Ford cria protetor de porta ativo para seus modelos
Notícias Automotivas - Carros - Ford cria protetor de porta ativo para seus modelos
Atualmente cada vez mais carros estão sendo desenvolvidos com carrocerias lisas e sem vincos, que reforçam a beleza do veículo.
No entanto, as portas de tais modelos já não possuem proteções contra aquelas pequenas batidas que marca a lataria, algo tão comum em estacionamentos. Mas a Ford pensou nisso (e logicamente vai lucrar até algum chinês copiar) uma proteção ativa para portas.
Trata-se de uma borracha que fica presa a parte interna da porta e se projeta automaticamente para fora, evitando que a porta aberta bata em outro veículo, danificando o veículo alheio. Além disso, evita também danos na porta do Ford.
Ao fechar a porta, ele se retrai novamente ficando alojado entre a porta e o batente. A Ford vai começar a fornecer esse dispositivo a partir de 2012 no Focus europeu. Abaixo, vídeo demonstrativo:
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Aumento do IPI: DEM entra com ação no STF contra medida do governo
Notícias Automotivas - Carros - Aumento do IPI: DEM entra com ação no STF contra medida do governo
O partido DEM (Democratas) entrou com uma ação judicial no STF – Supremo Tribunal Federal – contra o aumento abusivo anunciado pelo governo na semana passada.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) tem como objetivo fazer com que o STF conceda uma liminar impedindo a cobrança imediata de acréscimo de 30% no IPI para importados.
O DEM acusa o governo de não ter dado o prazo legal de 90 dias para que o aumento seja efetivamente cobrado das empresas, segundo o que rege a Constituição Federal.
Para o DEM, o aumento dos preços dos veículos vai prejudicar diretamente o consumidor, além de reduzir a qualidade dos automóveis nacionais.
Enfim, mas uma ação que vai minando a ato irracional de aumento instantâneo de impostos, como se estivéssemos em tempos coloniais e não houvesse nenhuma constituição vigente.
[Fonte: Jornal da Tarde]
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VÍDEO: Driver: San Francisco – Trailer
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Abaixo, Demo E3 2010:
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Lexus LS TMG Edition: sedã de luxo japonês com desempenho de carro de corrida
Notícias Automotivas - Carros - Lexus LS TMG Edition: sedã de luxo japonês com desempenho de carro de corrida
A TMG – Toyota Motorsport GmBH – está desenvolvendo uma versão bastante vitaminada do Lexus LS. O topo de linha da marca japonesa deverá ter 650 cv sob o capô, além de detalhes específicos para conseguir manter-se estável aos 320 km/h e também chegar aos 100 km/h depois de 4.2 segundos.
No entanto, o trabalho dos engenheiros alemães da Toyota será grande, visto que o peso do veículo está em 2.070 kg!
O Lexus LS TMG Edition tem 5,16 metros com 2,01 de largura e rodas aro 20 com pneus 295/35 R20 na frente e 345/30 R20 atrás.
[Fonte: Diario Motor]
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Mitsubishi também paralisa fábricas por causa de tufão no Japão
Notícias Automotivas - Carros - Mitsubishi também paralisa fábricas por causa de tufão no Japão
Depois da Toyota, a Mitsubishi seguiu o mesmo caminho e paralisou a produção em cinco plantas de produção no Japão, que estão dentro da área atingida pelo tufão Roke.
Anteriormente, a Toyota tomou a decisão de parar 11 de suas 15 fábricas no Japão. Todas as paralisadas estão na área atingida por fortes ventos do Roke, que chegam a 200 km/h.
Outras montadoras japonesas continuam produzindo normalmente, e os dias parados devem ser compensados para que a produção mensal não seja afetada.
[Fonte: Estadão]
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Novo Ford EcoSport 2013 será apresentado oficialmente no Salão de Pequim 2012
Notícias Automotivas - Carros - Novo Ford EcoSport 2013 será apresentado oficialmente no Salão de Pequim 2012
Segundo o site chinês Auto Sohu, a Ford vai fazer a apresentação mundial do Novo EcoSport 2013 no próximo Salão de Pequim (Beijing) em abril de 2012.
A escolha de Pequim não é por acaso, pois além do Brasil, a China também vai produzir o Novo EcoSport 2013, que será feito por lá através da Changan-Ford.
Lá, o Novo EcoSport 2013 terá motores 1.6 e 2.0, além do novíssimo 1.0 EcoBoost, que entrega de 100 a 120 cv.
Aqui, o mais provável é que a Ford não ouse tanto e apenas ofereça as opções 1.6 e 2.0, sendo o Sigma uma escolha óbvia para a versão 1.6.
Sendo feito em Camaçari – BA, um Novo EcoSport 2013 com motor 1.0 EcoBoost teria desempenho semelhante ao do Sigma 1.6 e ainda pagaria menos IPI, já que além dos 7%, a Ford teria direito de debitar os créditos de PIS e Cofins na alíquota do imposto.
[Fonte: Auto Sohu]
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Hyundai Eon 2012: novas imagens e detalhes do primeiro coreano feito para a Índia
Notícias Automotivas - Carros - Hyundai Eon 2012: novas imagens e detalhes do primeiro coreano feito para a Índia
O Hyundai Eon 2012 é a primeira opção coreana projetada especificamente para o mercado indiano. Sendo uma resposta aos rivais como Maruti 800, por exemplo, o Eon 2012 traz o estilo de linhas fluídas e aparente bom acabamento interno.
Moderno por fora, o Hyundai Eon 2012 também é igualmente atualizado por dentro, onde o estilo é similar aos dos mais modernos modelos da marca.
Note o volante de três raios com o mesmo desenho de modelos vendidos nos principais mercados. Além disso, o sistema de áudio e climatização estão integrados à um console bem desenhado e prático.
O acabamento interno está acima da média dos concorrentes locais, geralmente modelos de gerações antigas com pequenas mudanças visuais. Aliás, parece melhor do que alguns populares vendidos por aqui.
Como se trata de um modelo popular, podemos notar a ausência do airbag do passageiro, que não deverá estar disponível na Índia, o que revela a intenção da Hyundai de vendê-lo em outros mercados.
