As primeiras imagens dos faróis a laser da BMW
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Audi RS1 é visto em Nürburgring
Notícias Automotivas - Carros - Audi RS1 é visto em Nürburgring
Uma versão bastante esportiva do Audi A1 foi vista em Nürburgring. Segundo o site italiano Autoblog.it, trata-se do modelo RS1.
Esse tal RS1 utiliza suspensão rebaixada, rodas esportivas de tamanho maior e pacote aerodinâmico que inclui um aerofólio traseiro.
O Audi RS1 deverá ter tração Quattro e um motor com potência entre 250 cv e 280 cv, podendo ser um novo 1.6 TFSI ou um 2.0 TFSI.
[Fonte: AutoBlog.it]
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BMW: para importar na Argentina, alemã vai exportar arroz
Notícias Automotivas - Carros - BMW: para importar na Argentina, alemã vai exportar arroz
Talvez a BMW nunca tenha imagino um dia entrar para o segmento alimentício, embora até perfume de banheiro já tenha saído com a marca bávara.
Enfim, mas na Argentina, ou inova ou sai do mercado. Como a BMW não fabrica nada na Argentina, ela tem que importar toda sua linha. Mas para continuar vendendo seus carros de luxo lá, ela teve que aceitar exportar arroz e couro argentinos.
A medida visa equilibrar a balança comercial do país. Ou seja, cada dólar vendido em carros, o mesmo terá que ser exportado nos gêneros citados.
A política do "uno a uno" já fez com que várias marcas, como Audi, Porsche, Alfa Romeo, Chery, Kia, Hyundai, entre outras, passassem também a atuar em outros segmentos, exportando itens como água mineral, amendoim, biocombustível, soja, vinho, entre outros. Quanto será que custa o quilo do “Arroz BMW”?
[Fonte: Car and Driver]
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Esta é a nova geração da BMW Série 3?
Notícias Automotivas - Carros - Esta é a nova geração da BMW Série 3?
O site Joke for Blog publicou a imagem acima, que supostamente seria das dimensões da nova geração da Série 3 da BMW. Se o modelo for realmente assim, vemos que na traseira as coisas não mudaram muito.
Já na frente, temos faróis diferentes, com um visual mais agressivo, mas ainda bem parecidos com os da geração atual. Veremos se o desenho é assim mesmo dentro de alguns dias, quando as fotos oficiais forem reveladas.
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Pininfarina não vai mais produzir automóveis
Notícias Automotivas - Carros - Pininfarina não vai mais produzir automóveis
A Pininfarina jogou a toalha depois do fechamento da fábrica de Udevalla, onde ela produzia em conjunto com a Volvo o C70.
Com a decisão sueca de acabar com aquela planta, a Pininfarina e também a Volvo tiveram que arcar com a demissão de 127 funcionários, gerando um gasto de €2,9 milhões.
Como já andava mal das pernas, o estúdio de design resolveu que sua carreira daqui para frente será apenas nas pranchetas de desenho.
Parece que tal decisão tenha sido feita por pressão dos investidores, tal como a Bolloré. A empresa francesa tem um acordo com a Pininfarina para o desenvolvimento do elétrico B0.
De qualquer forma, o estúdio ainda está em plena atividade, apesar das dívidas. Especula-se que indianos e chineses estejam interessados em adquirir o controle da empresa.
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Japão vai contestar elevação de IPI para carro importado na OMC
Notícias Automotivas - Carros - Japão vai contestar elevação de IPI para carro importado na OMC
O Japão vai contestar a elevação de IPI para carros importados na OMC (Organização Mundial do Comércio) nesta sexta-feira, segundo informações do Valor Econômico. As medidas tomadas contra esse aumento começarão pelo Comitê de Acesso ao Mercado, que periodicamente examina novas barreiras comerciais.
A medida ainda não significa a abertura de uma guerra comercial entre os dois países, até porque as montadoras japonesas possuem fábricas no Brasil e, assim, não serão afetadas pela medida. De acordo com o Valor, o que o Japão teme é que outros países sigam o caminho do Brasil e procurem barrar a importação de carros, o que teria um efeito bastante prejudicial para a economia japonesa.
A situação ficou especialmente complicada para marcas que dependem de trazer modelos de fora, como acontece com alguns modelos das marcas japonesas instaladas aqui, que vem do Japão.
Apesar da medida, os estoques de veículos ainda equivaliam a 36 dias de vendas em setembro, apenas um a menos do que o período registrado em agosto, de acordo com a Anfavea. O patamar alto foi um dos motivos que levou o governo federal a elevar a alíquota de IPI.
