexta-feira, 14/10, decretando a prisão preventiva do ex-subscretário estadual de governo Alexandre Felipe Vieira Mendes, que também integrava (pasmem), até fevereiro deste ano, a equipe de coordenação da Operação Lei Seca no estado, deve ser aplaudida por toda a sociedade, vítima em potencial dos assassinos do volante.

Alexandre Felipe, em agosto deste ano, ao sair de uma festividade, no município de Niterói, Região Metropolitana do Rio, dirigindo visivelmente embriagado, segundo uma testemunha e em zigue-zague atropelou quatro pedestres na calçada, inclusive crianças, e em seguida um ciclista que acabou falecendo no hospital momentos após em razão de traumatismo cranioencefálico, fato que demonstra a força do impacto e a velocidade com que o veículo era conduzido.

O causador da tragédia fugiu do local do acidente sem prestar socorro às vítimas. Após 16 horas apresentou-se à delegacia policia, sendo então submetido -os culpados quando possível agem sempre assim- a exame etílico, que obviamente deu negativo, como era de se supor. Responde agora por homicídio doloso, lesão corporal e omissão de socorro.

Salta aos olhos, neste caso, a exemplar atitude do juiz Peterson Barroso Simão, titular da 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, ao declarar em sua justificativa para tomada da decisão que "o Judiciário não pode ser menos rigoroso quando as vítimas são pessoas simples e humildes, pois sabe que o valor da vida humana é igual para todos".

Disse mais o magistrado : “a lei penal poderia ficar comprometida, pois, se houve fuga durante o fato, não há confiabilidade para que não fuja outra vez, frustrando a reposta penal". Aplausos, aplausos e aplausos ao nobre magistrado pela memorável decisão.

A realidade é que o álcool tem sido a causa de constantes tragédias na barbárie do trânsito brasileiro, como grande componente de um total ( em média) de cerca de 35 mil mortes/ano, sem falar nos que são incapacitados definitivamente adquirindo graves sequelas pela violência do trânsito.

É bom lembrar que o álcool, ao ser ingerido, passa a circular na corrente sanguínea atingindo diretamente o cérebro onde são processadas as informações necessárias para a condução de um veículo. A partir daí o motorista leva maior tempo para avaliar as diferentes situações que se apresentam no trânsito, tendo seus reflexos prejudicados, surgindo maior dificuldade para tomar atitudes que requeiram reações rápidas e precisas.

Uma matéria publicada recentemente num jornal de grande circulação no país, revelou que na análise de 1.053 processos criminais por embriaguez ao volante, abertos entre março de 2009 e junho deste ano, contra motoristas flagrados em blitzes da Operação Lei Seca no Rio, apenas seis deles acabaram em condenações.

Registre-se que o crime previsto no Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), por direção alcoolizada, se configura quando a dosagem alcoólica do condutor, aferida no teste do bafômetro, é igual ou superior a 0,3 mg de álcool por litro de ar expelido dos pulmões ou o equivalente a 6 dg de álcool por litro de sangue.

Acrescente-se que a Lei Seca (Lei Federal 11.705/08), que alterou dispositivos do CTB, também admite a prova testemunhal para a configuração do crime e da infração administrativa de dirigir sob a influência de álcool, através do relato dos notórios sinais de ingestão de bebida alcoólica apresentados pelo condutor. Os mecanismos de detecção de dirigir sob o efeito de outras drogas, como o teste da saliva feito em outros países, também precisam ser postos em prática em rodovias e vias urbanas.

Aqui vale lembrar que o ex-deputado estadual do Paraná, Carli Filho, dirigindo bêbado, com a carteira de habilitação suspenda e a 167 km/h matou dois jovens em maio de 2008 e será submetido brevemente a júri popular acusado de homicídio doloso. Que as brechas da lei, os intermináveis recursos judiciais e a morosidade da justiça não o beneficiem para deixa-lo longe do cárcere.

Que tais lamentáveis fato sirvam, portanto, de lição para os que ingerem álcool (em qualquer quantidade) muitas vezes associado ao uso de drogas ilícitas e energéticos e assumem irresponsavelmente a condução de um carro . Os acidentes que envolveram o ex-subsecretário de estado Alexandre Felipe Mendes e o ex-deputado Carli Filho não são fatalidades.

É irresponsabilidade que deve ser punida com todo o rigor da lei. A recente decisão do juiz Peterson Barroso Simão merece, pois, todos os aplausos da sociedade. Trânsito é meio de vida. Não de mortes, dor, tragédia, impunidade e mutilação.

Por Milton Corrêa da Costa, coronel da reserva da PM do Rio de Janeiro


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Chevrolet Camaro 2012 para o mercado europeu vai custar €38.900

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Para comemorar os 100 anos da GM, o Chevrolet Camaro 2012 vai desembarcar na Europa a partir do Salão de Genebra, em março.

O musculoso esportivo americano será vendido no velho continente com preço de €38.900, além de oferecer também a versão conversível por €43.900.

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Tecnicamente, o Chevrolet Camaro 2012 ganha modificações na suspensão, acabamento interno e faróis com LED e xenônio. Na traseira, as lanternas também ganham LEDs.

O Chevrolet Camaro 2012 terá um V8 6.2 com 437 cv, capaz de levá-lo a 250 km/h (limitado eletronicamente). Para ir da imobilidade até os 100 km/h, o modelo cupê gasta 5.2 segundos, enquanto o conversível faz em 5.4 segundos.

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