Segundo informações locais, o Hyundai Eon 2012 terá porta-malas com 215 litros e espaço interno para até cinco pessoas. A versão de entrada – como aqui – não terá ar condicionado ou direção assistida.
Já a segunda opção terá apenas ar condicionado, enquanto as demais utilizarão os dois itens mencionados. A versão topo de linha só terá airbag do motorista, e não terá Bluetooth, por exemplo.
O Hyundai Eon 2012 terá motor de três cilindros com 800 cm3, 56 cv e 7,6 kgfm. Seu principal rival (Maruti 800) tem 47 cv e apenas 6,3 kgfm. O consumo médio será de 21 km/litro.
O preço do novo lançamento indiano ficará em torno de R$9.500. A previsão da Hyundai é vender 10.000 unidades do Eon 2012 por mês.
[Fonte: Anything on Wheels]
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JAC engaveta projeto de fábrica no Brasil – chinesa acusa governo de desrespeitar regras da OMC
Notícias Automotivas - Carros - JAC engaveta projeto de fábrica no Brasil – chinesa acusa governo de desrespeitar regras da OMC
JAC engaveta projeto de fábrica no Brasil – chinesa acusa governo de desrespeitar regras da OMC. A JAC Motors engavetou o projeto de construção de fábrica no país por causa do aumento irracional do IPI para carros importados.
Segundo a marca chinesa, o governo federal despeita com isso diretrizes estabelecidas pela OMC. A JAC acusa o governo de não ter dado um prazo para adaptação à nova medida, além de violar três regras básicas da OMC: acesso ao mercado, concorrência justa e não discriminação.
A marca diz ainda que não recebe incentivos fiscais do governo chinês e nem pratica dumping (preços abaixo do mercado).
Ela ainda diz que o Brasil fere outra regra da OMC, que é não diferenciar parceiros comerciais, pois favorece o Mercosul e o México, em detrimento da China – e com certeza da Coréia do Sul.
Com isso, a fábrica da JAC Motors no país ficará para uma ocasião ainda indefinida. A unidade teria investimentos de US$600 milhões e capacidade instalada para 100.000 automóveis.
A unidade começaria a produzir em 2014 uma nova geração de compactos, que substituiria o atual J3, empregando com isso 3.500 pessoas de forma direta e mais 10.000 indiretos.
[Fonte: Folha]
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Avaliação NA – Chevrolet Agile 5 – Respondendo as perguntas dos leitores
Notícias Automotivas - Carros - Avaliação NA – Chevrolet Agile 5 – Respondendo as perguntas dos leitores
O Chevrolet Agile foi, dentre os quase 20 carros já avaliados pelo NA, um dos que receberam mais perguntas da parte dos leitores. Foram mais de 90. Separamos aqui as que não foram respondidas diretamente nos textos da avaliação (que podem ser acessados através do link “Avaliações”, no topo do site).
Esperamos que com essas respostas, nossos leitores tenham um quadro ainda mais completo sobre todos os detalhes do Agile:
A relação Peso/potencia dele é boa? O motor consegue leva-lo fácil? Ou as dificuldades são visíveis?
Se trata de uma relação peso/potência razoável para quem anda em velocidades normais, sem esperar acelerações mais fortes e retomadas rápidas. Isso com apenas o motorista a bordo. Se você enche o carro de gente e também coloca bastante coisa no porta-malas, prepare-se para trabalhar o câmbio com frequência. Ou seja, desempenho um pouco melhor que o de um carro 1.0.
Acrescento à pergunta: a relação Peso/Potencia/ Relação de marchas/ Consumo, está mais adaptado ao uso urbano ou rodoviário?
Creio que urbano. Na estrada, temos uma certa falta de estabilidade por conta da altura e também rotações excessivas acima de 100 km/h. Não é um carro feito para a estrada, mas isso seria de se esperar, dado o segmento do Agile.
O Agile merece ser tao criticado quanto ele eh?
O design estranho dele fez com que as pessoas odiassem o carro como um todo. Mas como alguém que tem de avaliar carros de maneira imparcial, vejo que se tiramos fora o design do Agile, ele tem muitas qualidades. Não é tão ruim quanto as pessoas imaginam. O problema é que design é muito importante no Brasil, e isso fez com que entusiastas automotivos fugissem dele como se fosse um monstro.
Como é a qualidade do acabamento geral do carro?
O que salva o acabamento são os bancos, bonitos, confortáveis e com tecido bom. Fora isso, temos um interior simples, de um carro de entrada, nada de premium, como muitos dizem que Agile, Fox e outros modelos são. Nenhum deles é premium.
Ele parece ter as rodas e os pneus mt pequenos, é um carro estável?
Na cidade, se você não abusar, não notará maiores problemas, já na estrada, como todo carro alto, terá de reduzir um pouco a velocidade em curvas, pois o centro de gravidade do Agile é alto.
Em comparação ao FOX, qual a melhor compra?
Vejo que o Fox tem um design mais bem acertado, mas ambos tem qualidades e defeitos. Os bancos do Agile são bem melhores. Vai mais de gosto de cada um e o que a pessoa prioriza em uma compra.
Os defeitos como a mangueira do ar-condicionado e o da surdina que gera o “aquecedor de porta-malas” foram corrigidos?
Não, continuam os mesmos. Notamos que a mangueira está ali e que embaixo do porta-malas não existe aquela proteção que impede a parte de cima de aquecer demais.
O espaço interno me parece de hatch de entrada. Nos bancos traseiros cabem uma pessoa de estatura mais elevada?
Não é tão apertado assim, é um pouco melhor. Mais por conta da altura do teto do que qualquer outra coisa, pois em largura e também em espaço para as pernas, o espaço é pouca coisa melhor do que de um carro popular.
Como fica o porta malas com relação a categoria.
É grande. A GM diz que é o maior da categoria.
Uma amiga minha comprou um e se arrependeu por causa da péssima posição para guiar. Ela tem 1,82. Procede?
Em minha opinião foi justamente o contrário. Também tenho 1,82 de altura e achei a posição de dirigir boa. Talvez seja questão de ajustar melhor o banco.
É perceptível a concepção antiga do Agile ao guiá-lo? Ou ele se comporta tão bem como qualquer carro em sua faixa de preço?