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Chevrolet S10 2012 é flagrada novamente
Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet S10 2012 é flagrada novamente
O Chevrolet S10 2012 (Colorado 2012) continua sua bateria de testes no país, onde o modelo tem a missão de manter a liderança do modelo atual no segmento de picapes médias.
Mais uma unidade da futura S10 2012 foi vista em uma rodovia do interior paulista, também rodando com pouca camuflagem.
A nova S10 2012 deverá trazer uma nova gama de motores diesel, mais segurança e tecnologia.
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Peugeot vende 207 a 31.730 reais em feirão
Notícias Automotivas - Carros - Peugeot vende 207 a 31.730 reais em feirão
A Peugeot começa hoje um feirão de fábrica com preços especiais em 23 pontos de venda da Grande São Paulo, com o Peugeot 207 XR 1.4 sendo vendido por 31.730 reais, e o Peugeot 207 Passion XR por 36.399 reais.
Será oferecido taxa zero para todos os modelos 2012 das gamas 207 e 307 – levando em conta as compras parceladas em até 12 vezes, e taxa de 0,99% em caso de financiamentos com até 60 parcelas.
O Peugeot 408 tem preço de 59.500 reais, que segundo a marca é um preço especial apenas para esses três dias de oferta.
Feirão de Fábrica Peugeot
Datas e Horários: 14 a 16/10/2011 (sexta, sábado e domingo), das 9h às 20h.
Local: Concessionárias Alpes, Aquitaine, Victoire, Pavillon, Super France e Paris (endereços e telefones da rede de concessionárias estão disponíveis no site oficial da Marca: www.peugeot.com.br).
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Toyota Hilux 2012 com novo visual e motor Flex já está sendo enviada para as concessionárias
Notícias Automotivas - Carros - Toyota Hilux 2012 com novo visual e motor Flex já está sendo enviada para as concessionárias
No dia 26 de setembro publicamos com exclusividade alguns detalhes importantes a respeito da Hilux 2012 e da Hilux SW4 2012, em uma comunicação que foi enviada para as concessionárias.
Desde então, a Hilux 2012 foi fotografada na Argentina sem nenhuma camuflagem. Hoje, nosso leitor Filipe Braga nos mandou a foto acima, que tirou na estrada que liga Novo Hmaburgo a Porto Alegre, mostrando uma cegonha com a nova pickup.
O modelo tem início das vendas previsto para novembro. Clique aqui para ver as novas versões e também os detalhes da Hilux 2012.
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VÍDEO: Avaliação NA – JAC J6 – Comportamento na estrada
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Avaliação completa do Novo Audi A6 2012
Notícias Automotivas - Carros - Avaliação completa do Novo Audi A6 2012
Com a elevação do imposto de importação para os automóveis que vêm de outros países que não sejam de Mercosul e México, surgiram no Brasil dois tipos de consumidor de veículos importados.
O primeiro – que geralmente busca modelos em faixas de preços próximas às dos carros nacionais –, tenta antecipar a compra para escapar da nova alíquota ou, se isso não for possível, reavalia as opções dentro dos valores atualizados.
O segundo tipo simplesmente compra sempre o carro que quer, independentemente de impostos, taxas ou variações cambiais. É gente que acha que merece e que pode pagar pelo modelo que espera dirigir. É esse consumidor que a Audi pretende sensibilizar com a sétima geração do A6, que acaba de desembarcar no país por R$ 313.390 – com os opcionais, beira os R$ 390 mil.
Apresentado na Europa em fevereiro, o sedã é o representante da marca alemã no chamado "coração do segmento premium". São os chamados sedãs executivos premium, onde o A6 enfrenta uma clássica briga com rivais conterrâneos da BMW e Mercedes-Benz, respectivamente Série 5 e Classe E. Eles representam o máximo de prazer de dirigir, conforto e tecnologia que cada marca pode oferecer.
As três marcas germânicas possuem modelos ainda maiores e mais caros – no caso da Audi, é o sedã grande de luxo A8. Mas são automóveis onde o dono do carro quase sempre está no banco de trás – provavelmente de pernas cruzadas e folheando o "The Wall Street Journal" ou consultando o laptop. Nesse caso, o volante está entregue a um sujeito de luvas e quepe.