Isso é perceptível apenas quando ouvimos o motor berrar em uma aceleração mais forte. Fora isso, não lembra em quase nada os outros modelos populares da GMB.
É um carro confortável para andar no dia a dia e espaçoso como o Sandero?
Tem um espaço interno parecido com o do Sandero, talvez menor apenas em alguns aspectos. Os bancos fazem com que ele seja bem confortável de usar no dia-a-dia sim. Fora isso, se trata de um carro simples, não espere muito dele.
O farol me pareceu fraco, realmente dá conta em estrada a noite?
A iluminação dos faróis se mostrou ser adequada, não tivemos problemas.
A marcha, apesar de ter trocas suaves, é muito ruim de acertar o local para engatar devido a sua configuração 4 a frente (contando com a marcha ré) e 2 para trás, seria apenas uma questão de costume ou porque são muito juntas mesmo?
São mais difíceis de engatar do que em caixas de modelos de outras marcas sim, isso é característico deste câmbio da Chevrolet.
Quais as qualidades desse carro que faz tanta gente comprar? E pq, mesmo assim, ele é o carro de maior desvalorização?
Ele é uma novidade vinda de uma das quatro grandes marcas nacionais. Só isso faz com que muitos o comprem de olhos vendados, sem nem mesmo saber se o carro é bom ou não. Vai falar para pessoas conservadoras ao extremo para comprar um Kia, um Nissan, etc. Elas nem cogitam a idéia. O Agile tem boas qualidades sim, mas realmente foi uma surpresa o ótimo desempenho de vendas dele. Vale lembrar que em muita cidade pequena por aí só tem concessionária das marcas grandes, então isso é uma vantagem competitiva que elas tem. E existe também o fator do “fã da marca X”, que sempre compra GM, ou Fiat, ou Ford, etc.
O acabamento interno dele é tão inferior ao dos concorrentes como dizem?
Em nossa opinião, não, é mais questão de gosto pessoal de quem afirma isso.
Qual a avaliação em relação ao isolamento acústico e ruídos internos?
O motor é bem ruidoso, e você percebe isso na estrada acima de 100 km/h. Já o isolamento das janelas é muito bom para a faixa de preço do Agile.
Muito se questionou a respeito dos freios do carro, que diziam ser subdimensionados… Isso procede?
Nos pareceu ser normal, não tivemos problemas.
O painel de instrumentos dá boa leitura?
É confuso a princípio, mas depois você se acostuma. A iluminação azul ajuda.
Com o ar condicionado ligado .. o motor que já nao é aquelas coisas .. fica mais manco .. é perceptivel o roubo de uns cv ..???
Sim, claro, é bem perceptível que o Agile fica amarrado quando você está usando o ar-condicionado.
Como é a visibilidade dianteira e a traseira – na hora da baliza?
Na frente, tudo ótimo, atrás é complicado. O vidro traseiro é pequeno, e os encostos de cabeça traseiros atrapalham.
O ar gela o suficiente?
Sim, é eficiente.
Quais são os pontos fracos/fortes do Agile????????????
Pontos fortes: posição de dirigir, visibilidade, bancos, manutenção fácil em qualquer cidade. Pontos fracos: motor amarrado com A/C, estabilidade na estrada, consumo na cidade.
Impressão geral do carro, e se compensa ou não a compra perante a concorrência.
O Agile é caro, mas no seu segmento temos outros modelos tão caros quanto, vide o Fox. O Sandero pode ser uma alternativa mais em conta. Mas se tirarmos o preço fora e também o design duvidoso, é um bom carro.
Quero saber como se comporta o cruise control dele, em quinta marcha numa rodovia, numa subida com o carro carregado, o que ele faz já que o câmbio não é automático (e nunca tinha visto um câmbio manual com cruise control, pra mim nem faz sentido)
Se ele estiver muito carregado, a velocidade irá cair lentamente, até que o piloto automático será desligado automaticamente. Muitos carros com câmbio manual saem com piloto automático. Na GM mesmo isso sempre existiu, desde os anos 90.
O espaço traseiro para pessoas com cerca de 1.80m de altura, quando alguém da mesma estatura está sentado nos bancos da frente.
O espaço para as pernas fica no limite. Não aperta as pernas mas também não te deixa com espaço de folga. Para a cabeça, 1,80 é o limite, você fica raspando o cabelo no teto.
Como é a ergonomia do painel e dos acionamentos elétricos?
Tudo ok. O comando dos espelhos elétricos não está em um local bom, mas o dos vidros elétricos é mais fácil de usar. Pessoalmente não gosto de ter que acionar um botão no painel para destravar as portas.
Com aquela grade que acho grande demais, chega a demorar pra aquecer o motor à temperatura nominal de funcionamento?
Não, o motor aquece normalmente. Isso naturalmente deve ter sido analisado pela engenharia da marca antes do lançamento.
Os faróis grandes mostram alguma vantagem na iluminação?
Não, eles são grandes mas a maior parte é só enfeite. O que ilumina mesmo é uma parte normal.
A coluna D larga atrapalha muito a visão?
Sim, atrapalha um pouco.
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Honda Civic Si: 46 últimas unidades disponíveis serão vendidas por 89.900 reais
Notícias Automotivas - Carros - Honda Civic Si: 46 últimas unidades disponíveis serão vendidas por 89.900 reais
Recebemos do leitor Bruno, que é vendedor de uma concessionária Honda, a informação de que a marca japonesa fará uma promoção para as últimas unidades disponíveis do Civic Si no Brasil.
São apenas 46 carros, que terão preço de 89.900 reais nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Para as regiões Norte e Nordeste, que tem frete mais caro, o preço será de 90.900 reais.
Lembrando que a geração do Civic atualmente vendida aqui no Brasil está com os dias contados. O que você acha deste preço? O esportivo da Honda ficou interessante?
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Notícias Automotivas - Carros - Avaliação do Nissan March
De olho numa grossa fatia do mercado brasileiro – a de carros abaixo dos R$ 30 mil, a Nissan incluiu o país numa grande manobra mundial. O pequeno March, conhecido como Micra em alguns mercados, se tornou o primeiro carro realmente global da marca e chega às concessionárias ainda em outubro.