No caso dos sedãs executivos, como o A6, as pesquisas da Audi afirmam que quem compra o carro quer estar ao volante. E pretende desfrutar do melhor que a marca das argolas pode oferecer. Em termos estéticos, as mudanças no A6 foram antecipadas nos modelos maiores – o A7 e o A8. A grade traz a assinatura visual dos modelos da marca, assim como os faróis com leds e luzes diurnas – cujo desenho remete a um par de bigodes enrolados para cima, como os de Salvador Dali.
Mais do que melhorar a aparência do A6, a Audi quis apostar em tecnologia. O sóbrio sedã alemão ostenta alguns dos mais recentes aparatos tecnológicos da indústria automotiva mundial – só que muitos deles oferecidos como opcionais.
Como itens de série realmente diferenciados, o A6 traz o Drive Select – que altera os parâmetros de dirigibilidade do carro – e o sistema multimídia MMI – que engloba recepção de TV, DVD e GPS, além de rádio e CD player.
Além deles, também estão disponíveis equipamentos mais previsíveis no segmento, como sensores de chuva e de baixa luminosidade, ar-condicionado duas zonas, bancos dianteiros elétricos com memória, computador de bordo, teto solar, volante multifuncional com ajuste elétrico de distância e altura e "shift-paddles" para acionamento manual das marchas, airbags frontais, laterais e de cabeça, câmara de ré e indicador de pressão dos pneus.
Os opcionais impressionam mais. São eles o Head Up Display – que exibe as informações projetadas na parte inferior do parabrisas –, Pre Sense Plus – que ativa os freios em caso de impacto iminente –, Side Assist – um indicador da presença de veículos no "ponto cego" dos espelhos –, Adaptative Cruise Control – que mantém a velocidade de cruzeiro, controla a distância para o carro da frente e inclui faróis "full leds" –, Night Vision – uma câmara de imagem térmica que detecta pedestres e animais, mesmo no escuro – e o sistema automatizado de estacionamento Park Assist, que permite que o motorista apenas acione acelerador e freios, enquanto o carro esterça sozinho.
Esses seis opcionais, somados às rodas de 19 polegadas em lugar das aro 18 normais, compõem o "Pacote Advanced", que soma R$ 30 mil ao preço do carro. Ainda é possível acrescentar também o imponente sistema de som Bang & Olufsen, que sozinho sai por outros R$ 40 mil.
Sob o capô, algumas evoluções. O motor 3.0 V6 TFSI com compressor mecânico agora libera 300 cv de potência – 10 cv a mais que o antigo –, 44,9 kgfm – eram 42,8 kgfm – e trabalha junto a um câmbio automatizado S-tronic de sete velocidades – o anterior tinha seis – com dupla embreagem. Já a tração é a mais recente evolução do sistema integral Quattro, já conhecido em outros Audi.
A Audi já importou 30 unidades do A6 para o Brasil. Dessas, 15 estão vendidas e a expectativa é que as restantes sejam comercializadas até o fim do ano. Ou seja, as chances de esbarrar com um novo A6 pelas ruas são pequenas – e ter alguma exclusividade é o tipo de coisa que o público alvo do novo sedã da Audi valoriza.
Ponto a ponto
Desempenho - O propulsor V6 de 3.0 litros a gasolina agora libera seus 300 cv de potência máxima entre os 5.250 e os 6.500 giros. O torque de 44,9 kgfm está presente entre 2.900 e 4.500 giros. A relação peso/potência evoluiu também pelo fato do novo A6 ter ficado 30 kg mais leve em relação ao anterior, graças à utilização de chapas metálicas de espessuras variáveis e a ampliação das partes em alumínio na carroceria. O coeficiente de arrasto aerodinâmico caiu para 0,26 – um dos menores do segmento. E o câmbio, que agora é de sete marchas, contribui para a maior agilidade. Segundo a Audi, o carro faz de zero aos 100 km/h em 5,5 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h, controlada eletronicamente. E o comportamento dinâmico do A6 confirma o que os dados acima indicam. O carro acelera de forma impressionante a qualquer giro e ganha velocidade de forma avassaladora. Nota 10.
Estabilidade - O sedã da Audi demonstra boa rigidez torcional, é bastante equilibrado em retas e curvas e não revela tendência a adernar a carroceria nas curvas. E o "bom e velho" sistema Quatro de tração integral auto-adaptativa é sempre uma mão na roda. A frenagem também esbanja eficiência, bem amparada pelos sistemas eletrônicos. Nota 9.