O modelo ganhou uma nova geração – a quarta – e a missão de fazer sucesso em mercados tão diferentes quanto o europeu e o brasileiro. A estratégia é se inserir na faixa dominada pelos nacionais Volkswagen Gol e Fiat Palio e resultou numa mudança na imagem da marca, que até agora tinha no apagado Tiida sedã o seu carro mais barato. O March, assim como o Tiida, vem da fábrica da marca em Aguascalientes, no México, e se livra do recente aumento do IPI para carros importados.
Para o mercado nacional, o March virá equipado com duas opções de motor. O 1.0 16V flex de 77 cv com etanol, usado pela Renault no Clio, Logan e Sandero, o 1.6 16V de 106 cv e 14,5 kgfm de torque, também de origem francesa e flex, mas com a calibração aplicada às versões mais simples da minivan Livina. A versão básica com motor mais fraco traz poucos equipamentos de série, mas inclui bolsas infláveis frontais e direção elétrica.
A Nissan disponibiliza ainda dois pacotes de opcionais para o 1.0, que incluem equipamentos de conforto como ar-condicionado. Acima dele, a versão 1.0 S traz de série equipamentos opcionais na versão básica, como ar e direção, além de vidros elétricos nas quatro portas.
O motor 1.6 só é oferecido a partir do nível S de acabamento, e segue para a 1.6 SV, que adiciona rodas de liga leve e sistema de som com entradas USB e auxiliar. Além deles, a Nissan propõe uma versão topo chamada SR, com o mesmo pacote da SV acrescido de um visual esportivo, evidenciado por saias laterais e spoiler traseiro.
Os preços ainda não foram confirmados pela marca, mas a versão mais simples com motor 1.0 deve começar em torno de R$ 29 mil sem opcionais. As vendas começam logo após o lançamento, em outubro.
A versão 1.0S tem o preço indicado de R$ 34 mil com ar-condicionado, direção, travas e vidros elétricos. A 1.6S tem o mesmo pacote por R$ 2 mil a mais. A mais luxuosa SV adiciona rodas de 15 polegadas em liga leve e comando das travas à distância, além do sistema de som, e o preço encosta nos R$ 38 mil. A topo de linha SR completa a gama por R$ 41 mil.
A atual geração do March foi lançada em março de 2010 e surpreendeu pelo design bem mais "despojado" que o antecessor. A antiga geração do modelo, lançada em 2002, ficou conhecida pelo estilo incomum, com janelas grandes e arredondadas que dividiam as opiniões. Agora, em sua fase global, o March foi suavizado para garantir maior aceitação em mais e diversificados mercados.
O design manteve as formas arredondadas, mas a curva da coluna traseira ficou bem menos acentuada e os faróis no alto do capô do antigo March assumiram uma posição mais baixa. O carro fez sua primeira aparição no Brasil ainda no último Salão de São Paulo, em outubro de 2010, e desde então a marca prepara o terreno para a chegada do modelo por aqui.
A Nissan quer usar a experiência adquirida no mercado brasileiro desde que chegou com o Sentra, também trazido do México, para se lançar em um mercado de grande volume, como o de compactos de entrada. A estratégia, nesses casos, é não polemizar. Ao contrário das recentes e agressivas ações de marketing – para a pouco vendida pick-up Frontier, em que nada tinha a perder –, em relação ao March, a marca deverá assumir um postura mais integrada e tentar destacar as possíveis qualidades do produto.
Primeiras impressões - Cabe no bolso
O interior do March passa uma sensação de familiaridade. Os comandos são bem localizados e simples de usar. A simplicidade do interior atinge os materiais de acabamento, em que só não se economiza no uso de plástico.
A direção é bem leve para manobras e, junto com as dimensões enxutas do hatch, faz do March um carro bem urbano. Todas trazem airbags frontais de série. E isso é só o que trazem as versões mais simples, com o motor 1.0 16V. Ar-condicionado, direção com assistência elétrica e vidros, travas e retrovisores elétricos de série, só como opcional ou de série em versões mais caras.
Como as equipadas com motor 1.6 16V, de origem Renault. No March, este propulsor tem a mesma calibração do usado nas versões de entrada minivan Livina, e os 106 cv e 14,5 kgfm de torque locomovem o carrinho com certa facilidade. Apesar do torque máximo só aparecer após os 3.500 giros, o motor é bem elástico e tem boas respostas em regimes de rotação mais baixos.
Mesmo com o ar-condicionado ligado, o hatch arranca com agilidade e ganha velocidade sem muito esforço graças ao baixo peso – apenas 945 kg para o 1.6 16V. O câmbio tem engates leves e precisos, além de marchas bem escalonadas.
É inegável que o pequeno tamanho tem suas vantagens no trânsito e facilita na hora de estacionar. Mas os ocupantes acabam pagando o preço das dimensões curtas. Ainda que o espaço seja bem aproveitado, a carroceria estreita faz os passageiros viajarem próximos na frente.
O espaço para as pernas é bom e o banco do motorista acomoda bem mesmo os condutores mais altos. Entretanto, os mais penalizados são os ocupantes do banco traseiro. Há bom espaço para a cabeça, mas o banco é afundado, o que torna cansativas as viagens mais longas.
Ficha técnica - Nissan March 1.0 (1.6)
Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 999 cm³ (1.598 cm³), quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto seqüencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 76/77 cv com gasolina/etanol a 6 mil rpm. (104/111 cv a 5.750 rpm com gasolina/etanol)
Torque máximo: 10,0/10,2 kgfm com gasolina/etanol a 4.250 rpm. (14,9/15,1 kgfm 3.750 rpm com gasolina/etanol).
Diâmetro e curso: 69,0 mm X 66,8 mm (79,5 mm X 80,5 mm). Taxa de compressão: 10:1 (10:1).
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira por eixo de torção com molas e amortecedores hidráulicos, sem barra estabilizadora.
Pneus: 165/70 R14 (175/60 R15).
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Não oferece ABS de série.
Carroceria: Hatch compacto em monobloco com cinco portas e cinco lugares. Com 3,78 metros de comprimento, 1,66 m de largura, 1,53 m de altura e 2,45 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais de série. Não oferece airbags laterais ou de cortina.
Peso: 985 kg (1.015 kg).
Capacidade do porta-malas: 265 litros.
Tanque de combustível: 41 litros.