Interatividade - A ergonomia é bem estudada e os comandos estão ao alcance do motorista. Mas os recursos tecnológicos que o sedã oferece – embora facilitem efetivamente a vida do motorista – são tantos que às vezes sua utilização se torna um tanto confusa. As diversas regulagens de banco e volante tornam simples a tarefa de encontrar uma boa posição de dirigir. A visibilidade frontal é correta, a retrovisão é razoável e a direção é suave e precisa. O quadro de instrumentos é generoso e permite visualização rápida e precisa. Nota 8.
Consumo - A Audi fala em consumo de 9,3 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada, com média de 12,2 km/l. Durante o teste, realizado quase em sua totalidade em estradas e com severos níveis de exigência do motor, a média indicada pelo computador de bordo ficou em 9 km/l. Apesar de ter ficado bem abaixo das projeções da Audi, um resultado nada mal para o tamanho do motor e para as circunstâncias de uso. Nota 8.
Tecnologia - É o ponto forte do A6. Drive Select e o sistema multimídia, além outros equipamentos mais triviais, são de série. Mas alguns das tecnologias mais instigantes são opcionais – casos de Head Up Display, Pre Sense Plus, Side Assist, Adaptative Cruise Control, Night Vision e Park Assist. Com todos disponíveis – como era o caso do modelo testado – o A6 fica quase futurista. É difícil achar do que reclamar dele. Nota 10.
Conforto - A suspensão é excelente e filtra as eventuais irregularidades da pista. O isolamento acústico apurado reforça a sensação de bem estar. Um possível terceiro passageiro no banco central traseiro certamente reduzirá o conforto de quem viajar atrás. Com quatro a bordo, o A6 oferece conforto padrão "classe executiva" para todos. Nota 8.
Habitabilidade - Ficou 2 cm mais curto que o A6 da geração anterior, mas o entre-eixos ganhou 7 cm, o que tornou o habitáculo mais generoso. Não há muitos espaços para colocar copos e garrafas, mas há alguns nichos no volumoso console central onde é possível abrigar objetos menores, como celulares e controles de garagem. Os acessos ao carro são fáceis, tanto na frente quanto atrás. O porta-malas é generoso e comporta 530 litros. Nota 8.
Acabamento - O padrão de acabamento é elevado, de acordo com a exigência do consumidor do segmento. Os diversos materiais, texturas e cores utilizados nos revestimentos internos são harmoniosos e aparentam qualidade e requinte. Como era de se esperar, não são percebidos sinais de rebarbas. Nota 9.
Design - Não era de se esperar que a Audi fosse excessivamente ousada no estilo do novo A6. O resultado, embora elegante, acabou sendo excessivamente conservador para um carro lançado esse ano na Europa. As linhas são fluidas e sinuosas e expressam bem as formas características dos modelos da marca. Nota 7.
Custo/benefício - O A6 começa em R$ 313.390 e – com opcionais tecnológicos como Head Up Display, Pre Sense Plus, Side Assist, Adaptative Cruise Control e Night Vision do tal "pacote Advanced" – pode chegar aos R$ 343.390. Isso se o comprador não resolver incluir o abusivo som Bang & Olufsen, que ainda acrescentaria R$ 40 mil à conta. É caro demais, apesar de tanto conforto, luxo e tecnologia. Nota 5.
Total - O Audi A6 somou 82 pontos em 100 possíveis.
Primeiras impressões – Expressão da personalidade
Campinas/SP - Na eterna briga com os rivais germânicos Classe E e Série 5, o A6 tem a função de traduzir tudo que um Audi é capaz. E o novo sedã da marca das quatro argolas não surgiu para fazer feio. Logo na primeira pisada forte no acelerador, já dá para perceber que não se trata de um modelo pacato. Assim que é "chamado ao serviço", o moderno V6 de 3.0 litros e 300 cv emite um ronco grave e logo deixa claro que dá conta do recado. Ou seja, o propulsor aumenta suas rotações com impressionante facilidade e o elevado torque de 44,9 kgfm empurra o carro alemão com vontade de sobra, seja em baixas ou em altas rotações.
O câmbio automatizado de sete marchas com dupla embreagem também dá a sua contribuição para o conjunto da obra. Sua agilidade deixa o sedã bem esperto e a opção de modo esportivo ou de acionamento manual das marchas pelas "borboletas" no volante ajudam a tornar a direção ainda mais empolgante. Segundo a Audi, o carro faz de zero aos 100 km/h em rápidos 5,5 segundos. E é possível atingir a velocidade máxima de 250 km/h com facilidade – o que não chega a ser algo recomendável nas estradas nacionais. Mesmo acima dos 200 km/h, o carro não exibe sinais de flutuação ou pede correções na trajetória.