Produção: Aguascalientes, México.
Lançamento mundial: 2010.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Ar quente, airbags frontais, direção elétrica, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo (ar condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos, abertura e fechamento das portas por controle remoto).
Preço inicial estimado: R$ 29 mil (R$ 36 mil).
Por Auto Press
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Análise de estilo: Chevrolet Agile
Notícias Automotivas - Carros - Análise de estilo: Chevrolet Agile
Existem carros que marcam presença por serem muito bem desenhados. São carros que não precisam mais de que uma olhada para pensarmos UAU!!! Entre os carros pequenos que nos arrancaram no mínimo um suspiro, temos o Peugeot 206 de 1998, com seu para-brisa inclinadíssimo e faróis espichados e o Ford Fiesta em 2002, com seu perfil meio minivan, faróis grandes e lanternas nas colunas, em um raro equilíbrio entre sobriedade e ousadia.
Há ainda os carros que passam em "brancas nuvens", mesmo sendo competentes em mecânica ou comportamento dinâmico, como o Corsa também lançado em 2002, insosso em quase todos os ângulos, exceto pela quase ousada traseira ou o VW Fox, um hatch com perfil de minivan e sua frente razoavelmente dinâmica.
O Agile não faz parte nem do primeiro grupo, nem do segundo. Faz parte sim dos carros que exibem ousadias para se diferenciarem, sem medo de parecerem feios (ou bonitos). Não é um carro que traz também uma linguagem diferente.
Ele usa o novo padrão da Chevrolet, de grade dianteira grande dividida por um friso na cor da carroceria que ostenta a gravatinha dourada. Ao contrário de Renault Twingo ou Fiat Multipla e Doblò, que seguem uma linha de estilo próprio, o Agile quis inovar sem criar uma outra identidade dentro da linha da marca.
E talvez seja daí que surja o problema de combinação de seus traços. O projeto do Agile, feito no centro de design da marca em São Caetano do Sul (SP), com a equipe de design chefiada por Carlos Barba, é sem dúvida, um carro polêmico.
Após muito tempo de suspense, o que surgiu foi um carro inspirado em dois concorrentes de sucesso (VW Fox e Renault Sandero), de linha controversas, interior recheado de inovações para o segmento e uma base que aproveita uma série de peças já usadas em projetos mais antigos.
Já fazem quase dois anos que ele foi lançado e apesar do inegável sucesso de público (é o carro sem opção de motor 1.0 mais vendido no Brasil), ainda hoje gera discussões acaloradas nos comentários do Notícias Automotivas, por exemplo.
O Agile é filho de um tempo de incertezas e isso talvez tenha refletido no seu desenho. Ele é filho de uma era onde a GM do Brasil decidiu que precisava renovar seus produtos, mas não podia contar com quase ninguém além dela mesma.
Se a regra agora é unificar plataformas e produzir carros mundiais, como o Cruze por exemplo, o Agile nasceu em um período de limbo entre projetos antigos que vendiam bem mas precisavam de renovação e projetos alinhados com o mercado mundial vindos da Ásia principalmente.
Cabe aqui retratar que o trabalho dos designers também não foi fácil. Diretrizes um tanto afastadas começaram a balizar o projeto. Em mente, os dois principais alvos eram o VW Fox, com sua posição de dirigir mais alta, vontade já constatada em diversas pesquisas, com o máximo de espaço interno ainda que o tamanho tivesse que ser superior aos concorrentes.
Este item teve como mira o Renault Sandero, que ainda serviu de inspiração para o principal ponto que norteia todos os projetos desenvolvidos aqui no Brasil, custos. Começando pelo ponto mais polêmico, temos uma dianteira alta, avantajada e desequilibrada.
É um conjunto estranho à primeira, segunda e terceira vista. E várias outras. A enorme grade dianteira, com as características da nova Chevrolet, está lá. Friso na cor da carroceria cortando o primeiro terço da grade que tem formato de pentagrama.
Ela é, neste caso, preenchida com uma tela com vários retângulos pequenos, já que se fossem frisos inclinados, como a maioria dos outros carros, ela pereceria ainda maior. E já nela vemos o primeiro pênalti da redução de custos.
Por ela ser grande e não poder se valer de aletas, sejam elas verticais ou horizontais, podemos enxergar um enorme espaço vazio entre ela e o radiador, também despudoradamente à amostra, dando um ar de projeto barato. Há uma clara falta de proporção entre ela e o carro como um todo.
Mas a grade não é a única que não está bem inserida no desenho do carro. Os maiores vilões de toda esta falta de harmonia no conjunto são os faróis. Grandes, desajeitados e com um desenho interno de gosto duvidoso, são eles os principais motivadores de discussões.
São faróis tridimensionais, você vê eles de frente, eles aparecem quando vemos o carro de lado e aparecem quando vemos o carro de cima. São pontudos e com uma forma irregular na base, enfatizando a grade, mas não perdendo em tamanho visual graças a uma cavidade que mantem a linha inferior.
Aqui é o primeiro senão. Pra quê aumentar o tamanho visual de um farol que já é grande sem estas cavidades? Internamente, temos um farol cheio de elementos que não se conversam. Apesar de ser um farol de duplo refletor, algo não muito comum em projetos de baixo custo (vide Nissan March), ele não se vale deste trunfo para preencher todo o espaço proporcionado pela peça.
Cabe ao refletor do farol baixo quase que toda esta função. O refletor de farol alto fica espremido e escondido entre a grade e o refletor redondo (que não tem qualquer correspondente visual em todo carro). O lugar destinado para a luz de direção também fica escondido nas laterais externas do farol.
Cabe aqui salientar, porém, que o local é adequado, muito melhor que na lateral interna, como o do Celta. Por fim, o resto do farol é ocupado por um friso que é uma continuação dos vincos do capô e para-lama, mas que não cumpre bem esta função por ser dividido em dois e uma grande área que encobre a cavidade para a luz de direção.
O farol do interessante conceito que antecipou as formas do Agile, o GPix, era bem mais comedido em tamanho e principalmente em excentricidade. Ainda na dianteira, a grade inferior do para-choque, também não conversa com a composição grade/faróis.