E, quando chegam as curvas das estradas da periferia de Campinas, outra constatação positiva. O A6 também esbanja equilíbrio e elegância nas trajetórias sinuosas, sem adernar. O sistema de tração integral auto-adaptativa Quattro mostra sua atuação inteligente e, na saída de cada curva, ajuda a otimizar o trabalho do motor, que sempre oferece retomadas instigantes. Quando é necessário frear de forma mais vigorosa, os sistemas eletrônicos também mostram serviço e param o sedã de forma harmoniosa e segura.
Na verão testada, que além de Drive Select e do sistema multimídia MMI tinha todos os opcionais, os sistemas eletrônicos são um espetáculo à parte. Head Up Display, Pre Sense Plus, Side Assist, Adaptative Cruise Control, Night Vision e Park Assist são daqueles equipamentos úteis e lúdicos, que dão um certo ar de ficção científica a um carro. E confirmam a opção da Audi por adotar a tecnologia como diferencial de seus modelos.
Ficha técnica – Audi A6 3.0 V6 TFSI
Motor: A gasolina, dianteiro, longitudinal, 2.995 cm³, com seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e duplo comando de válvulas continuamente variável em cada cabeçote. Sobrealimentado por compressor mecânico com duplo intercooler. Acelerador eletrônico e injeção direta de combustível.
Transmissão: Câmbio automatizado S-tronic com sete velocidades à frente e uma a ré e dupla embreagem . Tração integral. Controle eletrônico de tração e diferencial com escorregamento limitado.
Potência: 300 cv entre 5.250 e 6.500 rpm.
Torque: 44,86 kgfm entre 2.900 e 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 84,5 mm x 89,0 mm.
Taxa de compressão: 10,3:1.
Suspensão: Dianteira independente, do tipo double wishbone com cinco braços, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente, com braços trapezoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 225/45 R18.
Freios: Dianteiros e traseiros a discos ventilados. ABS, EBD, assistente de frenagem de emergência e controle de frenagem em curvas.
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Medidas: 4,91 metros de comprimento, 1,87 m de largura, 1,45 m de altura e 2,91 m de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e do tipo cortina.
Peso: 1.740 kg com 610 kg de carga útil.
Porta-malas: 530 litros.
Tanque: 75 litros.
Produção: Ingolstadt, Alemanha.
Lançamento na Europa: fevereiro de 2011.
Lançamento no Brasil: outubro de 2011.
Por Auto Press
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Nova BMW Série 3 2012 é revelada
Notícias Automotivas - Carros - Nova BMW Série 3 2012 é revelada
O grande lançamento da semana acaba de aparecer: Nova BMW Série 3 2012. A nova e sexta geração, chamada de F30, estará disponível para venda a partir de 11 de fevereiro no mundo todo (isto é, mercados maiores, no Brasil ainda não se sabe).
De acordo com o CEO da marca, Norbert Reithofer a Nova Série 3 é o modelo mais esportivo de seu segmento, oferecendo bastante prazer ao dirigir. O tamanho deste novo Série 3 2012 é maior do que a geração anterior. São 9 centímetros a mais no comprimento e 5 centímetros a mais no entre-eixos, entregando um espaço interno melhor.
Na dianteira, são 3,7 centímetros a mais na largura, e na traseira 4,7 centímetros. O espaço para as pernas dos passageiros de trás ficou 1,5 centímetro maior. Apesar de todos esses aumentos no tamanho, o peso ficou 40 quilos menor, na média.
No lançamento, a Série 3 2012 estará disponível com motores TwinPower, com turbo, tanto gasolina quanto diesel. Os câmbios serão manual de seis marchas e automático de oito, uma novidade inédita na categoria.
Os modelos a gasolina serão os 328i e 335i, ambos com pacote de economia de combustível EfficientDynamics. O primeiro tem motor 2.0 de quatro cilindros com injeção direta e 240 cavalos. O segundo tem motor de seis cilindros em linha com 306 cavalos.
A aceleração de 0-100 acontece em 5,9 e 5,5 segundos, com máxima de 250 km/h em ambos. Já as versões diesel serão chamadas de 320d, com potências de 163 e 184 cavalos, acelerando de 0-100 em 8,0 e 7,5 segundos, com máxima de 230 e 235 km/h.
Em 2012 serão adicionadas novas versões gasolina e diesel. A 320i terá 184 cavalos vindos de um motor 2.0 TwinTurbo. E duas novas versões diesel estarão disponíveis, chamadas 316d, com 116 e 143 cavalos.