Larga e de linhas extremamente simples, não consegue seguir as linhas dos outros elementos e acaba destacada justamente por ser simples. Muitos podem alegar que a linha da grade inferior do Gol também é simples. Sim, é verdade.
Mas ela é coerente com a composição feita por grade e faróis. Mesmo não sendo bonita, a Montana mostra mais equilíbrio neste ponto, onde tem uma grade inferior dividida em três, com simulação de um quebra mato graças as partes mais proeminentes emoldurando as aberturas laterais.
Se é mais bonito não sei, mas que é mais coerente, isso é inegável. Talvez em uma eventual reestilização do Agile, este para-choque seja usado, assim como foi usado o da Montana antiga na única atualização do Corsa.
Um item que deve ser aplaudido é a área onde ficam os braços dos limpadores dianteiros e grelha para captação de ar, que é coberta por um plástico preto que se une as colunas dianteiras. Este item as vezes é suprimido em projetos de baixo custo, mas faz uma falta danada.
Vide Renault Sandero e Logan que ficam muito pobres sem este acabamento, que neles poderia ser ao menos disfarçado com uma pintura em preto fosco. Partindo para a lateral, o farol ainda é onipresente, criando um peso além do necessário ao desenho.
Temos vincos suaves e curtos nos para-lamas dianteiro e traseiro, que tem como principal intenção dar algum movimento ao desenho. Intenção esta também seguida pela leve irregularidade na linha da base da janela da porta dianteira.
Ainda, na soleira da porta, um vinco que nasce próximo à caixa de roda dianteira segue por todo entre eixos e forma um vértice ascendente na porta traseira, visando dar algum dinamismo.
Mas as intenções de dos vincos e frisos não conseguem ir adiante, graças à presença marcante da dianteira alta e da enorme coluna C, um dos pontos mais característicos do Agile. Dianteira alta não é nada dinâmica, isso todos percebemos.
Mas vemos que aqui é ainda uma interferência maciça de toda composição da coluna C. Ela é grande e larga, como em vários carros. Mas se nos outros carros ela pode passar a imagem de robustez, aqui nem isso ela consegue.
O caimento do arco da porta traseira tem clara inspiração nos cupês de quatro portas. Para intensificar ainda mais esta inspiração, é usado um acabamento preto que acompanha a linha das janelas e acaba por se fundir ao vidro traseiro por um pequeno friso.
Segundo os designers da marca, a inspiração veio de um barco esportivo em movimento. O interessante é que foram várias tentativas para todos os lados, como ideia de robustez pela coluna larga, dinamismo pela forma das portas de cupês e continuidade com o acabamento em preto, mas nenhuma delas chegou perto de seu alvo.
E isso trouxe problemas. A porta com o arco muito baixo é muito ruim para entrada e saída de passageiros, principalmente em um carro que tem o espaço como um dos focos principais. O formato ainda criou uma área vazia muito grande e pesada no desenho.
Se por um lado a capota é alta para dar conforto aos ocupantes do banco traseiro, por outro a lateral ficou muito alta. O Ka, apesar de 2 portas, resolveu esta questão de teto alto/linha de janelas descendente com um friso estampado fazendo um ângulo de transição entre a linha das janelas e a capota, tendo como ajuda ainda uma simulação de aerofólio.
No Agile este friso é tão discreto que não conseguimos olhar para ele de relance, sem procurarmos. Outra saída seria a usada no Nissan March, que também tem arco da porta descendente, mas tem dois vincos de transição até chegar a capota, fazendo uma espécie de rabeta.
Em ambos os casos, Ka e March contornaram o problema, ainda que de formas diferentes, o peso visual da coluna. As caixas de rodas são grandes e graças a altura em relação ao solo, deixam as rodas de aro 15" muito pequenas.
Há um grande espaço vazio entre o conjunto pneus e rodas e a carroceria. Aro 16" ou aro 17" preenchem o espaço vazio com maior competência e conseguem esconder o interior das caixas de rodas, problema que fica evidente nos Agiles de pinturas mais claras.
Pintar a área em preto fosco seria uma ajuda. Cabe ressaltar também que as rodas grandes com raios espaçados ainda deixam muito espaço vazio, graças ao pequeno conjunto dos sistemas de freios. E este espaço vazio traz uma sensação de pobreza que não faz bem aos olhos.
Chegando a traseira, temos uma grande lanterna traseira, com um ótimo acabamento preto em todo contorno, que também invade a lateral. Aqui mais uma vez há outro peso visual, da lateral do para-choque traseiro junto a caixa de rodas.
Se a lanterna seguisse a linha do arco das rodas, teríamos a impressão de que este pedaço fosse menor. A traseira propriamente dita, é a parte menos controversa do carro. O vidro traseiro em formato de um (discreto) pentagrama evidência o vinco transversal que nasce na dianteira.
Sem este pequeno ângulo no vidro traseiro só notaria este vinco no meio do para-choque traseiro. Várias linhas horizontais que tem a função de livrar o Agile de parecer estreito comprem bem a função.
O para-choque completamente pintado na cor da carroceria, assim como o dianteiro a as soleiras das portas, para não passar a impressão que ele seja alto em relação ao solo, tem a cavidade da placa em tamanho avantajado para preencher o espaço.
O interior é inteiramente novo em relação aos outros carros da Chevrolet. Aqui o duplo cokpit tem a função de lembrar o Corvette. Detalhes prata (ou preto brilhante na versão LS) afastados e destacando-se no painel tem como intuito dar alguma amplitude ao interior.
Os painéis de porta são simples, mas modernos e tem uma interessante em bem inserida maçaneta compondo o desenho. Os bancos, com baixo relevo em uma técnica chamada de "embossed", dão um aspecto de luxo.
O Agile é um carro ousado, sem dúvida, mas nem sempre ousadia vem acompanhada de bom gosto. Em todo o carro temos idéias que não funcionaram muito bem e boas intenções que não conseguiram ser completadas. Ser feio ou bonito é subjetivo, claro, mas ser equilibrado e proporcional, não, e isso o Chevrolet Agile não é.
Por Durval dos Santos Neto
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Um paulistano no Dia Mundial Sem Carro
Notícias Automotivas - Carros - Um paulistano no Dia Mundial Sem Carro
Olá colegas do NA! Como a maioria já sabe, ontem dia 22 de setembro foi o Dia Mundial Sem Carro. Pois bem, aproveitei a data e resolvi usar o transporte público, coisa que não fazia há uns bons anos.
O compromisso do dia era um curso, das 14:00 às 19:00. O itinerário seria da estação Cidade Jardim da CPTM (trem) até o Museu Lasar Segall, no Paraíso. De cara descartei ônibus, pois além de péssimos, pegam trânsito e ambos endereços tem estações de trem / metrô perto. Consultei o itinerário no site do Metrô, calcei aquele tênis péssimo para dirigir mas ótimo para andar, peguei umas moedas e parti.
A Ida
Saí da minha casa exatamente às 13:20. Caminhei até a estação Cidade Jardim da CPTM, onde comprei dois bilhetes, um para a ida e um para a volta. Dei sorte: no que cheguei à estação, o trem apareceu.
Fui até a estação Pinheiros, verdadeira torre de babel ao contrário, quase cinco andares de escada rolante até o metrô! Lá peguei a Linha Amarela do Metrô até a estação Consolação, onde caminha-se por mais ou menos dez minutos sobre esteiras rolantes até a ligação com a Linha Verde, a qual peguei até a estação Chácara Klabin, andando mais uns dez minutos até o Museu, onde cheguei 14:20, suado. Pelo menos o Metrô estava vazio, deu para sentar e não teve empurra-empurra.
Uma coisa bacana foi notar, no caminho do Museu, uma garagem com dois carros bem antigos (fords?) e um Opala da década de 90, creio. Sempre passo de carro aqui e nunca tinha notado!
Resumindo: levei uma hora e paguei R$2,90 de tarifa. De carro levo em torno de 15 minutos, e faria em torno de 9 km/l com gasolina. Como são oito quilômetros, acabaria gastando em torno de um litro de gasolina – e muitos litros de suor a menos!
A Volta
Fiz o mesmo percurso, agora ao contrário. Saí do Museu às 18:20. Nem precisa dizer que a estação estava lotada, com fila até para passar na catraca. Quando chegou a minha vez, meu bilhete foi rejeitado.
Procurei um segurança que me informou o motivo: embora o Metrô e a CPTM sejam integrados, os bilhetes são diferentes! Uma coisa bem idiota, pois se são um sistema praticamente único, contando inclusive com a mesma tarifa, não faz sentido dois bilhetes diferentes. A solução foi pegar uma rápida fila para comprar um bilhete de metrô… E desembolsar mais R$2,90.
O Metrô estava super-lotado. Nas esteiras que ligam a Linha Verde à Linha Amarela teve congestionamento! É sério, tinha tanta gente que simplesmente parou e ficamos todos em pé, engarrafados… Neste momento uma pessoa atrás de mim disse "Dia Mundial Sem Carro… Quem tem carro que use, e deixe o transporte público para quem não tem". Sinceramente? Acho que ela tem boa parte de razão… O sistema está saturado!
Finalmente, após pegar o trem e andar, cheguei em casa. A hora? 19:20… Novamente uma hora de viagem. De carro, neste horário, levaria um pouco mais, em torno de uma hora e meia, e faria em torno de 5 a 7 km/l, ou seja, levaria mais tempo e gastaria um pouco mais – contando só a gasolina!
Conclusões
O Metrô não é barato, ou pelo menos o preço não é um argumento a favor de seu uso. No meu caso, gastei R$5,80 com as passagens, que daria em torno de dois a três litros de gasolina.
Para voltar, o tempo gasto foi quase igual, com vantagem para o Metrô.
Porém, a ida deixa claro que ir de metrô não é uma boa solução para mim, pois levei praticamente uma hora a mais do que levaria, além de ter que abrir mão do conforto e da praticidade.
Claro que meu caso foi particular, até por ter que fazer tantas mudanças de linhas. Isso certamente atrasa e torna mais cansativa a jornada.
Uma coisa que me chamou a atenção é que as estações mais recentes, como da linha Amarela, parecem ter sido projetadas para dez anos atrás, não dez anos no futuro: foram inauguradas a menos de cinco anos e já estão absolutamente saturadas! Corredores estreitos, plataformas pequenas… Em compensação o Metrô evoluiu em qualidade nitidamente: está mais limpo, mais organizado, mais rápido… Só não está mais barato!
No Metrô temos um desgaste físico grande por ficar em pé, caminhar e subir escadas. Porém, em compensação, não passei nervoso nem fiquei irritado como normalmente ficaria no trânsito das seis horas. Afinal, não estamos dirigindo, não temos que fazer escolhas, não temos que nos preocupar… Neste ponto acho que o Metrô ganha muitos pontos.
Sinceramente? O Metrô melhorou e já não é um suplício usá-lo, como ainda são os ônibus. Para quem não tem carro ou não vai precisar fazer várias mudanças de Linha pode ser um bom negócio. Porém, ainda não é bom, nem rápido, nem barato o suficiente para convencer alguém a deixar o carro em casa e optar por outro meio de transporte.
Esta foi minha impressão! Abraços!
PS: estou doando um bilhete da CPTM… Alguém quer? rs
Por Corsário Viajante
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Mitsubishi: últimas unidades com IPI antigo – modelos feitos no Brasil!
Notícias Automotivas - Carros - Mitsubishi: últimas unidades com IPI antigo – modelos feitos no Brasil!
Alguns carros nacionais ainda mantêm a fama de importados, inclusive alguns bem antigos. Uma concessionária Mitsubishi resolveu fazer uma campanha para desovar o estoque de unidades com preço antigo, no caso referente ao IPI.
Pois é, mas os modelos em questão são fabricados no Brasil! L200 Triton e TR4, ambos feitos em Anápolis – GO.
Além disso, no próprio site da Mitsubishi eles enaltecem a produção de peças nacionais para dar assistência adequada aos produtos da marca.
Então, parece que algumas lojas estão se aproveitando da situação para elevar preços de produtos que não foram afetados pelo aumento do IPI para importados. Enfim, é melhor ficar esperto.
Agradecimentos ao leitor João Vicente pela dica.