Em seguida, veremos o lançamento de versões diesel de seis cilindros, versões xDrive de tração integral e também a versão ActiveHybrid 3. Essa versão terá o motor 3.0 de 306 cavalos com um motor elétrico de 54 cavalos. A potência combinada é de 340 cavalos.
A Série 3 2012 terá também o sistema Driving Experience Control, que em adição aos modos Comfort, Sport e Sport+ terá um modo Eco Pro, que pode reduzir o consumo em 20%. Pela primeira vez, a Série 3 será oferecida nas configurações Sport Line, Modern Line e Luxury Line, que permitirão um maior nível de customização dos modelos.
O pacote M Sport baixa a suspensão em 1 centímetros e entrega uma suspensão mais firme com rodas M de 18 ou 19 polegadas, saídas de escape cromadas e pintura exclusiva, além de detalhes específicos no interior.
Na Alemanha, os preços partirão de 35.350 euros para o modelo 320d e 43.600 euros para o modelo 335i.
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Tecnologia assistiva a serviço das pessoas portadoras de deficiência
Notícias Automotivas - Carros - Tecnologia assistiva a serviço das pessoas portadoras de deficiência
O Direito de Ir e Vir é um dos princípios básicos da Constituição brasileira. Soa justo e simples, não? Sim, soa. Mas devemos nos lembrar que para tornar possível este direito de todo cidadão algumas medidas são fundamentais.
Vamos a elas: opções funcionais de transporte público (metrô, trem, ônibus, balsa, embarcações, bondes entre outros) e condições que tormem o transporte individual (carro, moto e bicicleta e a pé, claro) possível e seguro para quem optar por ele em forma de boas pistas, ruas, ciclovias, calçadas e rampas.
Tudo de maneira acessível. No preço de passagens e pedágios? Mas alguns são de graça, não são? Acessibilidade vai muito além de acessível ao bolso. Diz respeito à mobilidade e às adaptações que tornem possível, como o nome diz, mover-se. Adaptações estas que são necessárias a idosos e portadores de necessidades especiais, principalmente.
Para se referir a todo o conjunto de produtos e recursos que de alguma maneira contribuem para tornar viável uma vida independente para as pessoas com deficiência, surge um termo novo: Tecnologia Assistiva.
Tecnologia Assistiva engloba todo e qualquer equipamento, produto ou sistema que torne possível a essas pessoas ter melhor qualidade de vida, através do aumento, manutenção ou da devolução das suas capacidades funcionais. Desde os mais simples como bengala, óculos e rampa de acesso, aos mais complexos, como sistema computadorizado de comunicação, cadeiras de rodas e adaptação residencial e automotiva.
Se por um lado ainda há muito a se fazer (inclusive no que tange a conscientização das pessoas e capacitação de educadores), por outro seria injusto dizer que a tecnologia assistiva ainda engatinha no Brasil.
Certamente já engatou a primeira, a partir do momento em que o governo reconheceu a necessidade de criar leis que obriguem rampas de acesso, permissão para cão-guia em transportes, shows e eventos e redução de impostos para diversos produtos como automóveis fabricados no Brasil até R$ 70 mil (valor limitado não?) e produtos específicos importados que não existam aqui.
Agora é preciso que as "marchas" seguintes sejam engatadas: fiscalização para garantir que os ônibus parem no ponto, que o deficiente visual com cão-guia não seja barrado e que crianças tenham acesso a sua sala de aula com profissionais preparados e materiais adequados como brinquedos próprios e livros em braile, por exemplo. Estima-se que cerca de 15% da população brasileira tenha algum grau de deficiência. E que menos de 3% recebam tratamento adequado.
Outras idéias seriam ampliar o acesso do deficiente ao empreendedorismo e ao esporte como fonte de renda e integração social e beneficiar pequenas empresas – que empregam cerca de 70% dos brasileiros – que resolvam dar emprego a portadores de deficiência. E as multas contra empresas e autarquias que não respeitam as leis específicas poderiam ser depositadas em um fundo criado em prol da amplianção da Tecnologia Assistiva.
Nos últimos tempos, a existência de feiras com produtos específicos para portadores de deficiência, exibindo e demonstrando o uso de bens que vão de sapatos a automóveis e a divulgação dos Jogos Pára-olímpicos foram importantes medidas de inclusão que provam que a tecnologia assistiva ajuda muita gente a romper barreiras e superar-se cada vez mais.