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Effa Motors deve retomar produção em Manaus para se livrar do "IPI 30%"
Notícias Automotivas - Carros - Effa Motors deve retomar produção em Manaus para se livrar do “IPI 30%”
O Grupo Effa-Lifan ainda não confirmou, mas deve retomar a produção de veículos em sua fábrica de Manaus – AM para fugir da cobrança abusiva dos 30% a mais de alíquota de IPI.
Com essa manobra, a Effa-Lifan será a única importadora de asiáticos que terá condições de manter os preços sem aumento de IPI.
Aliás, produzindo em Manaus ela também está isenta de IPI sobre os veículos produzidos, conforme é estabelecido por lei na Zona Franca.
Além disso, a Effa-Lifan terá uma segunda planta de produção no país, que está sendo disputada por Santa Catarina e Goiás. O início das atividades começará em dezembro de 2013.
Uruguai
Várias notícias dão conta de que a Effa-Lifan teria paralisado a produção no vizinho Uruguai, produção essa dos modelos 320 e 620.
No entanto, fontes da empresa teriam desmentido essa informação, dizendo que a previsão é de aumento da produção para atender o mercado brasileiro.
O governo do Uruguai também está preocupado com o aumento do IPI, que pode prejudicar pelo menos três fábricas que atendem ao mercado brasileiro, como a própria Effa-Lifan, a Chery e a Kia Motors. Enfim, vamos aguardar o resultado desse impasse.
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Chevrolet Ônix é visto em Teresina – PI
Notícias Automotivas - Carros - Chevrolet Ônix é visto em Teresina – PI
O Chevrolet Ônix foi visto em Teresina/PI pelo leitor Emil Diogo. O modelo será o próximo compacto da Chevrolet, ficando um segmento acima dos atuais Celta e Prisma.
Ele deve ficar no lugar do Corsa hatch em termos de preço, que sairá de linha tal como acontecerá com o Corsa Sedan, substituído pelo Cobalt.
O modelo utiliza plataforma do Corsa D, a mesma que dá origem ao Cobalt. Com ele, a GM pretende forçar a posição em cima dos rivais nacionais do segmento até R$35.000.
Agradecimentos ao Diogo pelas imagens.
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Troller T4 Desert Storm é nova opção off-road nacional
Notícias Automotivas - Carros - Troller T4 Desert Storm é nova opção off-road nacional
A Troller está lançando uma nova série especial do jipe T4, chamada Desert Storm. Pelo nome o visual não poderia ser outro, tendo como destaque a pintura bege Atacama Fosco, para camuflagem na areia do deserto.
No entanto, o T4 Desert Storm deve mesmo é enfrentar a crueldade das ruas e estradas brasileiras, aonde muitas vezes só um utilitário 4×4 consegue trafegar.
Para-choques off-road reforçados, guincho para 4,3 toneladas, pneus off-road, protetor da barra de direção e das lanternas traseiras, snorkel, sinalizadores de direção e capota externa de Neoprene.
O Troller T4 Desert Storm ainda possui vários acessórios úteis para quem vai enfrentar caminhos onde só um jipe como esse pode chegar.
Serão vendidas apenas 45 unidades, mas 25 já encontraram seus novos donos. O modelo é equipado com motor turbo diesel MWM com 163 cv. O preço sugerido é de R$96.900.
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Dodge Hornet: sedã compacto aparece parcialmente – modelo é derivado do Alfa Romeo Giulietta
Notícias Automotivas - Carros - Dodge Hornet: sedã compacto aparece parcialmente – modelo é derivado do Alfa Romeo Giulietta
Chamado provisoriamente de Hornet, o novo sedã compacto (médio aqui) da Dodge foi visto parcialmente sem camuflagem.
Uma unidade sem algumas peças revelou como será o novo modelo, fruto da parceria entre Fiat e Chrysler, já que se trata de um derivado do Alfa Romeo Giulietta.
O Hornet traz no visual a marca atual da Dodge, com a logomarca (ausente no flagra) centrada na grade com frisos em forma de cruz. Abaixo uma placa em preto brilhante que sustentará placa em outros mercados.
Sim, o Hornet poderá ultrapassar as fronteiras americanas. Se for feito em Toluca, México, sua chegada ao Brasil já estará assegurada, ainda mais agora com o aumento de IPI para concorrentes asiáticos.
A carroceria do Hornet tem estilo moderno e dinâmico, contando ainda com terceira vigia lateral na coluna C e traseira alta, reforçando a imagem de produto jovem e esportivo.
O Hornet deverá ser diferente do modelo hatch, que poderá ter outro nome. O hatch está mais próximo do Alfa Romeo Giulietta.
[Fonte: Autoblog]
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Opel Junior: pequeno alemão é visto novamente em testes
Notícias Automotivas - Carros - Opel Junior: pequeno alemão é visto novamente em testes
O Opel Junior, também chamado Allegra, foi visto novamente em testes na Alemanha. O hatch compacto será o menor modelo da marca e deverá chegar em 2013.
Com 3,70 metros, o Junior terá inicialmente apenas duas portas e espaço interno limitado por seu tamanho compacto, feito para acomodar quatro adultos de forma razoável.
Ainda não está claro se o Opel Junior vai disputar espaço com o Up! ou se vai partir direto para cima de A1, 500 ou MINI, por exemplo.
[Fonte: Cars Spy Shots]
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Rolls-Royce Phantom terá motor V16 9.0 em novo filme de Rowan Atkinson (Mr. Bean)
Notícias Automotivas - Carros - Rolls-Royce Phantom terá motor V16 9.0 em novo filme de Rowan Atkinson (Mr. Bean)
O ator Rowan Atkinson – mais conhecido pelo personagem Mr.Bean – vai encarnar novamente o agente britânico Johnny English no filme Johnny English Reborn.
Uma das estrelas do filme será um Rolls-Royce Phantom. Mas não será qualquer exemplar, ele terá motor experimental V16 9.0 litros!
Na verdade, ele só existirá no filme, pois esse motor não está nem perto de existir na Rolls-Royce, embora a rival Bentley pudesse mesmo ter um W16 8.0 herdado do Bugatti Veyron.
De qualquer forma, será divertido acompanhar a trama em torno de English e do seu Phantom 9.0. O filme estréia dia 07 de outubro no Reino Unido e 30 do mesmo mês nos EUA. Abaixo, vídeo promocional do filme:
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