No que se refere especificamente a automóveis, o destaque fica para a empresa pioneira no ramo de adaptações automotivas no Brasil, a Cavenaghi, que mantém projetos de adaptação veicular com as principais marcas do país (Chevrolet, Fiat, Honda, Renault, Toyota e VW) e possui uma rede de concessionários autorizados. A empresa divide sua linha de produtos em:
- Linha Direção – inclui as adaptações necessárias à condução, como por exemplo, mudar o pedal de acelerador de lado, prolongar pedais, instalar no volante comando de aceleração e frenagem e pomo (equipamento que permite manejar o volante com apenas uma mão ou punho), instalar sistema de embregaem computadorizada entre outros.
- Linha Transporte – inclui instalação de plataformas eletórias Braun, rebaixamento de piso, guincho multi-lift elétrico (remove o cadeirante de sua cadeira e o coloca no veículo) e sistemas de cintos de segurança especiais e ancoragem da cadeira.
- Linha Cadeira de Rodas e Acessórios – como o próprio nome indica, inclui as cadeiras, que podem ser manuais e motorizadas e especiais que permitam prática esportiva. Os acessórios são produtos ortopédicos.
- Linha Adequação Postural – inclui encostos, apoios, assentos, mesas de apoio, entre outros dispositivos que permitam a melhoria de funções fisiológicas (respiração, digestão e função cardiovascular) afetadas pela postura incorreta.
- Linha Autonomia – banco móvel, fixo-rotante, orbital (desloca-se na vertical e horizontal e tem acionamento por controle remoto), auto-lift (espécie de guincho que auxilia no processo de introdução e acomodação da cadeira de rodas no interior do veículo e de triciclos e quadriciclos na caçamba, caso seja uma picape.
Todas as adaptaçóes acima podem ser realizadas em veículos novos e seminovos e estão em conformidade com normas internacinais de segurança, tendo sido submetidos a testes de impacto (crash-tests).
Espero ter colaborado com todos que queriam conhecer um pouco do que está disponível no mercado para tornar mais independente, autônoma e feliz a vida de quem tem alguma necessidade especial. E lembrar que muitos somos clientes dela sem se dar conta. Vejamos: já quebrou uma perna e usou muletas por algum tempo? Usa óculos? Então você já fez – ou faz – uso dela! Caso contrário, quando ficar bem velhinho, poderá precisar.
E as empresas mais antenadas já se ligaram que há ótimos clientes que precisam de um produto adequado às suas necessidades. Recentemente Steve Wonder, que nunca se curvou à sua deficiência visual, agradece à Steve Jobs, da Apple, por ter pensado em pessoas como ele quando criou o iPhone.
E as novidades não devem parar. Até um carro especialmente desenvolvido para motoristas portadores de deficiência, o MV-1, foi lançado recentemente nos EUA pela companhia The Vehicle Production Group LLC.
E na sua opinião, leitor, o que falta no mercado de produtos e serviços especiais? Já tinha ouvido falar em Tecnologia Assistiva? Faz uso dela?
Por Gerson Brusco Gonzalez
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Garantia estendida e revisão de preço fechado: tranquilidade ou prisão?
Notícias Automotivas - Carros - Garantia estendida e revisão de preço fechado: tranquilidade ou prisão?
Já faz algum tempo que nós temos visto a invasão de milhares de carros de outras marcas diferentes das "quatro grandes", diversos modelos com a mais variada gama de acessórios e equipamentos de série. E como de costume nos deslumbramos com estas ditas "novidades" que vieram para nosso dia-a-dia de tão bom grado.
Modelos realmente bastante recheados, maior segurança, preços competitivos e ainda a famosa garantia de três anos (alguns casos até com cinco ou seis anos de garantia) associada como em um pacote às benevolentes revisões de preço fechado.
E ficamos maravilhados e estupefatos com toda preocupação destas empresas que chegaram ao nosso país, lógico que querendo uma fatia do mercado nacional, com uma proposta de fornecer maior conforto, segurança, equipamentos e preços cômodos e atrativos, ou seja, uma postura de "respeito ao cliente". Coisa que nunca vimos anteriormente com as quatro grandes.
Contudo vamos colocando um ponto de interrogação gigantesco. SERÁ? O que realmente se esconde por trás de tanta preocupação, garantia "infinitas" comprando com o mísero um ano de praxe que tínhamos? Lobos em pele de cordeiro.
Com a garantia estendida, se estendem as barbaridades que são impostas aos clientes pelas tão preocupadas montadoras, somos obrigados a manter o firme compromisso de fazermos todas as revisões na autorizadas sob pena de perdermos a tão desejada garantia estendida, e os preços das revisões não tem absolutamente nada de preço fechado, preço muito mais do que aberto à exploração alheia.
As revisões nada revisam, não cobrem absolutamente nada (pelo preço de tabela), mas em contra-partida os serviços que são cobrados por fora da revisão preço fechado, são absolutamente mais caros que em qualquer outro local (falo por experiência própria).
Não quero citar nomes para ser bem imparcial quanto ao que escrevo, mas convido todos a fazer uma pesquisa ou algo parecido em relação a isto. Até quando ficaremos inertes frente ao diário "assalto" que nos fazem não apenas no segmento automotivo mas nos mais variados segmentos do mercado brasileiro?
Por Emanuel Teixeira
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Guess The Car: sabe que carro é esse?
Notícias Automotivas - Carros - Guess The Car: sabe que carro é esse?
No Facebook, a página Guess The Car está querendo sua opinião. É revelada a imagem de um novo cupê que está chegando ao mercado brasileiro, que é tudo que você espera de um carro e muito mais.
Dê seu palpite e prepare-se, pois você não vai ter ele, ele vai ter você.
Dê seu voto: Guess The Car
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Volkswagen prepara duas novidades para o Salão de Los Angeles
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A Volkswagen está preparando duas grandes novidades para o Salão de Los Angeles. Uma seria a versão conversível do Beetle 2012.
A outra seria a tão esperada minivan Bulli, modelo que vem para resgatar a clássica T1 (primeira geração da Kombi).
O Beetle Cabriolet tem maiores chances de aparecer, visto que é um produto que acompanha o modelo cupê desde o projeto.
Já o Bulli deve aparecer como modelo de produção. Caso não seja confirmado, outro possível é o Passat CC 2012, que já está demorando a aparecer.
[Fonte: Kicking Tires]
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Aumento do IPI: mais países reclamam da medida protecionista brasileira
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Bom, você já leu que o Japão vai à OMC contra a decisão brasileira de aumentar o IPI para carros importados, que, aliás, nem prazo estipulado pela própria constituição do país foi respeitado.
Mas os japoneses não vão sozinhos nesta cruzada contra o aumento do IPI. Austrália, Coréia do Sul, União Européia e EUA também reclamam da atitude do governo brasileiro, já que também enviam carros para cá.
Na mesma reunião da OMC, o governo brasileiro afirmou que a medida é "apenas temporária" e não significa protecionismo. O governo fala que a decisão foi para resolver uma "distorção" do mercado de carros.
As reclamações na reunião da OMC não significam ações formais contra a decisão do Brasil, mas indicam esse caminho dentro da entidade.
Especula-se que a decisão japonesa de reclamar na OMC pode ter vindo das montadoras japonesas que ainda não estão no mercado nacional ou para evitar que outros mercados façam o mesmo e prejudiquem as marcas nipônicas.
[Fonte: Folha]
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VÍDEO: Ferrari 458 Spider na apresentação em Tóquio
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Ford F-150: montadora espera vender 100.000 unidades com EcoBoost em 2011
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A Ford estima que as vendas da F-150 com motor EcoBoost atinjam em torno de 100.000 unidades ainda este ano nos Estados Unidos.
A chegada do motor EcoBoost foi uma revolução na tradicional linha de picapes dos EUA, já que substituiu parte dos grandes blocos V8 por motores mais compactos com turbo e injeção direta.
Até setembro, a Ford emplacou 75.000 F-150 EcoBoost, o que reforça a previsão de 100.000 até dezembro. A Série F já acumula alta de 8% em 2011, incluindo a SuperDuty, chegando a 416.388 unidades.
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Maruti-Suzuki reage à chegada do Hyundai Eon com nova versão de popular
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Embora seja um pouco disfarçada no Brasil, a na Índia a reação a um lançamento é imediata, ainda mais quando se toca no segmento mais rentável do mercado, o de entrada.
Assim, um dia após o lançamento do Hyundai Eon, a Maruti-Suzuki – líder do mercado indiano – lançou uma nova versão de seu popular Alto K10.
Chamada Alto Xplore, o modelo traz itens pouco comuns em carros populares, ainda mais na Índia. Bancos em couro, USB, Bluetooth, sistema de áudio 2din, alguns detalhes visuais e defletor de ar traseiro.
O modelo tem preço em torno de R$11.000, bem acima dos 9.700 pedidos pela versão mais barata do Eon. Mesmo assim já é um bom motivo para a briga entre os dois começar.
[Fonte: Indian Autos Blog]
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